Capítulo 13: O sofrimento vém do céu. Celebi, mega shinka! (O Doador de Sonhos)


           Os olhos de Peter se abriram ao ver N. Uma faísca de esperança foi o suficiente para reacender uma chama ardente de um passado distante. O Pokémon de metal também ficou em extase. Finalmente iria ter o poder imortal na palma das suas mãos e isso, claramente, o deixava ciente de que, além de todos lá em baixo, ele era o único digno. Nada lhe dava mais prazer. Ele bateu suas asas duas vezes e as pessoas que batalhavam na cidade destruída perceberam o que estava acontecendo lá em cima. O exército feito de poeira continuavam atacando, matando e ferindo os humanos e seus Pokémon, mas os treinadores aliados de Red precisaram parar alguns segundos para admirar a cena que viam perante seus olhos.

           N? O que N estava fazendo ali? Eles tiveram um grande trabalho para escondê-lo e ele aparece assim, do nada, como se os esforços deles tivessem sido em vão. Se Peter conseguisse, se ele pegasse, estariam perdidos. Porém, o garoto sorria. Não estava nem ao menos se sentindo culpado pelo que fez, como se soubesse, exatamente, o que aconteceria depois de entregar o objeto a Peter. Isso não parecia assustá-lo.

           — Eu cheguei mais longe do que qualquer outro no caminho que leva à imortalidade. Muito mais longe do qualquer outro que, pelo menos, ousou pensar no assunto — dizia N com os olhos lacrimejantes. Ele não olhava para ninguém, somente para o objeto em suas mãos. O cubo estremecia em alguns momentos... — Eu me tornei menos que um humano para guardar isso. Na realidade, minha alma, como um todo. Mas hoje chegou o momento de libertar o que eu tenho de mais precioso. E não é porque eu quero, acredite em mim. Só anseio que essa guerra acabe. Que a cidade se acalme e os Pokémon descansem em paz.
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           N levantou o cubo para o alto e começou a murmurar uma música que dizia "Eu andei por uma terra vazia. Eu conhecia o caminho como a palma da minha mão. Eu senti a terra sob meus pés. Eu sentei do lado do rio e ele me completou. Oh coisa simples, pra onde você foi? Eu estou ficando velho. E preciso de alguma coisa para confiar. Então me fale quando você vai me deixar entrar. Eu estou ficando cansado. E preciso de algum lugar para começar" Isso foi o suficiente para o objeto se abrir e revelar o que guardava.








           — Vileplume, Leaf Storm!

           Gardenia gritou aos soluços. Estava esgotada. O exército de Pokémon pareciam não acabar nunca. Na realidade, eles, de fato, nunca iriam acabar. Eram poeira — quase parecido com fumaça. Não era um exército vivo, mas um exército morto... Não respiravam, não sentiam emoções, não falavam (repetindo seu próprio nome), apenas massacravam, destruíam e matavam sem ao menos olhar a quem. Gardenia, juntamente com Misty, Brock e Whitne tentavam destruir o máximo de seres possíveis. O que não era uma tarefa fácil, já que ao serem derrotados eles voltavam a respirar e com uma força ainda maior.

           Vileplume obedeceu a sua treinadora sem questionar. Estava cansado, debilitado, quase sem energias. Você pode se perguntar por que Gardenia, ainda assim, exigiu um golpe tão poderoso de Vileplume. A resposta é que o próprio Pokémon, através dos seus pensamentos, disse a Gardenia que só pararia de atacar quando não lhe restasse força para se sustentar de pé. E, mesmo depois de todos os golpes que sofreu, Vileplume se mantinha firme. Não somente por causa da sua treinadora, mas por todos aqueles que morreram.

           Com isso, a treinadora, em um pequeno choque de nostálgia, se lembrou da primeira vez que viu o Oddish. Ele estava preso em um galho e vários Pokémon selvagens se aproximavam para atacá-lo. Ela era pequena ainda, tinha seus seis anos de idade apenas. Ela viu que aquele Pokémon precisava de ajuda e saiu correndo em direção dele. Os braços soltos, os olhos acesos, a boca se delineando em uma frase infantil e pura: "Deixem ele em paz". Ela o abraçou com as duas mãos e o pressionou forte ao peito. Era pequena, por isso o Pokémon conseguiu se encaixar perfeitamente nos seus braços. Ele olhou para cima, viu os olhos da Gardenia de apenas seis anos e derramou alguns lágrimas que sumiram assim que o Pokémon abaixou a cabeça, desmaiado e cansado, nos braços da sua futura treinadora. Os Pokémon começaram a atacar os dois, machucando Gardenia e fazendo-a desmaiar minutos depois daquilo. Ela se recorda de abrir os olhos e ver Oddish tremendo de frio e de dor na maca ao lado da sua. Ela até tentou sair, gritou, se esperneou, mas ninguém queria deixá-la se aproixmar do seu Pokémon. No dia seguinte, ela se acordou com um Oddish curado pulando em cima dela na cama. A menininha, coitada, estava com o braço faturado e apenas sorria ao ver o pequeno Pokémon dançar de um lado para o outro liberando um pó doce e aromático. Desde então, os dois se tornaram amigos inseparavéis.

           Um dia Gardenia o salvou. Agora é a vez de Vileplume retribuir.

           — Força máxima! — gritou Gardenia sufocada com o próprio peso do corpo.

           As folhas das árvores se soltaram dos galhos secos. Envolveram a Vileplume exausta e, ao seu comando, subiram para o alto em forma de redemoinho. Eram fortes. Vivas. Chocavam-se umas contra as outras e liberavam relâmpagos ― eles não eram grandes, nem potentes, mas fabricavam ondas fortes o suficiente para expandir o chão debaixo de Vileplume e flutuar pequenos pedregulhos que sobraram dos prédios demolidos.

           ― Vamos colocar mais força nesse golpe. Mega Gyarados, use Hydro Pump! ― ordenou Misty de joelhos. Ela tinha sido atacada por três Dragonite nas duas pernas. Estava muito ferida, mas se recusou a sair do campo de batalha. Precisava ajudar, sem ela seus amigos não tinham a menor chance (não estava se vangloriando, apenas sabia que se com quatro pessoas estavam sofrendo horrores, imagine com apenas três)

           ― Esse jogo pode ser jogado por três! ― ouviram uma voz do céu ― Mega Charizard, use Overheat!

           O sol artificial trazido pelo Mega Charizard Y surgiu trucidando as nuvens. Rasgando-as, as afastando e deixando todos os Pokémon inimigos lá embaixo iluminados. Green saltou das costas do seu Charizard e caiu em cima de uma lata de lixo. Charizard sugou toda a energia que o sol lhe proporcionava, sugou até que não sobrasse nada (tanto que a estrela sumiu). Em seguida, rasgou sua boca e liberou uma carga altissima de calor e energia solar. O poder se junto com o Hydro Pump do Mega Gyarados de Misty e a energia contrária aconteceu. Era fogo e água. A combinação aconteceu da maneira que planejavam: a água adentrou o fogo e se tornou seu núcleo. As chamas passaram de vermelha para azul e um pequeno tornado envolveu a carga de energia unida. O Leaf Storm recebeu aquele choque e os três poderes dançaram juntos: folhas, fogo e água. Viluplume, sozinha, dominou aquele poder e o arremessou em direção ao exército. Porém, antes que o golpe se chocasse contra ele, apareceram três Pokémon psíquicos: Alakazam, Gardevoir e Medicham. Os três Pokémon negros fecharam os olhos e...

           — Não acredito nisso. Eles conseguem mega evoluir? — urrou Whitney, alto o suficiente para que todos a ouvissem. Ela tratava da sua Miltank ferida debaixo de um prédio destruido (ou pelo menos do que restou dele).

           Mega Alakazam, Mega Gardevoir e Mega Medicham fecharam os olhos juntos e concentraram seu poder psíquico. Brock sabia o que eles iriam fazer e antecedeu o ataque:

           — Mega Steelix, não deixe que eles impeçam o golpe. Rápido, use Earthquake e os derrube!

           Mas Mega Steelix não se moveu. Atrás dele vários Mr. Mime o prendiam em uma caixa invisível. E antes que Green libertasse outro Pokémon para ajudá-lo, que era o que o garoto estava pensando em fazer, Mega Alakazam, Mega Gardevoir e Mega Medicham usaram seu poder psíquico e anulou aquele golpe triplo. Mega Gyarados, exausto, perdeu sua mega evolução e caiu no chão. Misty saiu correndo para socorrê-lo, mas Mega Gardevoir a viu antes. Ela logo formou um Moonblast maciço e arremessou em direção a menina. Whitney viu aquilo e libertou seu segundo Pokémon...

           — Não vou deixar que vocês nos façam mal! Ditto, saia! — a géleia gosmenta se impregnou no solo e olhou diretamente para cima, como se já soubesse o que fazer. Como se Whitney não precisasse mover os lábios para identificar que Pokémon eles iria se transformar — Isso mesmo! Transforme-se!

           E, por incrível que pareça, Ditto se transformou no Mega Rayquaza!

           Misty conseguiu se esquivar do Moonblast e caiu em cima de seu Gyarados.

           Whitney deixou sua Miltank deitada sobre uma almofada que ela fez com a espuma das poltronas do prédio e se levantou fraca. Cambaleou um pouco, segurou seu braço esquerdo ferido com sua mão direta e sorriu. Levantou sua cabeça, as lágrimas descendo...

           — Destrua tudo! Use Draco Meteor!

           Ditto, em forma de Mega Rayquaza, voou para o céu.

           — Saiam todos daqui! — gritou Whitney — Todos eles serão destruidos, inclusive o campo de batalha. Vocês podem se machucar.

           — Eu não consigo sair, não tenho forças para andar — respondeu Gardenia ajoelhada. Viluplume, esgotado, olhou de relance para sua treinadora e gemeu de dor.

           Por não conseguir ajudá-la. Por não ter forças o suficiente. Por ser tão fraco.

           Mega Rayquaza já estava lá no alto. Estava preparando o golpe. Não tinha como parar!

           — Droga, cancele esse golpe Whitney! — gritou Brock correndo em direção a Gardenia — Não vou conseguir tirá-la a tempo.

           — Mas Ditto não vai conseguir me ouvir!

           Mas ele não precisou ouvir para parar. Outra coisa aconteceu. Algo que o fez cair lá de cima. Algo que o fez cair desmaiado no chão.






           Cynthia estava terminando de derrotar um exército de Pokémon aquáticos antes de se aproximar do campo de batalha. Ela estava em cima de uma ponte e conseguia ver bem o que se passava lá em cima. Ela pensou em ir ajudar, dar uma lição no Peter de uma vez por todas, mas sabia que precisava fazer algumas coisas antes. O professor Carvalho a mandou ficar ciente de que, caso pasasse 24 horas e ele não voltasse, ela teria que entrar no esconderijo secreto que ele mesmo criou. Ela se lembrou de que ele não havia voltado fazia muito tempo e saiu voando de volta para o laboratório nas costas do seu Togekiss.

           Uma vez lá, ela afastou algumas caixas de detrás de um grande aparelho amarelado e apertou no botão vermelho. O quadro de um dia comum na praia com seu neto Green rodou como um volante e as paredes quebraram ao meio, mostrando um lugar aconchegante e escuro. Ela sussurrou "Incendia" e as luzes se acenderam. E ela ficou fascinada.

           Parecia uma indústria de confecção de roupas. Várias máquinas de costuras ocupavam o ambiente em três fileiras de seis. O chão estava coberto de lodo e muita poeira. O teto era feito de vidro e eles estavam quebrados, liberando os fios de energias que faiscavam quanto tocavam um no outro. O ambiente fedia a carne crua e Cynthia pensou em sair dali, mas sabia o que precisava fazer e do quanto isso era importante. Ela desceu as escadas lentamente, pensando no momento em que recebeu as instruções. Ela, de cara, não queria aceitar. O professor Carvalho ir enfrentar Peter sozinho, depois de tudo que ouviu, depois de tudo que soube, não fazia sentido. Ela se sentiu, até mesmo, pátetica e imbecil por não ter se oferecido no lugar. Ela podia ir, era forte, corajosa, jovem, firme, conseguiria dar conta do recado. Mas, ao invés disso, ela ficou para ser iludida por Peter e se tornar um objeto de troca.

           — Só desça para o meu esconderijo quando chegar a hora — disse o professor Carvalho — E depois aperte o botão que está embaixo da caixa de papelão no final do galpão.

           Era isso que ela iria fazer, mas...

           O que eram aqueles papéis espalhados pela mesa principal? Ela se aproximou deles, receiosa. E ao pegar o primeiro deles que estava quase caindo no chão, sua boca se abriu, seus olhos alarmantes faiscaram e ela viu o que não deveria ver. O que era aquilo? O professor Carvalho, era, na verdade, um...



           — Lindo discurso, N — começou Peter, o sorriso no rosto, os braços cruzados.

           Dentro do cubo tinha uma pequena pedra. Era semelhante a pedra da mega evolução dos Pokémon, mas não parecia ser de algum deles. Era cinza, antiga, oval, frágil...

           — Não acredito no que estou vendo — susurrou Red, para si próprio. O garoto estava com raiva de ver N ali, depois de tudo que fizeram, mas a raiva sumiu assim que ele notou e percebeu o que aquela pedra representava. O quanto ela era perigosa. Mewtwo gemeu em seus braços... — Essa é a pedra virgem. Não acredito que você a tem, N. Ela estava sumida. O professor Carvalho nos disse que ninguém nunca havia visto. Nem mesmo a pessoa que a criou, já que ela era cega. Ela foi feito por um espírito, e ele mesmo entregou sua alma ao objeto. Essa pedra, ela... ela tem o poder de, N...

           — Ela tem o poder de mega evoluir qualquer Pokémon que a possua. Isso mesmo, Red. E agora ela é minha!

           — Você não vai entregá-la, N. Eu não vou deixar. — disse Red com o punho cerrado.

           — Deixe, sei o que estou fazendo. A pedra virgem não funciona da forma que Peter acha que ela funciona. Ele vai ter uma grande surpresa!

           — Eu vou ter uma grande surpresa? Percebo que você não sabe de muita coisa sobre mim. Yang, desça e pegue aquela pedra e a traga para mim.

           Em pouco segundos, algo em torno de instantes, Celebi desceu e arrancou as pedras das mãos de N, empurrando-o e o jogando ao chão. Red não foi ajudá-lo, pois já segurava seu Mewtwo. O Pokémon de metal, ilustre e com o esplendor de um deus, retornou para o seu treinador e entregou, com uma pequena reverência, a pedra virgem. Peter a olhou, segurou-a firme e a encaixou no coração da armadura do Celebi. Com isso, o começo de uma guerra começava. Algo muito além do que ele próprio podia imaginar.

           Celebi sentiu seu corpo queimar...






           E, longe dali, o homem misterioso limpava a faca suja do sangue do professor Carvalho com um pano de seda. Ele limpava e olhava diretamente para o laboratório de Peter. Bem, estava na hora de ir para o campo de batalhar e se mostrar. Estava na hora de mostrar ao Peter quem, de fato, era o chefe.


Olá, galera. Então, dessa vez não tem trilha sonora porque eu estou ficando sem repertório. Me deem sugestões nos comentários de músicas que vocês gostam, sério. Vou ficar muito feliz com isso. E não esqueçam de me dizer o que acharam do capítulo. Até a próxima!

Fiz uma parceria com o Ricardo Lira, galera, um verdadeiro mestre dos desenhos. Ele vai começar a fazer as ilustrações dos próximos capítulos, então, se prepare para não somente imaginar cada cena, batalha, gestos e etc, mas ver com seus próprios olhos. Por enquanto, acompanhe o trabalho desse mestre, segue todas as redes sociais dele:

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10 comentários:

  1. Quanta emoção neste capítulo,como sempre, ficou perfeito. Na minha opinião, sua fanfic daria um ótimo mangá, com a sua história e os desenhos do Ricardo. Como sugestão de música, eu te recomendo essa: http://www.youtube.com/watch?v=XD1cxSE25ck, é uma música que eu gosto muito. É isso maninho, é nóis sempre :')

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    1. só tem uma coisa no inicio agleser começou com cyndaquil ele conseguiu muitos pokemons mas após ser roubado o cyndaquil se envergonha de seu treinador e fuge ele encontrou pokemons tipo beedrill e spearow atacando ele então ele tinha uma master ball pediu que o oddish confia-se nele o oddish confiou ele levou até o centro pokémon e lá ele se despediu de oddish mas o oddish queria seguir com ele o oddish se tornou o primeiro pokemon de agleser eles foram melhores amigos e isso é só o começo eu tenho toda a história no youtube através de um jogo se quiserem eu os envio o site!

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  2. Esse capítulo foi ótimo. Teve bastante emoção. Espero o próximo.

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  3. Capítulo Ótimo, cheio de emoção! Mas um ponto "negativo" da Fanfic na minha opinião, é a falta de estratégias, só tem Pokémons soltando ataques super destrutivos. Não que seja um ponto negativo mas toda hora fica chato. Tá faltando estratégias bem boladas nessa fic. Outro ponto negativo é a falta de realidade, onde que a Miltank da Whitney ficaria ferida? Falta de realidade :v
    Continue logo em, sem pausas kkk

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    1. E o enrendo tá maravilhoso até agora.

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  4. FREAKING AWESOME! Embates emocionantes nesse capítulo (e não se trata só de batalha hein)! E lindo desenho do Lira. N fazendo o que dá na telha! Depois de anos escondido na fortaleza dos Plasma, acha que ele fica feliz em ser escondido e "preso" num lugar seguro? E lembre-se que N tem grande conhecimentos acerca dos mitos de Pokémon. Acho que alguém vai ser trollado... E esse mesmo alguém vai ser de-metido:

    "Estava na hora de mostrar ao Peter quem, de fato, era o chefe."

    Bem, ao menos Peter sabe que o chefinho não está feliz com suas atitudes:

    "enfrentar. Não somente a fúria dos seus inimigos, mas também a dos seus aliados — principalmente, uma vez que estava indo além da ordem superior."

    Peter, isso dá demissão por justa causa, viu?



    Só duas observações acerca da fic como um todo:

    1) Cuidado com seus títulos, eles podem dar spoilers sobre os próximos capítulos! (Ou então é só uma pista falsa, será? Mas nos capítulos 6 a 8 isso ficou claro).

    2) Atualiza o índice, por favor... Capítulos impressionantes estão fora dele, isso não está certo...

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  5. cara parabéns pelo trabalho leio a fic, fico viajando na imaginação tentando recriar as cenas. Uma sugestão transformar as fic em vídeos (episódios) seria muito legal.
    Abraço !

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    1. Bem, transformar em episódios uma fanfic é muito difícil, cara. Acho que a sua sugestão não daria certo. Ele pode até tentar pegando imagens feitas pelo Ricardo Lira e ir editando, mas, ficaria um pouco sem-graça. Até demais. Pareceria aquelas fanfics-novelas que têm no Youtube, onde eles pegam imagens quaisquer e editam, colocando cada uma em uma cena com as suas respectivas falas. Acho que ele precisaria ser profissional em parte de edição para conseguir transformar a fanfic em episódios. É melhor continuar como fanfic, mesmo.

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  6. aaah uma vileplume femea meu vileplume macho vai gostar disso ah ele tem uma forma tipo o greninja de ash ashgreninja o meu se chama agleserplume o mais forte de todos os vileplumes se quiser fazer batalha de vileplume apenas nós dois falando os comandos na vida real ou num jogo com serteza certamente eu e meu vileplume iremos vencer "vileplume trancenda a evolução agleserplume é hora da transformação"!

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  7. an meu vileplume é mais forte ainda mais quando ele se transforma tipo o greninja do ash ele vira ashgreninja já o meu se transforma no agleserplume "vileplume transenda a evolução agleserplume é hora da transformação"! meu vileplume é macho o seu é femea algum dia poderia nós batalhar contra com certeza eu e meu vileplume venceremos!

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