Crônicas de Bolso: Simplesmente Normal - Audino - Pokémon Blast News

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11/02/2015

Crônicas de Bolso: Simplesmente Normal - Audino



   Olá, galerinha!


   Chegou a quarta-feira! Sabem o que tem hoje? Futebol na televisão?! É... bem, também tem, mas hoje é dia de Crônicas de Bolso! =)

   Hoje eu queria agradecer a todos vocês que leem, curtem, compartilham e comentam aqui e no Facebook! Neste domingo, completamos um mês de crônicas aqui na PBN. Parabéns para nós! O primeiro pedaço de bolo é de vocês todos! =P

   Como especial de aniversário, o Pokémon de hoje está na subsérie Simplesmente Normal e vai usar Heal Pulse até em quem só quer derrotá-lo para ganhar experiência, hehe. Com vocês, o nosso Pokémon Rare Candy, Audino! E, como sempre, senta que lá vem história! ^^

Feliz Audinoversário de um mês das Crônicas na PBN! =D



      Vou contar uma coisa para vocês: amor é fundamental. Amor pelo que se faz, por alguém ou por si, é preciso amar. E é com muito amor que eu trago mais esta história para vocês hoje, neste dia tão especial! Muito obrigado a todos vocês! =)


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Simplesmente Normal: Audino


   Diz a sabedoria popular que não existe coisa mais poderosa no mundo do que o amor e isto é uma grande verdade. É necessário amor em tudo o que se faz e a pureza deste sentimento é capaz de operar grandes milagres.
   Ao norte dos Estados Unidos, havia uma cidade de médio porte e afastada dos grandes centros urbanos, mas bem próxima das regiões mais frias do país.
   Como forma de contrariar as gélidas tendências do clima, a população sempre se demonstrou afetuosa e receptiva não apenas com os residentes, mas também com seus poucos visitantes. Havia uma aura de amor que se estendia por entre os homens e mulheres daquela região, vital para a sobrevivência de um povo em meio a tempestades e nevascas.
   Sem dúvidas, o maior ato de amor concreto e firmado da cidade era uma construção antiga, mas ainda bastante sólida, que servia de orfanato para as crianças que porventura ficavam sozinhas pelas intempéries da vida.
   Por mais controverso que possa parecer, o orfanato não era um lugar triste e desolado, mas um chafariz de amor que fazia com que as crianças se tornassem pessoas capazes e felizes com o tempo. Parte disto era responsabilidade direta de uma caridosa senhora de idade avançada, que tomava as rédeas do orfanato e distribuía ternura abnegadamente.


   No entanto, a gentil senhora não estava sozinha, ela possuía uma equipe de assistência e apoio pedagógico que trabalhava com ela, mas ninguém desta equipe possuía uma bondade mais genuína do que a doce Angeline. Era assim que as crianças batizaram a Audino que cuidava da senhora do orfanato.
   Angeline parecia humana, sabia como cuidar da saúde frágil de sua senhora e também era atenciosa ao escutar os dilemas dos pequenos e ajudá-los a resolvê-los.
   Porém, o tempo foi passando  e a saúde da idosa se deteriorando. As pulsações de cura pelas mãos de Angeline não eram mais tão eficazes quanto antes e nem seu desejo de manter a senhora viva foi capaz de ser uma realidade por muito tempo.
   As dosagens dos remédios ministrados pela Audino foram aumentando e as idas ao hospital ficaram cada vez mais frequentes. Era questão de tempo até que...
   Nem ao menos a situação financeira da instituição era favorável, a senhora não sabia dizer não a um pequeno órfão e as despesas só faziam aumentar. As doações recebidas das famílias e das empresas locais já não eram suficientes. O dinheiro era pouco até para pagar o salário dos funcionários, que, pouco a pouco, pediam suas contas, pois já não conseguiam mais pagar as contas em suas casas.
   Com tantas preocupações, não demorou até que a senhora finalmente passasse deste mundo. Parte do brilho e do amor que existia ali também havia ido. Agora, Angeline estava sozinha para cuidar de todas as crianças.




   Os meses foram se passando e as condições do orfanato foram decaindo. Por mais que ela quisesse, Angeline não era humana, era uma daquelas criaturas misteriosas que habitavam cada canto do mundo.
   A piora nas estruturas do orfanato, o orçamento quase nulo e a despensa vazia preocupavam Angeline, que começou a andar todos os dias pelas ruas da cidade, batendo de porta em porta, para pedir um pouco de comida para as crianças.
   Os pés da Audino foram ficando calejados, seu corpo se cansava e seu coração ficava apertado ao deixar as crianças sozinhas, sob os cuidados dos órfãos mais velhos.
   Toda essa exposição da situação do lar perante a sociedade fez com que os olhos da cidade se voltassem para Angeline. E a sociedade não via aquilo com bons olhos...
   Uma criatura não humana cuidando de crianças cujas vidas dependiam dela? A população não aceitou esta situação e julgou Angeline incapaz de cuidar do orfanato. Infelizmente, ela sabia que todos estavam certos, mas precisava cuidar das crianças.

   Uma noite, um levante popular se formou e o povo, com ânimos inflamados, marchou em direção ao orfanato para resgatar as crianças e dar um destino supostamente mais digno para elas, seja pela adoção ou pela transferência das crianças para outros orfanatos do país, o que poderia separar amigos e irmãos.
   Os gritos enérgicos dos reivindicantes acordaram a Audino e as crianças, que choravam assustadas. Angeline emanou uma vibração de tranquilidade e pediu para que todas se escondessem no porão, onde havia objetos pessoais, lembranças e bijuterias da antiga dona do lar.
   Angeline subiu as escadas e caminhou até o sótão, saindo pelo telhado para observar a multidão à frente do orfanato. Vê-la fez com que todos tentassem invadir o lar, quebrando portas e janelas. A Audino começou a se esquivar de pedras que eram arremessadas para assustá-la.
   Ela não sabia lutar, apenas curar e acalmar. Estava desesperada e não sabia o que fazer, só sentia um grande aperto em seu coração, do tamanho de seu amor. Angeline gritou em desespero, pois só queria o bem das crianças e seus olhos pequeninos e azuis ficaram marejados de lágrimas. Foi quando algo aconteceu.
   Angeline começou a brilhar e todos pararam para vê-la, nem ela sabia o que estava acontecendo. O amor da Audino começou a transbordar em seu coração e seu corpo foi se modificando. Angeline ficou branca como a pureza de seus sentimentos.


   Era um milagre que acontecia, Angeline conseguiu atingir a mega evolução por conta própria, sem pedras, pois seu vínculo com aquelas crianças era maior do que qualquer outra coisa.
   Angeline fez brilhar no céu uma linda aurora estrelada cujo resplendor caía dos céus e acalantava todos os corações dos manifestantes, que, assim como ela, estavam apenas pensando no bem das crianças.
   Uma sensação de amor e cumplicidade tomou conta de todos os que estavam ali presentes e toda agressividade cessou. Não havia espaço para raiva, o amor se expandiu e tomou conta de todos os corações que ali batiam.
   Pouco a pouco, as pessoas iam desistindo de lutar e começavam a ir para suas casas, com um sorriso doce no rosto. As crianças saíram do porão e encontraram Angeline, que não era humana, mas era um anjo.
   Depois de uma noite turbulenta, ela fez a única coisa que poderia fazer naquela hora, retornar os pequenos aos seus quartos, pois já era hora de criança estar dormindo, como se nada tivesse acontecido.
   Todos os habitantes da cidade dormiram o sono dos anjos e a noite foi cedendo lugar ao alvorecer. Angeline retornou à sua forma natural durante o sono e um novo dia chegou. Todos continuaram suas rotinas.
   Angeline levantou cedo e foi pegar as correspondências na caixa de correio como sempre fazia. No entanto, havia algo além de avisos de contas atrasadas, era uma carta. Ela pegou a correspondência e a levou até as crianças, que leram em voz alta:

— Angeline e crianças, estou retornando ao orfanato para cuidar da grande obra da vida de minha mãe. Sei que fiquei muito tempo ausente, mas estou pronta para dar continuidade ao que mamãe se dedicou com tanto carinho. Chego ainda esta semana. Beijos.


E assim termina a história de hoje...


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   Então é isso, pessoal! Esta foi a história de hoje. Espero que tenham gostado da carismática Angeline. Espero poder ler os comentários e respondê-los, o que é uma grande alegria e honra para mim! ^^

   Ah, sim. Qual subsérie vocês querem para semana que vem? Tipo Fada, Tipo Voador ou algum outro? Podem sugerir tipos que já passaram por aqui também, ok? Bom, por hoje é só isso. Uma ótima semana para todos vocês! =)


Créditos de imagem:
Bolo de Audinoversário
O orfanato feliz
O sono da senhora
A jornada de Angeline
Mega Audino




Eu vou ficar muito, muuuito feliz se você clicar aqui! Olha:

Crônicas de Bolso   Cápsula do Tempo


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