Crônicas de Bolso: Doses de Veneno - Muk

Olá, galerinha!

Cá estamos na nossa querida quarta-feira com as Crônicas de Bolso! Bom, o Pokémon de hoje é um daqueles que haviam sido anunciados em uma silhueta. Uma vez, alguém me pediu para falar sobre um cenário pós-apocalíptico e curiosamente esse é o tema de hoje em Doses de Veneno! =)

Se você é fã do gênero apocalipse zumbi e The Walking Dead, acho que você vai gostar! Bom, pelo menos, eu espero que goste. ^^

Trago a vocês hoje a presença de Muk! Se você sempre quis saber como seria um Apocalipse Pokémon, que tal dar uma lida? Falando nisso, deixo essas músicas AQUI como trilha sonora de hoje. =)

Quando tudo parece perdido, quando não há mais esperanças...

   A humanidade sempre tentou descobrir uma forma de alcançar a vida eterna. As pessoas parecem obcecadas com seu próprio fim e correm atrás de qualquer coisa que lhes traga de volta a força e a juventude, ao invés de viver da melhor forma possível. Às vezes, quando se quer algo que não se pode ter, o efeito pode ser contrário ao desejado. E foi a busca incessante pela vida eterna que trouxe o fim dos tempos...



Doses de Veneno: Muk



   Até agora, poucos são os que conseguiam acreditar no que estava acontecendo. Era como se o menor dos atos houvesse causado o fim da vida no planeta. Provavelmente, a humanidade nunca saberia a origem de todo aquele caos, não adiantava saber se foi negligência das autoridades ou um erro de cálculo. Fato é que aconteceu.
   Na capital da África do Sul, havia um polo tecnológico em desenvolvimento. Diversas universidades americanas, europeias e asiáticas possuíam convênios e incentivavam o intercâmbio para lá. Em especial, uma das áreas de pesquisa de maior presença na região focava em seus estudos acerca da genética e evolução.
   Sempre foi de interesse do ser humano encontrar a cura para todas as doenças ou descobrir uma forma de viver para sempre. Muitos pesquisadores apostaram na existência de alguma manipulação genética capaz de retardar o envelhecimento ou garantir uma saúde inabalável, mas o que eles conseguiram foi justamente o oposto do que tanto queriam.
   Com as tentativas, vieram sucessivas falhas no processo de criação de uma estrutura que alterasse a composição genética de uma pessoa e a tornasse imortal. Muitos experimentos fracassados foram jogados fora. A quantidade de lixo químico e micro-organismos produzidos em laboratório era uma preocupação constante, ninguém sabia o impacto que eles poderiam causar na natureza.


   No entanto, a grande preocupação dos pesquisadores se tornou um pesadelo. Devido a uma possível falha de isolamento, um vírus acabou contaminando o lixo produzido naquele centro. Tal vírus havia sido criado para combater agentes invasivos no corpo e destruir qualquer organismo nocivo à vida, esse vírus era a yveltalina.
   Como tudo acontecia sem o conhecimento dos cientistas, foi fácil perder o controle da localização da yveltalina. Tendo contaminado o lixo, o vírus foi transportado pelos caminhões de coleta para o tratamento adequado nos aterros sanitários da cidade.
   Uma das principais propriedades da yveltalina era sua capacidade de se adaptar à água, principal componente encontrado no corpo humano. O objetivo dos cientistas era promover um espalhamento rápido do vírus na corrente sanguínea de modo que todas as partes do corpo pudessem ser protegidas pela yveltalina.
   Porém, chegando ao aterro sanitário, a yveltalina se mesclou ao chorume e se difundiu por um fino córrego na vizinhança até alcançar um rio. A presença de rejeitos químicos e bactérias resistentes naquele lugar fétido incentivou a yveltalina a se tornar um vírus agressivo, capaz de lutar contra as impurezas daquele lugar.
   Não demorou muito para que pessoas e animais que conviviam com o lixo começassem a sentir fortes dores de estômago e irritabilidade na pele. A yveltalina atacava violentamente qualquer organismo vivo para limpá-lo de agentes nocivos, não importava o dano causado por sua atuação. Mas o pior ainda estava para acontecer, pois existiam seres compostos simplesmente de toxinas e rejeitos industriais, formados a partir da poluição da água.


   Os Grimer e Muk eram seres nascidos de uma concentração absurda de agentes químicos fortíssimos introduzidos na água. Eram capazes de matar a vegetação de um lugar simplesmente ao passarem por cima dela. Ingerir a menor quantidade do muco pegajoso de um deles já era uma sentença de morte ou, no melhor dos casos, de um coma prolongado por intoxicação.
   Não poderia haver pior combinação do que a yveltalina nos corpos dos Grimer e Muk. Por suas vidas serem compostas de poluentes químicos, a ação devastadora da yveltalina contaminou seus corpos e tirou-lhes a consciência e a capacidade de viver, mesmo que mantivesse funcionais.
   A combinação com o vírus tornou as criaturas agressivas e eternamente famintas por água, fosse pura ou contaminada. Os Grimer e Muk apodreciam e seus corpos estavam biologicamente mortos, mas eles ainda viviam. A yveltalina os transformou em mortos-vivos.
   A princípio, quase ninguém se dava conta do que estava acontecendo, mas os relatos de desaparecimento de funcionários do aterro sanitário começaram a tomar proporções de interesse midiático.
   As semanas se passavam e os olhos do mundo se voltavam para a África do Sul. Diversos repórteres e jornalistas desembarcaram no país para cobrir o que foi chamado de “mistério do aterro”. Com a pressão do povo, da mídia e do governo, a polícia se mobilizou para investigar os acontecimentos e todos exigiam explicações por parte dos pesquisadores.
   Mas foi em uma cobertura aérea que uma jornalista belga deu a resposta que o mundo tanto queria. Grimer e Muk foram flagrados em quantidades anormais por toda a extensão do rio perto do aterro. As criaturas foram vistas atacando pessoas e corroendo seus corpos, que queimavam em contato com a toxina mesclada ao vírus.


   Era como se os Grimer e Muk engolissem a pele das pessoas e os devorassem por completo, deixando seus ossos expostos. Depois de comer as pessoas vivas, os corpos das vítimas ficavam facilmente expostos à infecção da yveltalina, que se espalhava rapidamente pelo corpo e os transformava em mortos-vivos assim como eles. Humanos eram transformados em Grimer e Muk com ossos expostos em meio ao muco roxo que compunha seus corpos.
   As imagens obtidas pela jornalista Janine correram o mundo e uma onda de terror se instaurou. A capital do país se transformou em um cenário de guerra. As pessoas tentavam desesperadamente fugir para qualquer lugar. O caos tomou conta dos aeroportos e das fronteiras do país, pessoas eram pisoteadas em meio a multidões e a população de zumbis crescia exponencialmente para além das margens do rio e do aterro sanitário. Barricadas foram montadas e carros eram abandonados e incendiados para impedir o avanço dos mortos-vivos pelas cidades, mas eles sequer sentiam dor, apenas queriam despoluir as impurezas contidas em qualquer lugar onde houvesse água.
   Foi instaurado toque de recolher e os moradores eram proibidos de circular pelas regiões afetadas. À medida que os mortos-vivos avançavam, a yveltalina continuava a destruir tudo aquilo que contivesse toxinas nocivas à vida e a se fortalecer cada vez mais. Agora, já havia sinais de infecção respiratória por yveltalina. O vírus que antes se espalhava apenas pela água e pela pele, passou a ser transmitido pelo vapor d’água contido no ar.


   O governo distribuía máscaras de oxigênio para as pessoas, mas era como tentar se segurar a uma árvore em meio a um furacão. A energia elétrica e os telefones foram cortados para a população e pessoas se matavam por comida nas ruas. Era como se a humanidade pudesse olhar de frente para a sua própria extinção.
   Janine sabia que poderia não retornar ao seu país, mas foi obrigada a aceitar a missão suicida de continuar a cobrir o surto do vírus mais poderoso já criado em laboratório. Tudo se tornou escasso ali, até mesmo a esperança e a jornalista começou a se ver como parte da própria matéria.
   O centro de pesquisas de tornou refúgio para pesquisadores, médicos, jornalistas, policiais e líderes locais. A situação era tão crítica que as armas passaram a ter a mesma importância que a comida. Grupos eram formados para promover invasões em postos de gasolina e supermercados próximos para buscar alimentos, peças mecânicas, ataduras, remédios, baterias e outros recursos. As pessoas se armavam com bastões, machados ou armas de fogo para tentar combater os Grimer e Muk que tomavam conta das cidades.
   Outros grupos de sobrevivência também eram formados. Treinadores utilizavam suas criaturas para combater os zumbis, mas os embates corpo a corpo acabavam transformando seus parceiros em mortos-vivos também. Era muito difícil comandar uma criatura para uma batalha e vê-lo se transformar em um monstro para salvar a vida de seu treinador...

   Porém, todos os esforços em proteger o centro universitário tinham um motivo. Mesmo que os cientistas jamais admitissem que produziram a yveltalina, eles se encarregavam de encontrar uma cura que acalmasse o efeito abrupto do vírus, algo que o impedisse de atacar alguém, uma forma de fazer com que a yveltalina acreditasse que alguém era puro e não continha micro-organismos nocivos. A essa vacina foi dado o nome de xerneasina.
   Mas as condições adversas tornaram o projeto ainda mais difícil. A busca pela cura era praticamente uma missão impossível, não havia recursos e era questão de tempo até o centro de pesquisa ser invadido pela população crescente de mortos-vivos. A cada dia ficava mais difícil de encontrar alimento, os grupos de ataque precisavam ir cada vez mais longe para trazer menos comida e pior, voltavam com baixas.
   Já havia relatos de que a proliferação do vírus tivesse rompido o bloqueio do país, a cidade estava sitiada e casos de infecção pela yveltalina alojada nos Grimer e Muk já eram registrados em vários países ao sul do continente africano. Havia riscos de que pessoas contaminadas poderiam ter conseguido viajar até a Europa e iniciado outra epidemia por lá.
   Janine já não mais se importava com seu emprego, apenas queria morrer ou se salvar, queria que aquele apocalipse tivesse fim de um jeito ou de outro. Sua equipe já havia sido infectada e apenas a moça havia sobrevivido. O único registro que ela fazia era de sua própria experiência em seu gravador, retratando a vida no polo tecnológico como forma de não enlouquecer.
   Assim como havia ocorrido no projeto da yveltalina, várias amostras falhas também foram geradas na tentativa de criar o agente da xerneasina, que era perfeita na teoria. O medo de errar e toda a pressão psicológica sofrida pelo grupo de pesquisa debilitavam seriamente o processo.


   Sobreviver um dia já era considerado um milagre. Os grupos de invasão foram obrigados a passar mais tempo defendendo o perímetro do que procurando alimentos estocados em restaurantes ou medicamentos em farmácias. A produção de comida já havia sido interrompida há semanas e o pouco alimento disponível já estava com a validade vencida. Os poucos que não se tornaram zumbis morreriam de fome ou enlouqueceriam em pouco tempo, o fim era praticamente um fato consumado.
   No entanto, contrariando todas as expectativas, os pesquisadores conseguiram produzir um agente inibidor que emitia um artificial baseado na estrutura de ataque da yveltalina. Da destruição, fizeram a vida através da xerneasina, mesmo que o milagre não pudesse ser completo.
   As condições adversas de pesquisa fizeram com que a produção da vacina se tornasse insustentável em larga escala. Não havia tempo ou dinheiro suficiente para bancar a produção em massa de xerneasina. Toda a quantidade possível ainda seria pequena diante da necessidade em escala mundial para contrabalancear a difusão do vírus.
   A produção artesanal da xerneasina certamente não salvaria o mundo, mas seria suficiente para perpetuar a espécie humana. O grupo de pesquisadores foi o primeiro a receber as doses da vacina, seguido pelos médicos e membros dos grupos de defesa. Janine e os demais sobreviventes também foram medicados com a xerneasina, mas tiveram que amargar uma longa espera por não serem considerados uma prioridade.



   Quando os últimos humanos daquela região saíram do centro universitário, os Grimer e Muk já haviam destruído toda a cidade. As criaturas pareciam sentir aversão à xerneasina e se retiravam, não atacavam aqueles que haviam sido vacinados. Pouco a pouco, os Grimer e Muk foram deixando a cidade, ainda em busca de outros seres humanos. Por ora, aquele grupo estava a salvo e podia recomeçar o trabalho de reconstrução do centro de pesquisa e busca por alimentos.
   Era certo que a yveltalina continuaria a se espalhar pelo mundo até alcançar todos os continentes, mas os estudiosos também afirmavam que haveria um período de estabilização e possível declínio na difusão do vírus. A esperança era de que outros também fossem capazes de conseguir lutar contra a epidemia a seu próprio modo.
   Muitos ainda seriam infectados, mas também havia a chance de que pudessem existir outros grupos de sobreviventes ao redor do mundo. Ainda estava longe de a humanidade poder ver o amanhecer novamente, a noite escura trazida pela yveltalina estava apenas começando.



E assim termina a história de hoje...


- - - - - - -


   Eu estava doido para poder publicar essa história há muito tempo! Finalmente, consegui trazer o apocalipse Grimer/Muk aqui para as Crônicas! Esta foi uma das primeiras ideias que eu tive para a segunda temporada. Eu estava só esperando a oportunidade de falar sobre o Tipo Veneno novamente. ^^

   Espero que vocês tenham curtido! Eu sempre me divirto muito quando a gente muda o tom das Crônicas e faz esse passeio por gêneros diferentes. O que vocês acharam? Alguém aí quer compartilhar teorias de como sobreviver a um Apocalipse Pokémon? =P

   Se alguém quiser fazer um pedido especial para semana que vem, pode fazer! Ah, se alguém estiver fazendo aniversário, pede sugerir seu Pokémon favorito que ele pode ganhar uma Crônica também! Acho que é só isso, não é, produção? Então, a gente se vê nos comentários, pessoal! Uma ótima semana para todos! =D





20 comentários:

  1. Eu gostei e eubentedi as referências xernas e yveltal :-) [××]:-)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. E aí, tudo bem? ^^
      Você pegou a referência, boa! xD

      Quem melhor para representar o apocalipse Muk do que Xerneas e Yveltal, não é? Até a próxima! =D

      Excluir
  2. mais e os pokemos do tipo metalico eles são imunes a veneno e por que não yveltalina

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. É verdade, boa oberservação! ^^

      Mas cabe lembrar que o vírus não está relacionado diretamente com o Tipo Veneno. Eu prefiro pensar no Pokérus. Ele também afeta os Tipo Aço/Metal, não é?

      Quem sabe, em algum lugar do mundo, os outros sobreviventes não usaram Pokémon metálicos para lutar contra a invasão dos Grimer e Muk zumbi? É uma possibilidade. =)

      Muito obrigado pelo seu comentário. Até a próxima! ^^

      Excluir
  3. Faça sobre os tipo pedra,foi a que eu mais me emocionei até agora.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu sempre fico feliz quando alguém me diz qual foi a crônica que mais tocou seu coração. Muito obrigado! ^^

      Vou anotar um voto para Fortaleza de Pedra aqui. Até mais! =)

      Excluir
  4. Muito bom! senti uma pegada de ebola com The Walking Dead. Ansioso pela continuação!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim, sim. Referências! Referências everywhere! xD

      Espera aí, continuação?! Como assim, produção? Eu não havia pensado em continuar essa história. Primeira vez que eu penso nisso! Muito obrigado por comentar. ^^

      Excluir
  5. Normalmente eu não curto essas histórias sobre apocalipse zumbi,mas sou obrigada agostar dessa,adoro essas histórias que mostram como a busca por algo pode ter efeitos catastroficos no futuro.
    Ainda continuo sugerindo o Cinccino ou o ampharos para a próxima crônica.
    Uma ótima semana para vc também =D

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tudo bem, Jayasatya? ^^

      Nossa, a gente é bem parecido! Eu também não gosto muito de apocalipse zumbi (talvez porque eu não goste de terror também). xD

      Mas foi muito divertido poder escrever uma história dessas e fazer algo novo! Eu não estou acostumado a escrever histórias de terror e tal. Aliás, o Trevenant mandou lembranças aqui. kkkkkkk

      Ai, ai... esse Ampharos é um problema! Eu gosto muito dele e já tive algumas ideias para a crônica dele, mas eu nunca acho que está no nível que ele merece. Esse é o problema de escrever sobre os Pokémon que eu gosto. xD

      Sobre o Cinccino, ele tem muita concorrência, pois eu tenho várias histórias para o Tipo Normal. Não me lembro se já cheguei a comentar sobre isso, mas há alguns tipos que têm várias crônicas praticamente prontas, como Normal, Psíquico e Veneno, o suficiente para umas cinco temporadas! Agora, há outros tipos que vivem numa escassez eterna de ideias para crônicas. kkkkkkk

      Uma ótima semana para todos nós! =D

      Excluir
  6. Muitooo booom Gabs!!!!
    Sempre imaginei uma história de apocalipse com Muks, e agora é realidade o/
    Valeu, Gabs. Sobre Yveltalina e Xerneasina, eu fiz igual o Capitão América: Entendi a referência o/
    Bom, aguardo a próxima crônica, e espero uma do Cofagrigus o/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Fala, meu amigo! =D

      Sério que você sempre imaginou isso?! Que incrível, cara! Eu não sei porquê, mas eu sempre vejo uma coisa meio "zumbi" no Muk, hahaha.

      Fez igual ao Capitão América. kkkkkkkkk
      Se pode haver Pikachurin, por que não Yveltalina e Xerneasina? xD

      Cofagrigus anotado! Até a próxima, LoKu-kun! ^^

      Excluir
  7. Eu gostaria de uma cronica da Buneary e sua evolução Lopunny.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Isabele! Muito obrigado pelo seu comentário. ^^

      Eu já até tenho o Buneary e a Loponny anotados, mas eles sofrem da "síndrome do Tipo Normal". É o tipo que mais tem candidatos prontos para ganhar uma crônica, então a concorrência é grande. xD

      Mas eu também espero poder trazer a Lopunny em breve! Até mais! ^^

      Excluir
  8. Pera, vai ter continuação ne Bieu?

    Só queria dizer que meu aniversário é dia 19, então cai numa Segunda feira eu acho, talvez eu peça um pokemon sim!!! ^U^ só tenho q pensar

    Como combater o vírus? Eu pediria pra minha healer, minha parceira de pokemon Y, minha deusa, Spritzee e outros pokemon que tivessem o move, usar Aromatherapy pra no mínimo tentar diminuir a contaminação por ar..

    Alguns Latios e Latias e mais pokemon poderiam usar uns Heal Pulse pra curar os infectados...

    Alguns psíquicos poderiam criar barreiras para proteger os sobreviventes, e até lutar com uns golpes psíquicos de special attack, já que psíquico>poison em termos de efetividade, e alguns metálicos poderiam lutar ao lado dos psíquicos físicamente

    Olha, acho que seria legal uma crônica da Spritzee, talvez até continuando essa história cm a ideia que eu dei ali em cima, eu nao sou o maior fã da evolução da Spritzee mas quem sabe vc nao me surpreende?

    PS: Rafael comentador de comentarios longos is back, embrace yourselves!!

    Peraí, oq tão falando de referência sobre os nomes das vacinas?? n notei nada poxa! XD <3

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Fael, que saudades! Tudo bem? =D

      Continuação?! Como assim?! Isso nem estava nos meus planos! =O

      Já estou coletando algumas sugestões aqui e vendo como faço para encaixá-las nas semanas, mas pode pedir também! ^^

      Será que as técnicas de cura dos jogos funcionariam com um vírus tão poderoso quanto a yveltalina? Haja trabalho para as Chansey e Blissey! xD

      Eu gostei da ideia das barreiras psíquicas, mas talvez eles precisariam de muitos Pokémon para manter a barreira em funcionamento. Será que o Mr. Mime finalmente vai ser útil para alguém? =P

      Pois é! No início, eu gostei mais do Swirlix do que da Spritzee, aí eu vi as evoluções e não cheguei mais a um consenso! xD

      Seja muito bem-vindo de volta, comentador! Aeeee! =D

      Sobre as referências, acho que só faltou um Zygardina. kkkkkkkkk

      Até mais! ^^

      Excluir
  9. Andei sumido mas retornei
    Enfim, ficou massa a crônica da semana, curti o mar de referências. Ainda espero anciosamente pela crônica do Mienshao e do Reuniclus
    E então, viu o filme que indiquei?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Lucas! Que bom te ver de novo! Seja bem-vindo de volta! =D

      Fico feliz que tenha gostado da crônica do Muk. Foi mesmo um tsunami de referências, né? Só estranhei que ninguém comentou nada sobre o nome da jornalista até agora. kkkkkkkkkk

      Ah, o Reuniclus... por que as melhores sugestões sempre são para o Tipo Psíquico? Lá vou eu ter que esperar meses até uma terceira temporada... =(

      Sobre o Mienshao, é a mesma coisa. Eu já tenho a crônica de Espírito de Lutador pronta, hehe. Vai ser bastante reveladora! ^^

      Fun fact: meu Friend Safari tem Mienfoo. =P

      Você está falando do Whiplash? Eu assisti sim! Eu sempre fico me perguntando "Como é alguém consegue se sujeitar a isso?" quando eu assisto um filme assim. A atuação do J. K. Simmons é sensacional! Não sei porquê, mas esse filme me fez lembrar muito de Black Swan também. Valeu a sugestão! =)

      Excluir
  10. Demais! Eu já imagino você continuando a crônica, criando novas histórias sobre como o vírus afetou diversos locais do mundo, meio que fazendo uma continuação futuristica em contraste com o tom mais medieval que você deu a saga das fadas... Já imagino você narrando as realidades de diferentes pokemons neste mundo terrível... DEMAIS!
    Lembrei do Shaymin, pois na descrição da pokedéx, dizem que ele pode limpar a atmosfera de toda a espécie de venenos e impurezas. Acho que ele seria a cura para o vírus. Que tal uma crônica lendária? (Só mencionando mesmo, mas estou empolgado com as possibilidades...)
    Como sempre, impecável. Nunca me esqueço de acessar o site nas quintas para ver suas crônicas. É uma pena que eu tenha viajado e adiado a leitura para hoje.
    Trilha sonora incrível como sempre.
    Continue com o bom trabalho!!!!
    :)
    Obs: Foi mal o comentário super longo, ler deve ser um porre!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Fala, João! Tudo bem? =)

      Um porre?! Eu simplesmente amo ler comentário gigante! É muito bom! xD

      Continuação?! Sério? Eu acabei de escrever a saga da Mawile e já arrumei outra saga para me coçar, digo... sarna para me coçar. xD

      Admito que os cenários futurista e steampunk ainda precisam passear pelas Crônicas, mas eu não havia pensado nisso. =P

      Eu achei incrível como você já conseguiu projetar a realidade dos Pokémon nesse mundo pós-apocalíptico! Fantástico! Realmente, lutar contra a invasão dos Grimer e Muk zumbis seria difícil até para Pokémon selvagens. =O

      Para variar, mais uma da série "Água é o meu tipo preferido": enquanto você pensou no Shaymin, eu lembrei do Suicune. Ele tem o poder de purificar as águas poluídas. kkkkkkkkk

      Ah, fica tranquilo! Viajar nunca é uma pena, você acabou lendo mesmo assim! E olha que ainda está em dia, pois essa é a crônica mais nova ainda por cima. ^^

      Fico muito feliz por você gostar tanto assim das Crônicas. Muito, muito obrigado por tudo! Até a próxima! ^^

      Excluir

Seu comentário será publicado após a aprovação.
Comentários pejorativos e desviados do assunto abordado no post serão automaticamente excluídos.

A PBN agradece a sua participação!