Crônicas de Bolso: Espírito de Lutador - Gallade

Olá, galerinha!

Eis que, depois de duas semanas, as Crônicas de Bolso voltam com tudo e mais um pouco! Eu estava morrendo de saudades de vocês já! Aliás, eu mal podia contar os dias para poder publicar... essa história.

A crônica de hoje parece ter acumulado forças em um Bide tão intenso que simplesmente ela está indescritível! Absolutamente tudo nela é especial de alguma forma. =)

De maneira surpreendente, a história de hoje já estava pronta há mais de três meses. E tudo começou pela cena final, essa crônica foi construída e trás para frente e absolutamente tudo que se liga a ela já havia sido traçado. ^^

Eu recomendo fortemente que vocês leiam a história de hoje, pois não vão se decepcionar. Se tem uma coisa que eu posso afirmar é que vocês não vão terminar essa crônica do mesmo jeito que vocês a começaram... Depois disso, só deixo essa trilha sonora AQUI para acompanhá-los...

Para sempre, memórias de um futuro não vivido...


   Um dos temas universais e mais inspiradores é, sem dúvidas, o amor. Todos querem viver um grande amor, é um consenso entre todas pessoas no mundo. Muitos falam sobre como é duro esperar até que ele aconteça e outros preferem enaltecer como ele torna a vida mais bela, mas... o que vem depois do amor?



Espírito de Lutador: Gallade



   O amor é o grande combustível do mundo, aquilo que é capaz de fazer andar e parar todas as coisas. É uma força tão poderosa que se encontra em todos os cantos do mundo e além deste. Amor é o que motiva desde as nobres lutas pelos ideais de alguém até o sentimento que faz com que se sinta com o coração de outra pessoa. Ele é tão poderoso que nem o tempo é capaz de contê-lo...
   Foi no equinócio da primavera que os dois se viram pela primeira vez. Era o começo das aulas na creche do Reino das Fadas e as crianças começavam a dar seus primeiros passos no mundo para conhecê-lo melhor.
   Um tímido Ralts havia acabado de entrar para a escola e toda aquela infinidade de fadas mirins assustava o pequeno filho único. Desengonçado, ficava confuso com tantas emoções diferentes em um mesmo lugar e esta sensibilidade o assustava facilmente. O menino se distraía facilmente e tinha sérios problemas para interagir com os demais colegas, nada ia bem para ele...
   No entanto, havia alguém que se destacava dos demais. Assim como ele, também era uma Ralts, mas uma menina. Ela possuía um encanto indescritível a ponto de fazer com que as flores desabrochassem para vê-la passar. Era apenas um pouco mais velha do que ele, mas tinha tamanha desenvoltura com os colegas e todos a escutavam.


   Aquela Ralts era doce como mel e seu sorriso amansava as mais violentas criaturas do outro lado da floresta encantada. Ela liderava os alunos, era inteligente e extremamente diligente, tomava partido de todas as discussões e sempre conseguia alcançar o equilíbrio. Era uma flor de diamante, bela e brilhante.
   O pequeno Ralts foi consumido por um sentimento único e arrebatador que nunca havia sentido, era algo que fazia seu coração apertar e lhe deixava sem reação. Sentia-se bobo e não queria mais nada da vida além de admirar aquela moça. Além de todas as suas qualidades, ela ainda lidava bem com os demais alunos, algo que o pequeno Ralts não era capaz de fazer. Ela simplesmente o completava.
   Dizem que o primeiro amor é eterno e talvez realmente seja, mas o primeiro grande amor é para todo o sempre. O garoto não sabia o que fazer para se aproximar dela, apenas se contentava de vê-la ali, de longe. A menina também nunca havia se dado conta de sua presença, mas gostava de ter alguém de sua espécie em sua classe.
   Certa vez, a pequena Ralts decidiu colher flores para ajudar na preparação de uma festa da escola, mas, como os alunos comuns não gostavam de ter trabalhos extras, se viu sozinha para organizar tudo. O garoto estava sentado em um balanço, olhando para o chão sozinho enquanto as outras crianças saíam correndo para ir embora.
   O dia estava quase acabando e ele continuava sozinho no parque, mas sua atenção logo foi direcionada para onde se ouvia um barulho. Quando ele se deu conta, lá estava a menina Ralts com tantas flores que mal conseguia segurá-las. O coração dele congelou, era a sua grande chance. Não havia mais ninguém ali, mas o pequeno Ralts ainda relutava, sofria com a ideia de que ela poderia rir de seus sentimentos, mas seu espírito era mais forte do que qualquer um de seus medos.






   Com passos vacilantes, ele se aproximou dela e apenas mexeu a cabeça para cumprimentá-la, sua garganta estava fechada, mas ele estava ali e era isso que bastava. O Ralts se abaixou no jardim e começou a segurar as flores para a doce menina, que aparentava estar prestes a chorar se não fosse pelo apoio dele.

   As duas crianças ficaram ali, colhendo cuidadosamente as flores para não desmanchar o jardim. A garota estava realmente disposta a trabalhar pela festa das flores no Reino, pena que nem todos se empenhavam tanto quanto ela.
   De repente, espinhos. A Ralts havia espetado seu dedo em alguma coisa que havia caído por ali. O menino arregalou os olhos e ficou boquiaberto, não suportaria vê-la chorar. Com o coração a galopes, buscou uma folha de capim e tratou de preparar um curativo na mão de sua querida amiga, que lhe sorriu como agradecimento. Os dois ficaram em silêncio por alguns instantes e subiam o olhar de tempos em tempos para verem o rosto um do outro. Foi então que a menina disse:

   — Você quer namorar comigo?


   O garoto não expressou reação alguma, simplesmente não acreditava no que lhe acontecia, era seu sonho se tornando real. Vendo a preocupação da garota com sua mudez, balançou a cabeça repetidas vezes em sentido positivo. O garoto sequer piscava. Deixando as flores caírem ao chão, a menina Ralts o abraçou com força e ambos quase caíram juntos sobre as rosas. Era o começo de um amor verdadeiro.

    Assim como o tempo tratou de fazer a infância passar, também ajudou a reforçar o amor dos dois. Estar perto de sua amada o fazia mais feliz, Ralts encontrava forças que desconhecia dentro de si e um incentivava o outro a se tornar alguém melhor. Não passava um dia sem que se falassem, estavam sempre juntos brincando e se aventurando pelo Reino. Ela também era como ele e um podia sentir o coração do outro.
   Ambos cresceram juntos e se tornaram Kirlia fortes e felizes. Ela sentia-se feliz por ser quem era, estava cada vez mais bela e inteligente, superava a todos os demais alunos e era eleita a representante da escola a cada ano que passava. Extremamente inteligente, estava à frente de estudos avançados de lendas e magias antigas, conhecia tudo sobre o Reino e até o Conselho das Fadas já estava de olho em suas habilidades. A juventude lhe trouxe menos desafios do que alegrias. Todas as qualidades já consideráveis dela se acentuaram, além de um talento natural para a dança que descobriu.
   Ao contrário de sua amada, a adolescência foi extremamente cruel para ele. Havia poucos garotos Kirlia no Reino e ele sentia-se cada vez mais isolado. Apenas ela o entendia, mas lutar contra todo o Reino era muito difícil. Os outros garotos caçoavam de sua aparência e de seu dom de sentir as emoções alheias e isso o revoltava, apenas ela era capaz de amansar seu coração com aquele sorriso encantador.


   Ele já não era mais o menino tímido que de nada sabia, já era um rapaz forte e convicto, dominava seus poderes, mas queria não ser mais tão sensível à dor dos outros. O Kirlia sentia na pele diariamente como era ruim ser subjugado por alguém que parecesse ser mais forte, compartilhava da dor das vítimas que eram atacadas por serem supostamente mais fracas. Se ele havia aprendido algo com sua amada, era que se deve lutar sempre por aquilo que se acredita e ter nobreza no coração.
   Jurando proteger os que não sabem se defender, o menino sensível decidiu se alistar para o Exército das Fadas, algo que calaria a boca de todos que o ofenderam no passado e o ajudaria a realizar seu sonho. Enquanto ela continuou seus estudos, ele optou pela vida militar após os anos escolares. Um apoiou a decisão do outro.
   Um era para o outro como o aconchego do lar, para onde sempre se retornava no final. O jovem Kirlia não tinha a mesma força física dos demais soldados, mas sua determinação, sua causa e o amor dela o faziam seguir em frente.
   Como um bom vinho, havia algo de especial na união dos dois que apenas melhorava com o tempo. Dizem que o encantamento se acaba, mas um continuava perdidamente apaixonado pelo outro, e mais, pelo que o outro era. Sendo assim, não demorou muito para que ambos crescessem e se tornassem adultos: ele, Gallade, e ela, Gardevoir.


    Gallade havia se graduado na academia e se tornado chefe de polícia, seus superiores o presentearam orgulhosamente com uma Pedra do Amanhecer, simbolizando a sua nova vida na Guarda Real. Era realmente o fim dos dias de sofrimento dele.
   Depois de poucos meses separados pelos seus objetivos, os dois se reencontraram novamente pelo sopro do Destino. Era impossível acreditar que eles poderiam se encontrar ao acaso, ainda mais no mesmo lugar onde abriram seus corações um ao outro pela primeira vez.
   Gallade estava patrulhando as ruas do Reino de cabeça erguida e sentindo-se contente consigo mesmo pela primeira vez quando viu alguém em meio às flores. Era sua eterna amada e ainda mais bela, Gardevoir.
   Ela estava parada olhando de longe para a escolinha onde cresceu com um profundo ar de nostalgia, no mesmo parquinho onde ele ficava cabisbaixo em seu balanço. O vento soprava e não eram apenas as flores que dançavam ao seu ritmo, mas também o lindo e puro vestido branco de Gardevoir.

   — Garde, é você?

   Gallade havia mudado bastante, mas ainda não sabia conter o efeito que ela lhe causava, sempre ficava sem reação ao reencontrá-la, mas ele também não fazia tanta questão de mudar isso. O cavaleiro correu em direção à sua amada, tomou-a em seus braços e a suspendeu em pleno ar, rodando com ela pelo jardim.



   Gardevoir estava simplesmente deslumbrante, estava alta e esbelta, dona de olhos cativantes. Era incrível como aquilo que parecia ser impossível de melhorar acabava redefinindo a própria beleza. Gardevoir se tornou uma respeitada líder na comunidade das fadas, era a mais jovem dos membros do Conselho das Fadas. Tinha a inteligência e sabedoria dos anciãos, o vigor dos jovens e a pureza das crianças. O que a tornava ainda mais incrível é que nada disso a fazia fraca ou acomodada, tinha determinação e disciplina quase militar. Determinação e sensibilidade, o que Gallade e Gardevoir mais tinham em comum.

   — Agora sou eu quem te peço, quer se casar comigo?

   Por mais que Gardevoir fosse boa com as palavras e soubesse manter a calma em situações tensas, ela não pôde evitar sua surpresa. Os olhos de Gardevoir buscavam os de Gallade e um sorriso bobo ficou colado em seu rosto. Sua voz tímida deixou escapar um “Sim.” igual a um sussurro.
   Os preparativos para o casamento correram às pressas, tamanha a necessidade que um tinha de viver ao lado do outro. Nada mais seria igual depois de celebrarem o sagrado matrimônio.

   Gallade lutava com afinco para proteger os inofensivos, não suportava a ideia da guerra e da opressão, sempre tomava partido dos que não sabiam se defender, como ele também não soubera antes. No entanto, lutar pela paz no Reino das Fadas não era tarefa fácil e a posição de Gallade como chefe de polícia o colocava em risco por muitas vezes. As fadas não tinham forte tradição no campo das batalhas, então todas as lutas caíam nas costas de Gallade. Era ele quem impedia que as criaturas de fora da floresta encontrassem o Reino.
   Gallade era o único que conseguia atravessar o encanto da floresta uma vez que sucumbiu ao seu sangue feérico, tornou-se lutador e abandonou a essência das fadas. Algumas delas o viam com menosprezo por não ser mais uma fada, mas abafavam o desprezo pela gratidão que tinham por ele, já que era Gallade quem sempre as defendia. Era a primeira vez que alguém rejeitava ser uma fada e isso não agradava a todos...
   Por sua vez, Gardevoir travava batalhas mentais nas reuniões do Conselho e muitos tinham inveja de sua aparente perfeição. Ela era firme e impiedosa quando julgava, sua generosidade não a impedia de fazer o que precisava ser feito.





   Era chegado o grande dia. Os sinos da igreja ressoavam com alegria o evento do ano. Foi novamente no primeiro dia da primavera que Gallade e Gardevoir decidiram se casar. Todas as fadas pareciam mais felizes e havia um ar de união familiar que envolvia a todos. Todo o Reino estava enfeitado com flores e faixas de seda, luzes mágicas brilhavam em todas as cores e iluminavam o céu. Até mesmo o grande carvalho dourado parecia deixar suas folhas se desprenderem e recaírem sobre todos como a chuva de arroz ou pétalas.
   Os músicos da orquestra tocavam seus instrumentos harmoniosamente e a melodia ressoava com o canto de todos. Os noivos foram presenteados com suas respectivas joias de evolução. O elo que unia um ao outro permitia que ambos alcançassem suas megaevoluções por amor.
   À frente do altar, Mega Gallade estava elegante em sua postura disciplinada, seu coração pulsava cada vez mais à medida que a grande hora se aproximava. O cavaleiro estava inteiramente de branco e portando sua longa capa de mesma cor, ideal para representar a pureza dos sentimentos que nutria desde menino por ela.
   Quando a marcha nupcial começou a ser tocada, até as nuvens do céu pararam, tudo para consagrar o grande momento, a entrada da noiva. Eis que ela surgiu à porta da igreja, Mega Gardevoir. Seu vestido parecia ter sido tecido pelos anjos, era um branco da mais pura beleza. Mega Gardevoir não conseguia conter sua ansiedade, segurava trêmula o buquê de rosas brancas que colheu no jardim da creche.



   A luz do sol entrava pelas frestas do portão da igreja para iluminar ainda mais a noiva. Lentamente, Mega Gardevoir seguiu pelo corredor em direção ao altar para entregar sua vida em nome do amor, da mesma forma que Mega Gallade a esperava para fazer o mesmo.
   Um arrepio percorreu ambos quando ela finalmente subiu ao altar. Os noivos entrelaçaram suas mãos e se olharam com ternura, prontos para escreverem o primeiro dia do resto de suas vidas. Era a realização de um sonho.
   Tudo estava tão sereno e tranquilo que ambos mal podiam ouvir as palavras de Clefable, que realizava a celebração. Mega Gardevoir fechou os olhos e sorriu com plenitude, imaginando-se ao lado de seu marido nas próximas primaveras.
   Ela apenas retornou à realidade quando sentiu Mega Gallade apertar suas mãos para acordá-la, Clefable havia concedido a permissão para o grande momento que selaria a união dos dois, o noivo podia beijar a noiva.
   Mas um barulho, como que se fosse o de um vidro se partindo, interrompeu a perfeição do momento. A música se silenciou, os convidados pareciam ter prendido a respiração após um grito abafado. Mega Gardevoir fechou seus olhos e aproximou seu rosto lentamente em direção a seu noivo até que sentiu algo estranho espetar seu peito.


   Mega Gardevoir franziu a testa e abriu os olhos, estava de cabeça baixa e a primeira coisa que viu era vermelha. A noiva encarava seu buquê e notou como suas rosas brancas se tornaram vermelhas como o sangue. Entre as rosas, algo pontiagudo lhe espetava sutilmente, parecia feita de ferro e só de tocar em sua pele, já a queimava.
   Confusa, Mega Gardevoir subiu mecanicamente o rosto e olhou para seu noivo à espera de uma resposta, mas ela sequer sabia que estava prestes a ver a cena mais triste de sua vida. A seta de ferro que lhe espetava o peito e cortava as flores era uma flecha sangrenta que cruzou o corpo de Mega Gallade.
   Ele já não sustentava mais as pernas e olhava apaticamente nos olhos de sua noiva. O corpo de Mega Gallade cedeu e caiu para frente, jogando-se nos braços de Mega Gardevoir e ajoelhando-se ao chão. Ele sequer havia tido a chance de oficializar a união dos dois.
   As imagens começaram a correr fora de sintonia e a uma velocidade absurda na mente de Mega Gardevoir, os eventos se confundiam e corriam de forma desordenada. Ouviam-se gritos e pessoas se levantavam, um vulto encapuzado parecia fugir pelo vitral quebrado da igreja, a luz refletia nos cacos de vidro e iluminava o corpo de Gallade. As fadas se desesperaram com o que havia acontecido e um caos se instalou na igreja do Reino.



   Mega Gardevoir não conseguia exprimir uma palavra sequer, apenas abraçava seu futuro marido com força, apoiando seu rosto sobre sua barriga. Em uma tentativa desesperada, a noiva tentou reanimá-lo e chamar por ele, mas já era tarde demais. Mega Gallade havia se partido como os vitrais da igreja e lhe tomaram um futuro que ele jamais viveria.
   Quando conseguiu recuperar sua voz, Mega Gardevoir amargou um triste grito que ecoou por todos os cantos do Reino das Fadas e todos ali consentiram com sua dor. Os demais guardas se mobilizaram para capturar o fugitivo, mas ele nunca mais seria encontrado. Mega Gardevoir permaneceu ali, o melhor dia de sua vida havia se tornado igualmente o pior. Não tomaram apenas a vida de Gallade, mas também todas as lembranças e histórias que nunca mais poderiam ser vividas por eles.
   Mega Gallade arriscou sua vida para proteger a todos no Reino e resolveram atacá-lo justamente no único dia que ele não seria capaz de revidar. Um sentia com o coração do outro e parte de Mega Gardevoir também se foi naquele dia. Agora ela estava sozinha e fadada a carregar todo o Reino em suas costas. O que ninguém esperava é que a morte de Gallade seria responsável por trazer o fim ao Reino das Fadas e nada mais seria o mesmo de antes, especialmente Gardevoir...


E assim termina a história de hoje...


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   E então, pessoal? Vocês não terminaram a crônica do mesmo jeito que a começaram, não foi? Essa história... ela realmente já estava pronta há muito tempo, esse é o verdadeiro primeiro (ou último?) capítulo da saga da Mawile, que mais parece ter virado saga da Gardevoir, né? =P

   E vamos às contas! O nome do Gallade tem sete letras. O número dele é #475, então 4 + 7 + 5 = 16 = 1 + 6 = 7! Além disso, ele é Psychic/Fighting, mas como entrou na subsérie Espírito de Lutador, então o tipo que tem sete letras é Psychic! Parabéns, Victor e Diana! Vocês acertaram o enigma! ^^

   Vejo vocês na outra semana, galera! Vamos matar saudades nos comentários, sim? Uma ótima semana para todos! ^^




À própria sorte...




Eu vou ficar muito, muuuito feliz se você clicar aqui! Olha:

 Crônicas de Bolso    Cápsula do Tempo


7 comentários:

  1. Nããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããooooooooooooooooooooooooooooooooo, Não pode ser!!! Pobre Gallade e Gardevoir, eles mereciam ter ficado juntos. Então foi por isso que Gardevoir nutria um ódio tão grande pelos tipo Metal, isso explica tudo. Agora tô curioso pra saber quem foi o Assassino do Gallade, me mostre isso Gabs o/
    Tirando minha revolta, essa crônica foi incrível, quando ela pediu ele em namoro e ele pediu ela em casamento, me arrepiei muito. Cara, como eu queria um anime sobre essa saga do Reino Fada X Reino Metal, mostrando tudo, desde a série principal(Arco da Guerra) até esses acontecimentos que a antecedem e sucedem.

    Ahh sim, sobre a crônica do Corsola, eu só não consegui comentar mas, eu li e achei incrível e tocante

    Até mais Gabs o/

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    1. Oi, LoKu-kun! Que bom matar saudades de você, meu amigo! =D

      Pobre Gallade... Eu admito, eu já tinha o final planejado desde o começo, mas escrever tudo do começo foi muito difícil. Eu fui me apegando à história dos dois mesmo sabendo que ele iria morrer no final. =(

      E tudo se explica, não é? Eu sempre falei que a Gardevoir era a minha favorita na história. kkkkkkk

      Ninguém sabe quem matou o Gallade, ele fugiu e nunca mais foi encontrado. Inclusive, a Gardevoir sofre por não ter sido capaz de capturá-lo. Provavelmente, foi alguém da floresta ou de fora do Reino. =P

      Ah, eu fico tão feliz que você tenha curtido as duas crônicas! Sinceramente, eu também queria assistir um anime com essa saga. kkkkkkkkkkkk

      Muito obrigado por tirar um tempo para vir aqui! A gente se vê na próxima! o/

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  2. Sem palavras para descrever essa crônica,tadinha da Gardevoir!Quase chorando aqui,OMG!
    Até a próxima!

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    1. E aí, Ricardo Gabriel! =D

      Tadinha da Gardevoir, né? Agora todo mundo sabe o que a levou a fazer todas aquelas coisas horríveis! Foi muito triste mesmo...

      A ideia da morte do Gallade é super antiga, mas escrever toda essa história sabendo que ela seria uma tragédia foi bem complicado! No final, eu estava até pensando em alguma forma de não matar o Gallade, mas não tinha como mudar isso. =(

      Mas eu fico feliz que tenha gostado desse capítulo extra da saga Metal x Fada. Muito obrigado! Até a próxima! ^^

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  3. Okay, eu contei os numeros errado dwuahuhaduauh

    anyway, EU NAO TINHA LIDO A SAGA MAWILE INTEIRA, ACTUALLY SÓ LI 2 CRÔNICAS, VOU LER O RESTO AGORA

    ... ... ... ... ... ... ... ... ... Como eu queria que a Gardevoir caçasse o assassino até a morte, mds

    Só que eu não entendi quem é o assassino, provavelmente explique na saga mawile, vou ler agora

    Achei a crônica incrível, tho, ta de parabens Biel <3

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    1. Fael, desde o ano passado que eu não te vejo! xD

      Pois é, o Pokémon da dica era o Gallade. Se atrapalhou nas contas, não foi? kkkkkkk

      Então, não sei se você vai precisar disso, mas a ordem cronológica é: Gallade, Gardevoir, Mawile, Bisharp, Sableye, Altaria, Klefki (parte 1 e parte 2). Só que eu recomendo ler Gardevoir e Gallade só no final! =P

      E a Gardevoir caçou! Aliás, acho que ela ainda tem esperança de fazer justiça pelo Gallade. Mas pode ir lá ler o resto da história, sim! Só que você não vai achar quem matou o Gallade porque... nem eu pensei nisso. Eu não pretendia fechar esse mistério, mas aceito sugestões! Quem você acha que foi? xD

      Valeu, Fael! Eu fico sempre muito feliz quando leio seus comentários! Muito obrigado! ^^

      Até a próxima! =D

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    2. Ae Biel, obg ^^ ovu pegar um dia pra ler todas =D

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