Pokémon Origens: O anime que te faz querer voltar a jogar novamente! - Pokémon Blast News

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21/12/2015

Pokémon Origens: O anime que te faz querer voltar a jogar novamente!


Pokémon: The Origin foi ao ar no Japão no dia 2 de outubro de 2013
 (Sim, faz muuuito tempo), 
em celebração aos 17 anos de Pokémon!



             A homenagem feita através desse anime épico ficou por conta dos primeiros Jogos de Pokémon — que foram responsáveis pelo status que a franquia tem hoje, as versões Red e Green, lançadas em 1996. O especial narra a história de Red, o protagonista do jogo, e seu Charmander. É uma daquelas aventuras bem nostálgicas, sabe? Que todos nós — fãs de Pokémon —, já vivemos algum dia.

 

             Bem diferente do anime que conhecemos, estrelado pelo menino Ash ketchum (Chato bagarai, se bem que agora nessa temporada melhorou bastante...), este especial se aproxima fielmente daquelas versões originais que jogávamos quando éramos pequenos (Mentira, porque eu ainda jogo e tenho fucking 20 anos). A aproximação é tão extraordinária que você vai sentir que está jogando tudo aquilo novamente. Todos os sentimentos que um dia explodiram no seu coração, naquela ocasião me que você jogou pela primeira vez, virá à tona sem dúvida nenhuma. É, de fato, um reavivamento de tudo.

             O anime foi divido em 4 partes que tentam contar toda a experiência do game em buscar os 150 Pokémon originais, de Kanto. Como protagonista, Red não se diferencia muito de Ash. Ele começa a jornada com uma característica de ingenuidade e de imaturidade, o que vemos diariamente nos animes de Ash. Contudo, através do tempo, Red vai amadurecendo aos poucos e tudo o que fazia ser essa criança desajeitada, simplesmente desaparece. O que, se me permitem dizer, não aconteceu a Ash (não ainda). 



             No seu rival notamos uma grande diferença. Green, neto do Professor Carvalho (diga-se de passagem o Gary, do anine, mas em uma versão menos babaca, só um pouco menos), está notavelmente um passo a frente de Red, assim como no anime de Ash. Mas há uma diferença, como cite anteriormente: Green não é tão convencido quanto Gary, ele nos passa uma confiança boa, como se realmente entendesse de Pokémon, sendo, inclusive, inicialmente, muito superior a Red, bem diferente do game original, onde é um cara que sempre aparece para te atrapalhar, um merdinha total!


             Outra sacada foda foi a trilha sonora, totalmente original, lembrando a sonoridade do Game Boy, dando um acabamento perfeito para o especial. O que achei interessante foi os sons “estranhos” que os Pokémon emitem. São sons de animais e não a repetição dos próprios nomes, como foi sempre colocado no anime clássico. Na abertura e no fim de cada parte, as caixas de diálogo se abrem, similares as de quando se iniciava o jogo e as mesmas caixas aparecem ao longo das montagens que mostram a passagem de tempo entre cada parte. PQP... isso é muito legal!


             Em Pokémon: The Origin, tudo é tão próximo do jogo, com tantas referências pulando na sua cara, desde frases (“It’s not very effective…”) , o discurso inicial do Professor no início do game (e do especial) , a luta do Gengar com o Nidorino na televisão, remetendo à abertura clássica.


             Nostalgia a parte, cada uma das quatro partes é focada em um ponto marcante dos jogos originais. A primeira é sobre o início de tudo, as primeiras batalhas, os primeiros Pokémon, e é claro, no encontro com Brock. Já na segunda parte, o foco é na cidade de Lavander Town, na Torre Pokémon e no fantasma da mamãe Marowak. A terceira mostra os encontros de Red com o Giovanni, o líder da Equipe Rocket e oor fim, a quarta encerra com a Elite dos Quatro e o encontro com o Mewtwo, cobrindo assim, toda a história.




             Para finalizar, Pokémon: The Origin é nostalgia pura e é obrigatório para todos aqueles, como eu, gastaram várias horas, dias naquela telinha escura do Game Boy. Deixo para vocês um vídeo surreal. Vocês necessitam, como obrigação humana, assistir esse vídeo aqui embaixo. É uma nostalgia que talvez te faça chorar: 

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