Crônicas de Bolso: Almas em Fogo - Rapidash (Parte 1)

Alola, pessoal!

Vocês gostam de mitologia nórdica? Já ouviram falar das Valquírias? Bom, eu sei que vocês gostam de Pokémon. Epa... mas espera aí, que parada louca foi essa que eu fiz de misturar mitologia nórdica e Pokémon?! Vai ter que continuar lendo pra descobrir. ;)

A história foi ficando tão legal, que eu tive que dividir em três partes para vocês terem noção de como ela se desenvolveu! Acho que fica legal começar a terceira temporada com uma história dividida em três partes, não acham? Hehe.

Vamos conhecer a história de Rapidash! Agora é pra valer, começou a terceira temporada das Crônicas de Bolso! Aliás, para ficar ainda mais especial, eu separei uma trilha sonora DEMAIS! Vale a pena ouvir mesmo que você já tenha acabado de ler! Clique AQUI para escutar, sim? ♪ ♫ ♪

Avante, valquíria! Escolhe bem os soldados para a batalha final!

Ah, claro! Parabéns para quem foi acertando ao longo dos últimos meses as dicas que eu fui deixando sobre o Pokémon que iria estrear a terceira temporada! Outra coisa, como eu disse AQUI, teremos a participação das Ultra Beasts em algumas histórias, então, façam suas sugestões! =D

Almas em Fogo: Rapidash (Parte 1)



“Avante, belas valquírias, honrosas servas de Odin! Os cascos trovejantes de vossos corcéis ressoam nos céus! As patas que marcam a terra tingem o alto com a aurora de cores. Brandi vossas lanças em defesa dos mundos!”

   A grande árvore sagrada, Yggdrasil, sustenta a vida nos nove mundos que mantém sob suas raízes e galhos. Desses mundos, Asgard é conhecida como a morada dos deuses, um lugar majestoso e de belezas incompreensíveis até para o mais sábio dos homens, o paraíso triunfal no qual os deuses protegem o equilíbrio em todos os reinos de Yggdrasil e assistem seus habitantes em suas vidas terrenas. Asgard também é o lar dos Einherjars, espíritos dos guerreiros mortos tombados em batalha com honra, que são trazidos para junto dos deuses pelas valquírias.

 
   As valquírias são divindades guerreiras, mulheres belíssimas e poderosas em batalha, cuja missão é servir ao Pai Odin e auxiliá-lo a formar seu exército de Einherjars para a batalha eterna durante o Ragnarök, o fim do mundo. As valquírias decidem o resultado das guerras, reerguem os guerreiros mortos e os levam ao grande salão de Asgard, o Valhalla, onde seus ferimentos são curados e lhes são servidos suntuosos banquetes à noite, após treinarem intensamente durante os dias. Um verdadeiro paraíso para os guerreiros.

Ouvi nosso chamado, filhos honrados de Midgard! Vossas lutas haverão de se perpetuar em glória eterna. Quinhentas e quarenta são as portas de Valhalla, Odin vos espera, valorosos guerreiros! Haverá um dia em que vossas espadas e lanças novamente serão necessárias e choverá fogo nesse dia.”

   O som marcado das grevas de ferro anunciava o retorno. Pétalas brancas escorriam pelo céu brilhante, de puro azul e esplendor. Um pelotão de valquírias marchava de volta para Asgard com os heróis humanos que acabaram de resgatar dos campos de batalha. À frente delas, estava Reginleif, montada em sua égua, cuja crina era feita de labaredas e um chifre poderoso emergia de sua testa tal qual uma lança afiada. Era Rapidash, a primeira de uma cria de cavalos de fogo, uma raça lendária dos descendentes de Gullfaxi, o cavalo dourado conquistado por Thor.
   Gullfaxi era rápido e forte, capaz de correr pelo ar, pela terra e pela água. As filhas de Gullfaxi eram as Ponyta, cavalos de fogo que habitavam a Terra, mas raramente eram visto pelos humanos. A primeira filha de Gullfaxi herdou todas as virtudes de seu pai e foi a única Ponyta forte o bastante para se tornar Rapidash. Essa égua de fogo foi oferecida como presente a Reginleif, a valquíria cujo nome significava herança dos deuses. No entanto, as outras valquírias nunca entenderam o motivo de Odin ter concedido um presente tão valioso apenas para Reginleif.

 
   Reginleif se dirigiu ao estábulo e removeu a armadura de Rapidash, para que pudesse descansar até a próxima missão. Rapidamente, a valquíria se reuniu novamente ao pelotão, já em vias de entrar no grande salão de Asgard com os novos Einherjars.
   Deuses, guerreiros e valquírias brindaram a chegada do pelotão com uma grande festa com vários barris de hidromel que nunca ficavam vazios. Valquírias e Einherjars comemoravam no Valhalla sob as bênçãos de Odin e todos os deuses.
   De dia, batalhas intermináveis; de noite, celebrações inebriantes. Assim era a rotina dos habitantes de Asgard, preparando-se para o último confronto. No entanto, tal batalha não estava tão distante quanto poderiam esperar.
   Numa certa manhã, Reginleif e Rapidash patrulhavam sozinhas as terras da Islândia, onde havia um confronto entre clãs nórdicos em vias de acontecer. Do topo de um pico gelado, coberta pelas neblinas geladas, Reginleif assistia a batalha dos homens, mas algo lhe chamou a atenção, algo pequeno e que desapareceu no céu por um breve instante. Eram dois pontos escuros cruzando as nuvens mais densas em direção ao oeste. Pareciam voar e se esconder ao mesmo tempo. Rapidash começou a relinchar e Reginleif tinha dificuldade para domar a égua arredia. Algo incomodava Rapidash, e a Reginleif também.
   Distanciando-se brevemente do campo de batalha, Rapidash levou a valquíria contra sua vontade em direção aos pontos negros que cruzavam os céus. Cavalgando em direção ao céu, Reginleif balançava sua lança para afastar as nuvens e clarear sua visão e assim conseguiu identificar os pássaros que voavam no horizonte, eram Huginn e Muninn, os corvos de Odin, seus olhos e seus mensageiros.
   Reginleif puxou as rédeas de Rapidash para que a égua não mais seguisse os corvos, já que Odin tinha domínio sobre eles, decidindo voltar para julgar a batalha entre os clãs que observava anteriormente. A égua se rebelou, pulava como um boi bravo, estava arisca como Gullinbursti, o temível javali de ouro. Rapidash se negava a ser controlada e correu atrás dos corvos como se os estivesse caçando, a luta contra os comandos de Reginleif acabou por fazer com que ambas perdessem os corvos de vista.


   Retornando para o campo de batalha, Reginleif ficou em choque. A guerra havia acabado e apenas os corpos sem vida jaziam ali, sutilmente cobertos pelos flocos de neve que começavam a cair. Porém, apenas os corpos estavam ali. Reginleif não chegou a tempo e as almas dos guerreiros, consumidas em suas pelejas mundanas, haviam se perdido no mundo dos espíritos errantes. Grandes guerreiros morreram sem glória e estavam fadados a perambular sem destino pela eternidade. O único destino que poderiam encontrar, talvez, fosse o caminho para Niflheim, o submundo gelado dos mortos, para serem devorados pela besta das profundezas, Nidhöggr.

Tende medo da pestilência encarnada, o dragão bestial que aterroriza os vis e impuros que vivem de forma imunda e morrem bem como viveram. Ao menos, servirão para aplacar o apetite insaciável do dragão que rói a preciosa Yggdrasil, adiando por mais um inverno o fim do mundo.

   Reginleif era uma valquíria valorosa, não era paralisada pelo medo. Era uma guerreira coroada pelos seus méritos, mas sabia que sua falta lhe custaria muito caro. Como esconder seus erros não era de seu feitio, Reginleif cavalgou lentamente com Rapidash em direção à ponte do arco-íris, a ponte de Bifrost, que se elevava do mundo mortal à morada dos deuses.
   Ao retornarem para Valhalla, Reginleif deixou Rapidash à frente dos portões do grande salão, removeu seu elmo alado e entrou com respeito e humildade. Os deuses estavam todos reunidos e o grande Pai Odin, com seu braço estendido, ouvia os relatos de seus corvos, que haviam retornado antes da valquíria. A presença de Reginleif gerou um silêncio dilacerante, a bebedeira e os festejos cessaram. Todos os olhos se voltaram para Reginleif, inclusive o de suas companheiras valquírias.

   — Senhor, meu Pai Odin! Solicito uma audiência convosco e preciso relatar um ocorrido extraordinário. Eu...

   — Deixaste que almas de guerreiros nobres fossem perdidas em batalha para sofrerem sem ter um mundo para habitar, Reginleif! E ainda perseguiste meus olhos como um lobo vulgar persegue um cervo! Basta!



E assim termina a história de hoje...


- - - - - - -


   Fala, galera! Então, parece que a história da Rapidash vai deixar um gostinho de "quero mais", não é? A primeira parte é só um "esquenta" (sem trocadilhos com o Tipo Fogo, por favor) para a grande aventura de Reginleif e Rapidash! Várias pontas soltas foram deixadas, né? E aí, quais são os seus palpites? Do jeito que vocês sempre têm boas ideias e pescam as coisas "no ar", certamente vão bolar uma teoria sensacional! ^^

   Por hoje é só, a gente se vê quarta-feira que vem para dar continuidade a essa história. Prometo que vários mistérios serão revelados! Uma ótima semana para todos nós! \o/









Eu vou ficar muito, muuuito feliz se você clicar aqui! Olha:

 Crônicas de Bolso    Cápsula do Tempo



6 comentários:

  1. EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE ( pausa pra respirar ) EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

    OMG NOVA TEMPORADA DE CRONICAS DE BOLSO!!!! UUUUUUUUUUUUHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU FINALMENTE!!!!!!!!!!

    serio gabriel vc anda me espionando? essa semana eu li um livro sobre mitologia nordica e fiquei apaixonada, e ai a primeira cronica da nova temporada tambem é da mitologia nordica? NOOOSAAA QUE COENCIDENCIA!

    eu to muito animada com essa nova temporada! sera que a Reginleif vai conseguir explicar o que aconteceu? por que rapidash perseguiu os corvos? tem muita coisa pra explicar em!

    sera que tem alguma coisa a ver com loki o deus da trapaça? ele fica la acorrentado mais vc disse que na cronica o Ragnarök esta proximo, e segundo a mitologia ele se solta quando o Ragnarök esta proximo, ele pode muito bem estar por tras disso! pode ser um plano para libertar o lobo fenrir!

    e as cronicas? vão ser quinzenais ou semanais?

    enfim gabs amo seu trabalho!!! continue assim!!!

    tchaaauuuuu

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    1. Lucia, eu amei seu comentário!!! Muito obrigado por vir aqui postar, eu fiquei tão feliz quando te vi aqui! =D

      Finalmente! Saiuuu! xD

      Caramba, sério? Me indica aí esse livro, quero ler também. Hahahaha. Que coincidência mesmo! xD

      Tem muita coisa pra explicar mesmo, felizmente você vai descobrir altas novidades no enredo na parte 2, já até publiquei. Corre lá pra ler! A verdade sobre os corvos foi revelada! =O

      Em vários momentos, cheguei a pensar em como o Loki entraria na história, mas não sabia exatamente como ele entraria porque... já tinha um "vilão" na história. Realmente, o que você disse faz sentido. Ele é o pai do Fenrir, que comeu a mão do Tyr. Ele se sacrificou para que pudessem prendê-lo se me lembro bem. Aí no Ragnarök, o Thor mata o Fenrir, mas acaba morrendo também. É muito trágico! Eu falei direito a história? É assim mesmo? xD

      Crônicas semanais para a alegria de todos! =D

      Muito obrigado pelo carinho e pelo comentário! Tchau! ^^

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  2. Aleeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeluuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuiiiiaaaaaaaaaaaa aleeeeeeeeeeeeeeluuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaa finalmente a terceira temporada chegou, mas sinceramente achei meio brisado misturar o mundo de Pokémon com mitologia nórdica ainda mais desse jeito sem motivo, se pelo menos dissesse que o mundo Pokémon era uma das 9 portas dava para aceitar, mas vou dar uma sugestão da ordem pelas partes, por favor não mande todas partes da crônica de rapidash em seguida, faça assim, ou parecido:
    parte 1 da crônica de rapidash
    de grama
    de água (poderia ser (primarina)
    parte dois da crônica de rapidash
    elétrico/normal/solo/dark/gelo (tanto faz)
    parte 3 da crônica de rapidash
    Enfim, admiro muito seu trabalho e tchau

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    1. Aleluia!!! xD

      Olha, a princípio, pode parecer meio "nada a ver" mesmo, mas se você olhar para a descrição do Gullfaxi e pensar que Ponyta e Rapidash podem sim ser criaturas mitológicas, fica mais verossímil, né? =)

      As Crônicas se passam em vários mundos, na verdade. Já tô eu dando uma de Marvel, haha. Porque a maioria se passa na Terra e não no mundo Pokémon, a da Mawile teoricamente se passa num reino encantado, como uma outra dimensão, embora eu ache que se passe entre a Espanha e a França. A única história que eu acho que se passa no mundo Pokémon mesmo é a da Latias, pode haver outras, mas não me lembro. A do Eevee, talvez? Era numa dimensão meio etérea, uma coisa meio surreal. Enfim, na prática, são vários mundos. xD

      Ihhh... bom, eu já havia programado a segunda parte porque já estava escrita... Na verdade, eu planejava mesmo fazer as três em sequência, eu perguntei na parte 2 o que as outras pessoas acham. Se a galera votar pra ter uma crônica diferente antes do final da história da Rapidash, eu coloco separado! =)

      Eu gosto muito da Primarina, mas ainda não achei um enredo digno dela, porque eu gosto muito dela mesmo. Minha starter em Alola. <3

      Para Grama, Voador, Fada e Lutador, eu já tenho histórias, mas os outros que você citou eu ainda estou indeciso. xD

      Muito obrigado pelo seu comentário! Volte mais vezes para comentar! Tchau! ^^

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    2. Alola novalmente Gabriel!
      Mas realmente é evidente isso e a saga da Mawile parece ocorrer em um mundo isolado por causa do feitiço do grande, lendário, invencível e irônico feiticeiro Klefki!E pode dar dicas de cada um?
      Sobre a da Primarina, pode ser a história de uma princesa que reinava no fundo do mar e havia uma pessoa próxima, uma PRIMA(rina, kkkk, zoeira, a primarina é a princesa, talvez até mesmo poderia ser duas primarina) que tinha inveja e queria o seu lugar e ela precisava sair do mar e buscar ajuda contra ela e pode ter houvido um lance meio atrapalhado entre quem estava disposto a ajudar e ela, e depois ela teve que se sacrificar para salvar seu povo, a fim de quebrar um feitiço, que acabaria com o povo e seu "cavaleiro/noivo/defensor/herói/salvador do reino" começou a governar seu povo.Dizem que o espírito de Primarina canta a fim de atrair um(a) escolhido(ou escolhida) para o mar para salvar seu povo novamente da feiticeira.Desculpe, sei que adora este Pokémon, mas foi o único que encaixou foi Milotic, e causará uma baita de reviravolta, talvez chinchou encaixe, e pode até mesmo, render uma continuação a respeito do chinchou, aí teria uma história pro elétrico.
      Tchau, de nada pelo comentário e obrigado por responde-lo.
      P.S.:Eu já voltei várias vezes e pretendo voltar várias vezes e você terá que adivinhar qual Pokémon já sugeri.
      Dicas:eu sugeri um Pokémon de alola, tem três formas e está na final, e tem 9 letras

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  3. ha historia é mais ou menos assim, mais tem uns detalhes ;

    Femrir foi o filho que Loki teve ao se casar com uma giganta, mais ele estava ficando cada vez mais selvagen, os deuses tentaram amarra-lo mais ele quebrou ate as cordas mais fortes

    ai os anões fizeram uma corda indestrutivel, a unica coisa que pode cortala e´a espada do verão, que Frey trocou por causa do amor por uma giganta de gelo.

    e sim Tyr se sacrificou para prender Fenrir, enquanto ele mordia e arrancava a mão de Tyr os deuses tiveram tempo de amarra-lo

    o Ragnarök começa quando ele se soltar, as cordas que prendem Fenrir e Loki estão meio que ligadas, quando Fenrir se soltar Loki se solta tambem, ai Fenrir engole o sol e o Ragnarök começa. mais ai Thor mata ele e tb morre, pelo menos dois filhos de Thor estão destinados a sobreviver então ele ainda vai ter o seu legado

    lol vou correndo ler a parte dois!!

    mais na verdade faz pouco tempo que eu tive aqui, sou eu a Mary! É que meu nome é Luciana De Maria Santana, mais meus amigos me chamam de mary ou lucia

    meio confuso né? kkkkkk

    tchau!

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