Crônicas de Bolso: Histórias Especiais - O Natal de Eevee - Pokémon Blast News

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28/12/2015

Crônicas de Bolso: Histórias Especiais - O Natal de Eevee

Olá, galerinha!

E como um raio eu apareço na maior correria para publicar a crônica de hoje depois do resultado da votação! E aí, como foram de Natal? Todos presentes aí? Não tivemos nenhuma baixa depois dos panetones e rabanadas? xD

Pois bem! As Crônicas de Bolso voltam para encerrar este maravilhoso ano com nada menos do que O Natal de Eevee! Mas a história do pequeno Pokémon Evolução é que nem coração de mãe, sempre cabe mais um... capítulo! =D

Aliás, eu quero agradecer de coração a todos vocês e à nossa maravilhosa equipe da PBN! Vocês podem não se lembrar, mas as Crônicas começaram a dar seus primeiros passos lá no dia 8 de janeiro. Cara... como o tempo passa, né não? Da primeira crônica do ano até a última, mais um ciclo que se completa! =')

Antes que eu comece a fazer discurso, vamos logo para a história de hoje que o Natal já até passou, mas enfim, é o que temos! Quem estiver afim de uma música meio natalina, que fique ao som do tema de Snowbelle City! Basta clicar AQUI. À história! =D

Feliz Natal! Tá, eu sei que já passou, mas...

   O início, o fim e o meio. A vida é feita de ciclos e não há nada melhor do que o Natal para nos lembrarmos que estamos sempre recomeçando, seja no nascimento ou na transformação do que já é vivo. Por que não nos tornarmos melhores do que fomos ontem? A jornada do filhote da evolução não termina no topo de uma torre.




Histórias Especiais: O Natal de Eevee



   Quando se chega ao topo em uma jornada, você descobre que retorna à base de uma nova aventura. Depois que o pequeno Eevee salvou a Torre da Evolução, restava apenas ouvir os seus sinos anunciarem o início de um tempo de paz.
   Já fazia quase um ano desde que tudo aconteceu, mas nem mesmo o tempo diminuía a felicidade que Eevee carregava em suas costas, alegria esta que o fazia subir às nuvens durante o dia e ver as estrelas mais de perto durante a noite. Todo dia era como o primeiro dia desde que Sylveon o concedeu asas para voar.
   Da mesma forma, era aquele o mesmo tempo desde a última vez em que viu seus outros irmãos, apenas Vaporeon, Espeon, Umbreon e a administradora da torre continuavam a habitar o coração da grande mãe.
Os ventos sopravam com tranquilidade e mistério, prenúncios de renovação e esperança. As orelhas do filhote balançavam com o sussurro do vento e sua fofa pelagem se entrelaçava no ar. Eevee não sabia o que estava prestes a acontecer, mas sentia algo de especial em seu coração.
   De fato, o pequeno era como Jolteon, talvez por isso tenha herdado a função de seu mais querido irmão, era o novo mensageiro da Torre. Com suas asas, visitava as casas de seus irmãos e as mantinha vivas, até mesmo as que já não eram mais habitadas.
   Só que Eevee era livre e as paredes douradas da nova torre não eram capazes de conter seu espírito. O pequeno voava pelos céus e quase sempre era visto nas alturas da cúpula de diamante, lar de Sylveon. Eevee não explorava apenas os céus, também desbravava os horizontes.


   O pequeno era ágil como um raio, suas pequenas asas escondiam a real dimensão do seu poder de voar. O filhote da evolução voava sobre a floresta próximo às folhagens das árvores, sentindo-as amaciarem seu fofo corpo amarronzado. Eevee adorava voar por entre as árvores, mergulhar no rio e emergir deste, fazendo as gotas d’água refletirem as cores do arco-íris com a incidência da luz do sol.
   Aqueles passeios o faziam lembrar de Leafeon e como ele sabia se divertir em sua floresta encantada apesar de tudo. De certa forma, o Eevee alado sentia a presença dele a cada árvore que desviava. Era reconfortante saber que Leafeon estava bem, onde quer que ele estivesse, pois estava na companhia de sua amada Glaceon, que o completava ternamente.
   Certa vez, Eevee começou a perceber que luzes estranhas começavam a aparecer no horizonte. Era algo que vinha de longe, tão longe que parecia outro mundo, tão longe que talvez até humanos vivessem lá. Eram luzes de todas as cores e, pasmem, elas costumavam apagar e acender em um ritmo certo, piscavam e brilhavam. Eevee tentou se aproximar, mas não conseguia chegar lá.
   Além das luzes, havia flocos de neve que caíam do céu e caixas enfeitadas com fitas aos pés de uma grande, grande árvore. Na verdade, aquilo era a primeira coisa que Eevee havia visto, era um pinheiro tão grande, diferente de qualquer coisa que ele tivesse visto. O filhote se esforçou mais uma vez e deu tudo de si para voar até lá, mas ele nunca conseguia alcançar aquele lugar. Cansado e contrariado, decidiu voltar para casa.
   No dia seguinte, Eevee mal se permitiu acordar direito e já foi buscar o auxílio do mais velho dos irmãos, Vaporeon. Era sempre assim, quando o pequeno encasquetava uma ideia, não havia nada que o fizesse mudar de ideia.


   Eevee adentrou o salão de Vaporeon novamente e se viu diante das cachoeiras que jorravam água do céu, das piscinas flutuantes e das plataformas inundadas que nasciam de um grande lago. Não havia grandes mudanças na casa de Vaporeon, tão sábio e tão constante, mas a névoa que encobria seus domínios havia cedido. Tão logo entrou, o filhote já avistou seu irmão.

   — Vaporeon, eu preciso de tua ajuda! Quando eu estava voando pela floresta, vi cores e luzes distantes. Eram de todas as cores e piscavam, também me lembro de ter ouvido risos de felicidade... Ah, também havia uma árvore enorme, cheia de caixas coloridas embaixo dela, o que era aquilo tudo? Diga-me, irmão, por favor, por favor!

   — Acalma-te, pequeno. Por que tu nunca me visitas com calma? Estás sempre ansioso para descobrir alguma coisa, nem toda a água de meus domínios podem saciar tua sede de saber! No entanto, creio que queiras conhecer o Natal...

   O tom calmo e sereno das palavras de Vaporeon contrastava com a urgência de Eevee. A criatura das águas sorria com ternura ao ver o brilho nos olhos do pequeno irmão, prestes a aprender algo novo e totalmente atento às palavras do sábio.


   — O que é Natal, Vaporeon?

   — O Natal é uma festa, uma celebração dos humanos. Muitos o comemoram por diversos motivos e até mesmo sem ter um motivo de verdade. É algo realmente muito especial, pois é uma das poucas coisas que eu conheço que seja capaz de espalhar amor e união entre as pessoas. A essência do Natal é a comemoração da vida.

   Os olhos de Eevee se tornaram duas estrelas brilhantes, ele havia nascido na Torre e nunca havia visto um humano, não sabia o que era o Natal, mas se encantou por ele desde o momento em que o conheceu.
   Eevee chamou todos os seus irmãos e pediu que Sylveon também desejasse uma festa de Natal para eles, pois ela tinha poder para tornar aquilo real. Era a única chance que Eevee havia encontrado de rever seus irmãos que partiram de volta para suas vidas, já havia muito tempo desde que se encontraram pela última vez e a saudade só fazia aumentar. Não havia melhor momento para reuni-los do que a tão celebrada festa da união dos entes queridos.
   Espeon e Umbreon ficaram mexidos com a ideia de uma festa de Natal, pois não tinham lembranças muito felizes. Sempre brigavam muito em casa, disputando a atenção da família, eram lembranças dos idos tempos em que os irmãos não se davam tão bem. Porém, algo dentro deles ansiava por um Natal de paz, como nunca haviam tido antes, seria tão único para eles quanto seria para Eevee, então os dois irmãos também consentiram. Vaporeon ficou em silêncio, apenas deixou que seus irmãos fizessem o que seus corações pediam.



   Todos estavam tão envolvidos com os preparativos para a festa que nem perceberam quando uma presença misteriosa se fez presente no mais súbito momento. Era um vulto disforme em forma de labareda, uma luz que flutuava em pleno ar sem se mexer, apenas deixando suas chamas balançarem.

   — Não pude deixar de ouvir vossa conversa, nem mesmo dos confins mais secretos do mundo. Quero ser a chama que aquece a todos neste Natal!

   Não tardou para que Eevee reconhecesse Flareon ali, seu jeito sério e caloroso jamais seria esquecido pelo filhote. Havia sido ele quem o ensinou a lutar, preparando-o para a batalha contra as sombras de Umbreon. Lágrimas se formaram nos olhos já pequeninos de Eevee...
   O filhote ergueu suas patas em uma tentativa de abraçar Flareon, mas não havia como abraçar um fogo que pairava em pleno ar. O ser de fogo se materializou diante de todos e foi tomado por uma profunda nostalgia ao estar de volta à torre depois de tanto tempo. Junto à sacerdotisa que o treinou, Flareon agora guiava os que estavam perdidos para que pudessem encontrar um caminho, podendo até indicar o caminho para a torre aos irmãos que precisassem.

   — Irmãos, eu vou viajar com o fogo e espalhar esta notícia como brasas! Contarei a Jolteon, Leafeon e Glaceon de nossa celebração. Esta é a data da família e nós somos uma!

   — Mas irmãozinho, tu sabes que ninguém que deixa a Torre da Evolução pode retornar, todos precisam... seguir em frente. Eu represento nossa mãe e sei que não podemos fazer isso!


   A intervenção de Sylveon pegou a todos de surpresa, menos Vaporeon, que não expressou reação alguma. Era como um balde de água fria nos planos de Eevee, não queria mais nada do Natal além da possibilidade de reencontrar seus irmãos. No entanto, Eevee já estava mais do que acostumado a desafiar o impossível e realizar seus sonhos. Afinal, que outro de sua espécie tinha asas para voar?

   — Então eu vou mudar isso, Sylveon! Mesmo que eles não possam vir até nós, podemos ir até eles! Esse é o meu desejo, podemos realizar nossos sonhos com as suas borboletas de luz, não podemos? É só desejarmos!

   — Irmãozinho, as coisas não são do jeito que tu pensas... Já tiveste o teu desejo concedido e nem eu mesma sei como a torre o aceitou.

   As palavras de Sylveon contrariaram o desejo do pequeno Eevee, ele já não tinha mais ideia do que poderia fazer para rever seus irmãos, ele já subia até o topo da torre todos os dias e nenhuma mágica acontecia por isso. Foi então que Eevee, ainda que um pouco relutante, tomou uma decisão.

   — Então, eu... quero mudar o meu sonho! Eu abro mão das minhas asas, mas quero ver Jolteon, Leafeon e Glaceon de novo! Não é justo que para sermos felizes tenhamos que nos separar! Não foi isso o que eu pedi, eu desejei que os sonhos de todos se realizassem e eu garanto que nenhum deles escolheu se isolar de nós!


   Eevee falava com força, mas soluçava entre uma frase e outra. Seu olhar era destemido, mas não era possível conter o choro que lhe caía pelo rosto tão tristonho e desolado. Vaporeon se aproximou do filhote e o envolveu em um abraço com sua cauda, como se já soubesse de tudo aquilo. Espeon e Umbreon também eram responsáveis pela torre, mas não sabiam como resolver aquela situação. Eles realmente precisavam de um milagre de Natal.
   Vaporeon sugeriu que todos continuassem com os preparativos para a festa, pois ela deveria acontecer mesmo com desfalques. Eevee fez um pouco de birra e passou todos os dias seguintes na busca incessante por uma solução. Espeon e Umbreon eram os únicos que conseguiam demonstrar felicidade naquele tempo, pois tinham motivos especiais para comemorar. Flareon desapareceu para continuar seus afazeres, na promessa de retornar durante a noite de Natal.
   Sylveon era a única que não conseguia encontrar algo para se distrair, a mais leve e feliz dos irmãos havia se tornado a mais triste. A fada havia sido a portadora da desesperança de Eevee, que a salvou e sempre lhe foi generoso. O filhote pediu que Sylveon tivesse alguém que cuidasse dela, permitindo que ela pudesse deixar a clausura do topo da torre. Sylveon sentia-se uma irmã ingrata por não poder realizar um desejo pela primeira vez em sua vida, justo ela, que sempre viveu para fazer os outros felizes.
   Os dias se passaram e Eevee já não mais alimentava esperanças de rever seus irmãos. Sempre que chovia, o pequeno ficava à espera dos raios, como uma forma de sentir a presença de Jolteon ali. Espeon era caprichosa, inteligente e organizada, todos se surpreendiam com sua incrível capacidade de preparar a festa de Natal, até Umbreon a admirava com sinceridade.



   Sempre que podia, Vaporeon também se apresentava para ajudar na organização da festa, mas passava boa parte de seu tempo na cúpula de diamante com Sylveon, no topo da torre. Eevee via o empenho que seus irmãos tinham para elaborar o Natal deles e se sentia dividido entre sua revolta e o carinho, já que todos estavam se mobilizando para tornar o seu sonho real. Era por Eevee que todos queriam uma festa de Natal.
   Os dias se passaram e o espírito natalino vencia pouco a pouco a rigidez da teimosia do filhote alado. A união dos irmãos conseguia amolecer o coração do pequeno, que finalmente se abriu para o verdadeiro sentido do Natal, o amor e a união da família.
   Os irmãos prepararam uma linda mesa de frutas sobre a grama às margens do rio. Era uma noite de céu estrelado e até mesmo uma árvore-de-natal eles tinham. Espeon havia pendurado diferentes flores para enfeitá-la e Sylveon se encarregou de materializar os brinquedos nas caixas de presente aos pés da árvore. O detalhe luminoso curiosamente ficou a cargo de Umbreon, cujos discos amarelos, que outrora ele usava para atacar, agora apenas adornavam a árvore-de-natal, como pisca-piscas.
   Toda aquela celebração cativou o pequeno Eevee, que voltou a sorrir e se esqueceu por um instante da falta que seus irmãos faziam. O filhote se entregou ao Natal e começou a voar ao redor da árvore repleto de alegria, uma alegria que contagiava a todos, até mesmo Sylveon. No entanto, a alegria deles ainda podia aumentar.




   Subitamente, Flareon se juntou à celebração de seus irmãos, cumprindo a promessa que houvera feito. Todos estavam tão felizes com a presença dele que nem repararam quando outros vultos começaram a se formar e caminhar na direção deles. Eis que do mais absoluto nada, um milagre de Natal se fazia acontecer ao trazer Jolteon, Leafeon e Glaceon de volta à torre!
   Sylveon ficou em estado de choque, até deixou cair a maçã que segurava com uma de suas fitas, estava prestes a comê-la. Os demais irmãos correram desesperadamente para abraçá-los novamente depois de tanto tempo de separação, menos Vaporeon, que caminhava tranquilamente ainda sem expressar a menor surpresa com aquilo tudo. Eevee estava genuinamente feliz e não desgrudava de Jolteon nem por um decreto. Glaceon andava com dificuldade, estava com algo amarrado em seu corpo por um pano e Leafeon lhe presta auxílio.
   A estranheza de Glaceon foi a única coisa capaz de captar a atenção do pequeno Eevee além da volta de Jolteon, que estava feliz e livre de toda a culpa que carregava. Quando todos se aproximaram de Glaceon para saber se ela estava ferida, Leafeon desamarrou o pano preso à sua amada. Era um ovo, o filhote de Glaceon e Leafeon que esperava seu nascimento dentro do ovo que a futura mãe carregava tão cuidadosamente.
   O coração de Eevee estava completamente espremido, não era capaz de expressar tanta emoção e sua alegria praticamente o sufocava, era tudo tão perfeito e tão incompreensível, só podia ser um sonho do qual ele não queria acordar nunca mais. Vaporeon surpreendeu seu irmão caçula com outro abraço não anunciado e usou sua cauda de peixe para brincar com o filhote.




   — Eu acredito que realmente fiz a coisa certa. Hoje eu realmente sou capaz de dizer que estou verdadeiramente feliz pelo que fiz. Quando Eevee subiu ao topo da torre, seu desejo mudou nossas vidas. Sylveon também chegou lá e deu as asas que nosso pequeno irmão sempre quis, mas... eu já estava lá no alto antes de vocês, então eu também tinha direito a um desejo. Até hoje, eu nunca havia usado o meu desejo, mas a hora chegou. Eu desejei que todas as famílias se reunissem na noite de hoje, desejei que a Torre da Evolução nunca mais separasse aqueles que estão unidos pelo coração!

   O desejo de Vaporeon havia se tornado realidade e todos os irmãos o rodearam para abraçá-lo. Era a primeira vez que todos os irmãos estavam reunidos além dos muros da torre, não havia a menor possibilidade de colapso na torre, pois suas bases eram feitas de amor, um amor de família e sólido como o diamante no topo da mãe torre.
   O amor entre os irmãos era tão profundo e repleto de carinho e compreensão que nenhuma barreira era capaz de impedir o seu encontro. Naquela noite, todos os Eevee de todos os mundos sentiram algo de especial, era um amor que tocava o coração de todos cuja espécie é a evolução.
   E foi nesse meio de união familiar, que o universo resolveu participar daquela festa e o destino os presenteou com algo ainda mais especial. No meio do abraço familiar, o ovo de Glaceon começou a brilhar, tremendo e rachando as bordas. O ovo estava chocando, prestes a eclodir. Era o nascimento divino na noite de Natal. O ovo se partiu e dentro dele havia um pequeno ser, uma vida que acabava de ser gerada. Respirando forte e chorando, um filhote de Eevee nascia ali mesmo, ainda com a pelagem ainda rala, extremamente frágil, mas ainda assim forte.
   O recém-nascido abriu seus pequenos olhos e logo foi tomado pelo colo de Glaceon e Leafeon. Era a primeira vez que Eevee via outro de sua espécie, totalmente como ele. Não havia mais nada que pudesse descrever aquele momento e tamanha perfeição. Eles podiam achar que não sabiam, mas haviam acabado de descobrir o verdadeiro significado do Natal.
E assim termina a história de hoje...


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   Eu não vou fazer discurso, eu não vou fazer discurso... x_x

  Ah, sabe... foi muito bom criar e participar deste projeto aqui na PBN na companhia de todos vocês. Eu me lembro de cada um de vocês, tivemos amigos que caminharam com a gente e depois se foram, tivemos e ainda temos novos amigos surgindo, temos os que nos acompanham desde o começo. Todos vocês são e vão ser sempre especiais para mim e parte viva das Crônicas! E eu não vou fazer discurso! xD

   Bom, ainda temos que continuar com a segunda temporada, certo? Então, eu gostaria de trazer o Tipo Normal na próxima vez e acredito que ele vá ser da região de Kanto! Algumas sugestões? Aliás, também ando pensando no Arcanine, que foi o nosso primeiro request, mas eu não tenho uma ideia para a história dele ainda, alguém se habilita? ^^

   Então, é isso! Um feliz Ano-novo para todos vocês! Vamos nos falar nos comentários, que tal? Um ótimo ano para todos! ^^




Créditos de imagem:
Merry Christmas!
Eevee natalino
Vendo cores e luzes
Vaporeon
Espeon e Umbreon
Sylveon e Flareon
O presente de Eevee
Eevee Noel
Jolteon
Glaceon e Leafeon
Família unida no Natal




Eu vou ficar muito, muuuito feliz se você clicar aqui! Olha:

 Crônicas de Bolso    Cápsula do Tempo


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