A Lenda do Vileplume de Ouro

E aí, treinadores. Tudo certo? Hoje estou dando início a nova série "Crônicas esquecidas de um Mestre Pokémon", com crônicas do mundo Pokémon, de minha autoria! É mais um projeto de Contos PBN e nele contarei lendas e histórias que você jamais ouviu! Preparados para fazer uma viagem?




Crônicas esquecidos de um Mestre Pokémon
A Lenda do Vileplume de Ouro
Por Daniel Schettini

As noites de Celadon costumavam ser extremamente escuras. Não escuras como uma caverna profunda, onde um feixe de luz reflete apenas as presas de Zubats sedentos por vítimas perdidas. Mas escuras de um jeito diferente. Becos compridos com pouca iluminação escondiam segredos e caminhos que só uma grande cidade podem esconder. Se não fossem pelos imensos edifícios iluminados certamente a grande metrópole da região poderia ser uma cidade bem assustadora.

Mas naquela época a escuridão dos becos da maior cidade de Kanto parecia ainda mais densa e assustadora. A presença dos Rockets, que com seus trajes ajudavam a trazer ainda mais tensão, parecia ter afastado as pessoas das ruas. O cassino já não era mais tão animado e os jovens da região pareciam ter medo de se misturar as sombras que os prédios faziam. O comércio fechava mais cedo, as casas eram trancadas mais cedo e o medo parecia instaurado. 

A ausência da líder Erika era notória. Os moradores da cidade já não se sentiam tão seguros para transitar livremente. Tudo parecia se resumir ao terror. Mas por entre os becos e ruelas de Celadon um rumor antigo voltava a circular. Sem uma líder para defender a cidade A Lenda do Vileplume de Ouro era o que dava esperança para o povo que apenas de medo se alimentava. 

Os mais velhos contavam que em tempos passados, há décadas esquecidas, Celadon se rendeu ao caos. Grupos de revolucionários com idéias erradas tomaram a cidade. O então líder de ginásio da cidade, Kellor, foi retirado de seu próprio ginásio, derrotado em batalhas covardes e assim entregando a cidade aos rebeldes. Foram tempos nebulosos. Mas Kellor tinha um plano e não fora derrotado em vão. O treinador deixara o seu principal Pokémon escapar: o Vileplume. Treinado para ser usado apenas na necessidade, o Vileplume de Kellor possuía as pétalas douradas, era um pouco menor que um Vileplume normal e era capaz de usar golpes que um Vileplume comum não usaria - como Draco Meteor e Psychic. Mesmo sem seu mestre, o Vileplume liderou um ataque com os Pokémon da região, e junto de seus companheiros salvou a cidade afastando as trupes de rebeldes que mandavam na região. Naquela ocasião um feixe de pétalas de ouro caiu por toda a cidade, afastando os inimigos e deixando os telhados e ladrilhos de Celadon amarelados até os tempos de hoje. 

A lenda diz que o Vileplume de ouro vive nas florestas que separam Celadon das cidades vizinhas e que somente um treinador justo conseguiria encontrá-lo. 

Naquele tempo em que estive em Celadon encontrei Bill, um especialista da região que acreditava firmemente que o Vileplume de Ouro era o responsável pela ausência de Erika, que estaria atrás da lenda criada por seu antecessor para que, com sua ajuda, expurgasse os Rockets da cidade. Bill afirmava ainda que registros locais provavam a existência desse raríssimo Vileplume - e ele estava lá para pesquisar sobre isso. Os moradores diziam que Érika voltaria e com a “Flor Dourada” salvaria a cidade, trazendo a luz de volta aos grandes prédios e ruas. 

Ouvi dizer que tempos depois um jovem treinador da pequena Pallet acabou ajudando a líder Erika a expulsar os “trajes negros” da cidade - com ou sem Vileplume de Ouro. Mas essa história fica para outra ocasião.



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