Crônicas de Bolso: Verdejar de Grama - Serperior

Olá, galerinha!

Estamos de volta com as Crônicas de Bolso, pessoal! Estejam preparados porque hoje temos mais um Starter Pokémon na jogada! Vocês conseguiram adivinhar quem é? ^^

A dica da semana passada foi: "Qual é o Pokémon que anda durante o dia e rasteja durante a noite?". E teve gente que acertou, boa! Naturalmente, a estrela de hoje é a querida serpente de Unova, Serperior!

Ou seja, hoje é dia do retorno da subsérie Verdejar de Grama! Espero que vocês gostem da história de hoje. Quem quiser deixar uma sugestão para a semana que vem, é só comentar. Então, chega de papo e vamos ao que interessa! =D

Como vocês gostaram da ideia da trilha sonora, vou deixar essa música AQUI para tocar ao fundo. Aliás, eu aceito sugestões de música também! Espero que vocês gostem! ^^

Sim, eu aproveito todas as chances de postar uma imagem de Milotic! xD


   Até onde ir para alcançar a perfeição? Ser o melhor de todos realmente é o mais importante? Todos buscam o sucesso, mas poucos sabem a hora de parar. Aliás, existe hora para parar? O que fazer quando se está no topo da montanha mais alta e se deseja subir ainda mais? Não existe objetivo quando se deseja ser maior que o próprio mundo.


Verdejar de Grama: Serperior



   Há tantas opiniões no mundo como há folhas nas árvores de uma floresta. Cada um costuma interpretar a vida de uma forma diferente. É bastante compreensível que se queira saber o sentido da vida ou o objetivo de se viver e é por isso que as pessoas buscam agir de acordo com o que acreditam.
   Também há aqueles que se questionam eternamente sobre suas próprias motivações e não têm certeza do que realmente desejam da vida. Da mesma forma, também há pessoas que definem uma meta na vida sem saber se é realmente aquilo que elas querem.
   Fato é que todos buscam um sentido em suas vidas para não se sentirem vazios e muitas vezes se iludem com o brilho das coisas, acreditando que tudo o que brilha é valioso.
   Em uma grande cidade russa, havia uma rica e renomada coreógrafa, que fundou o primeiro corpo de balé a não contar apenas com humanos. Era uma senhora respeitada e admirada por chefiar sua companhia com mãos de ferro.
   No entanto, nem todos os troféus e condecorações do mundo conseguiam satisfazê-la, pois a cada espetáculo, por mais primoroso que fosse, sempre apontava erros e via oportunidades de melhorar aquilo que já era muito bom.
 

   Certa vez, ela decidiu viajar pelo país em busca de novos talentos, as ditas pedras brutas, como gostava de se referir aos seus mais jovens bailarinos, já que ela se via como uma verdadeira lapidadora de artistas em formação. Porém, apesar de sua nobre justificativa, suas viagens mais lhe serviam como escapatória de sua própria vida, pois sempre estava em busca de algo que não tinha. Ela buscava no mundo a completude que deveria buscar dentro de si.
   No entanto, foi justamente em uma de suas viagens que ela encontrou aquilo que julgava ser sua mais nova estrela, a mais preciosa de todas as suas joias.
   Quando a coreógrafa passava em seu belo carro por uma estrada de terra em alguma cidade do interior, ela avistou uma Snivy convivendo com a população local. A pequena serpente andava com elegância e possuía um charme único ao realizar até mesmo atividades simples, como coletar gravetos ou colher frutas.
   Abaixando seus óculos escuros à altura do nariz, a mulher ficou boquiaberta e logo pediu que seu motorista parasse o veículo e abrisse a porta para ela. Deixando o carro, a senhora caminhou em direção aos moradores, que se espantaram com suas roupas de grife, e os perguntou sobre a Snivy.
   Disseram-lhe que ela havia sido encontrada em uma região de mata por aquelas bandas, mas não sabiam lhe explicar sua origem. Nunca houve populações naturais de Snivy naquela região, elas costumavam viver em florestas úmidas relativamente longe dali.


   A senhora demonstrou tamanho interesse pela serpente, que logo tratou de encontrar seu dono ou treinador. Pelo que lhe disseram, ela havia sido adotada por uma família há algumas semanas desde que fora encontrada. A coreógrafa ofereceu um generoso pagamento em dinheiro vivo à família, prometendo-lhes mundos e fundos. Os adultos logo aceitaram o acordo, era a chance de eles terem uma vida melhor, mas a rejeição ficou por conta das crianças que já haviam se apegado ao jeito delicado da pequena Snivy.
   Após muitas negociações e reencontros sucessivos, a diretora da companhia de dança finalmente conseguiu convencer a família adotiva de Snivy a entregá-la, dizendo que a serpente faria sucesso e seria responsável pela maior apresentação artística que o mundo já viu. Suas promessas faziam os olhos de todos ali brilharem, incluindo os da própria Snivy, sua joia suprema, a quem chamou de Jade.
   A coreógrafa cumpriu sua parte no acordo e pagou uma grande quantia em dinheiro pela posse de Jade, que nunca mais viu aqueles que a adotaram, iniciando uma nova vida. Era como se as duas trocassem de pele como as serpentes fazem e recomeçassem uma carreira rumo ao estrelato.
   Os primeiros meses foram de puro deslumbramento para Jade, que era tratada como uma verdadeira princesa. Os convites para estampar capas de revista e os ensaios fotográficos eram recorrentes, a pequena Snivy tinha aptidão natural para a fama e o luxo, conseguia ser encantadora mesmo sendo esnobe.
   À medida que o rosto e o nome da pequena serpente se faziam conhecer no mundo artístico, a coreógrafa começou a reescrever seu espetáculo cuja estrela seria Jade. O nome da senhora retornava cada vez mais forte como uma das diretoras de companhia de dança mais bem-sucedidas do mundo.


    Tão logo experimentava o doce sabor da fama, Jade também se iniciava nas aulas de dança. A senhora tratou de ser sua mestra em tempo integral e os ensaios ocorriam a qualquer hora do dia. A coreógrafa queria que sua serpente fosse sua mais perfeita bailarina e estava disposta a sacrificar o que fosse possível para isso.
   O tempo passou, os ensaios continuaram e Jade crescia como bailarina, tornando-se uma Servine ágil e habilidosa. A serpente possuía um estilo de dança único ao se envolver em um tornado de folhas e usar suas vinhas como extensão do movimento de seu corpo. Vê-la dançar era um espetáculo visual de sentimentos.
   Ela parecia compartilhar da mesma mania de grandeza que sua mestra, que se tornava uma professora cada vez mais severa. Ironicamente, aquilo que deveria trazer alegria e realização para ela, a fazia ser cada vez mais obcecada com os treinos.
   A cada passo fora do ritmo, a coreógrafa ralhava com sua Servine, que começava a sentir que o peso de suas responsabilidades superava o prazer de dançar. Jade revirava dolorosamente seu próprio corpo, mas nunca era o suficiente. A serpente se contorcia, desafiando a resistência de sua própria coluna, mas sempre faltava um pouco mais.
   Jade testava os limites de seu próprio corpo para alcançar a perfeição. Em pouco tempo de carreira, suas apresentações já eram memoráveis, era tida como uma bailarina genial, dançava melhor que muitos humanos. Os críticos ajoelhavam-se aos seus pés e o público jogava rosas no palco ao final de seus espetáculos. Tudo aquilo motivava Jade a continuar, mesmo que sua própria saúde fosse desafiada pelas aulas intensas de dança.


    A coreógrafa estampou capas de jornais e revistas e alcançou um patamar de glória mundial que jamais havia chegado. O nome de sua companhia tornou-se referência e atingiu o topo do cenário da dança. Seu nome era sinônimo de sucesso.
   Jade cresceu e tornou-se adulta, sendo consagrada com o título de Serperior mais bela do mundo. Sua vida artística alcançou os holofotes do cinema, sendo frequentemente chamada para realizar participações em filmes, seriados ou se apresentar em eventos internacionais, mas sempre sob o olhar atento e rigoroso de sua mestra.
   Apesar de todos os luxos e riquezas que ganhava, até mesmo o carinho de seus fãs não a fazia feliz, pois Jade sempre se via obrigada a ter o desprazer de dançar. Suas escamas já apresentavam marcas, tamanha a força com a qual executava seus movimentos. Volta e meia precisava de tratamento médico devido aos danos irreversíveis em sua coluna e tudo, claro, era ignorado pela diretora.
   Com a idade e a altura, começaram a surgir os boatos acerca de sua saúde física e possível decadência. Querendo provar a perfeição de Serperior, a coreógrafa trabalhou incansavelmente em uma apresentação inédita no maior teatro do país, sendo televisionado para diversos lugares no mundo.
   A serpente e sua mestra ensaiaram por meses os passos da coreografia e deram tudo de si naquele processo, esgotando suas forças para dominar a dança, ser a dança. Se havia uma coisa da qual Jade não podia se queixar, era de que sua treinadora a deixava trabalhar sozinha. Ambas eram focadas ao máximo e desrespeitavam suas próprias limitações para serem as melhores no mundo da dança de todos os tempos.



   Nada além da dança era de interesse da senhora, que nunca se casou ou teve filhos. Ela sequer tinha amigos, apenas colaboradores e parceiros de trabalho. Conhecendo apenas o mundo através dos olhos de sua mestra, a Serperior tomou para si a personalidade dela, herdando o vazio que a coreógrafa sentia e perdendo parte de sua alegria. Jade havia sido lapidada, mas perdido o brilho que tinha em estado bruto.
   Mas era chegado o grande dia. A elite da sociedade se reunia para assistir a tão falada apresentação do século. Holofotes, câmeras e microfones, ninguém queria perder o espetáculo da dança da serpente.
   Quando o sinal sonoro indicou sua hora, Jade assumiu o palco e foi ovacionada por todos os presentes. Com a música suave de início, a Serperior começou a remexer seu corpo, encurvando-se para trás até que sua cabeça tocasse sua cauda. Munida de leques, ela os abanava com suas vinhas e sua cauda, acertando precisamente os tempos e contratempos. Jade dançava conforme as folhas que soltava no ar, parecia voar sem sair do chão.
   Suas vinhas eram como chicotes, seu corpo inteiro era um instrumento de dança. Jade iniciou seu tornado de folhas, imprimindo mais força do que nunca a cada movimento. A plateia ficou estarrecida com o poder que ela exercia com sua performance. Era cirurgicamente precisa, invertia seu corpo como se sua coluna não fosse feita de ossos. A dança da serpente desafiava a ciência.
   A cada passo, a cada expressão facial, a senhora ficava admirada com o poder da dança de Serperior. Ninguém conseguia desviar o olhar, todos estavam hipnotizados. O ponto alto da apresentação foi quando a serpente se fundiu com o tornado de folhas, que cresceu assustadoramente.



   O poder de Serperior parecia contrário à natureza, mais ela se fortalecia quando deveria estar cansada. O que ninguém podia esperar era que Jade iniciaria a violenta técnica da tempestade de folhas, um movimento poderoso e que desafiava as forças de quem o utilizasse. Era praticamente impossível manter o ritmo da dança e executar uma tempestade de folhas sem perder o controle de ambas, mas a Serperior queria alcançar a perfeição.
   Sua tempestade foi se tornando cada vez maior e chegava a rasgar algumas de suas escamas, mas Jade olhava fixamente para o alto e insistia em executar aquela técnica com toda sua agilidade. Os leques que ela segurava começaram a voar de suas mãos e se juntaram ao movimento da tempestade. Quanto mais Serperior executava sua dança única, mais forte ficava, mesmo que aquilo danificasse suas escamas e sua coluna.
   Jade estava completamente cega, embriagada pela própria beleza de seus movimentos. A música começava a imprimir notas mais graves e a melodia tornava-se vigorosa como a dança. Ainda não satisfeita, a serpente iniciou sua grande finalização ao transformar suas folhas em lâminas, dançando em círculos com espadas voadoras em sua tempestade.
   A plateia passou a demonstrar mais medo do que encanto, as lâminas de folhas giravam tão rápido que pareciam a ponto de sair do giro da serpente e acertar qualquer coisa ao redor. O teatro foi tomado por desespero e alguns convidados começaram a sair dali. O chão tremia e a música reverberava nas paredes, ecoando em todos os lugares.



   Jade continuava a dançar como se nunca fosse terminar, sua apresentação estava quase perfeita e precisava de mais, queria alcançar o máximo. A tempestade de folhas tomou dimensões tão grandes que a própria estrutura do palco estava ameaçada. Os cabos de energia acima de Serperior já balançavam e anunciavam uma possível tragédia.
   Não tardou para que uma das espadas de folha cortasse os fios de energia e provocasse um curto-circuito. Faíscas caíam aleatoriamente e alcançavam as cortinas do palco. Um holofote foi atingido pela tempestade e caiu no chão, espalhando estilhaços de vidro por todo o chão. O fogo cresceu em uma velocidade absurda pelas cortinas e atingiu toda a parte elétrica do teatro, iniciando um incêndio de proporções jamais vistas. Todo aquele pânico era transmitido ao vivo por diversas emissoras, mas Jade continuava a executar sua dança até atingir a perfeição. Não importava o que poderia acontecer, a serpente alcançaria a perfeição naquela noite.
   Os gritos de horror eram ouvidos como congratulações pela serpente. Serperior estava em transe, tudo estava bem para ela. Não havia nada de errado na concepção dela, toda a plateia continuava sentada e aplaudindo sua dança. Ela sequer havia se dado conta do incêndio.
   As pessoas começaram a fugir do mar de fogo que tomou conta do teatro, apenas Jade e a coreógrafa permaneceram lá, admirando a perfeição dos movimentos. Barras de ferro começaram a cair do teto e tapumes tombavam. Toda a sala estava ruindo. Serperior só se deu conta do que estava acontecendo ao ouvir o grito desesperado de sua mestra, que havia sido atingida por uma das barras de ferro que caíram.


   A música não estava mais tocando e ninguém estava na plateia. Só havia fogo e fumaça. Os olhos de Serperior refletiam o brilho das chamas. Jade interrompeu sua apresentação catastrófica e procurou vorazmente por sua mestra, que estava presa embaixo de escombros. A serpente rebateu o fogo com sua cauda de água e abriu caminho em meio às chamas até alcançar a coreógrafa. A mulher já havia sucumbido pela inalação da fumaça, mas a serpente não se deu por vencida e carregou o corpo desmaiado de sua treinadora. Jade era leal àquela que lhe deu o mundo que conhecia.
   A serpente já estava acostumada a suportar a dor, carregar sua mestra não era dificuldade alguma. Quando Jade finalmente conseguiu cruzar o teatro em chamas, ela já podia ouvir a sirene dos carros de combate ao fogo, mas decidiu fugir com sua dona para outro lugar. Ela era como sua professora, as duas não suportariam encarar o fiasco em que aquela apresentação havia se tornado.
   Com as folhas queimadas e o coração esmagado, Jade sentiu o peso do fracasso. Seu mundo havia desmoronado e tudo em que ela acreditava ruiu junto. Jade começou a se questionar o porquê de tamanha desgraça e não conseguiu respostas, apenas mais perguntas e lágrimas. Estava ferida no corpo e no brio, mas precisava sair dali e ajudar a senhora a se recuperar em um lugar seguro.
   De certa forma, a Serperior conseguiu atingir seu objetivo, pois realizou talvez a apresentação mais inesquecível que o mundo teve o desprazer de ver. Agora, só lhes restava uma única alternativa, fugir e recomeçar, trocar de pele, como as serpentes bem sabem fazer.


E assim termina a história de hoje...


- - - - - - -


   E aí, pessoal! O que acharam da história da Jade? Eu gosto muito de Serperior, eu sempre a escolho quando jogo em Unova, ela é uma dos meus Starter Pokémon preferidos! ^^

   Ah, sim! Não posso me esquecer disso. Eu não faço ideia de que Pokémon trazer na semana que vem, vocês têm alguma sugestão? Vocês sempre têm ótimas ideias! Pode ser uma novidade ou um pedido antigo mesmo. Se alguém quiser deixar uma sugestão de música de fundo, está valendo. Vamos lá, pessoal! As Crônicas só existem porque vocês são parte do nosso time! =D

   Espero poder encontrar vocês nos comentários. Uma semana passa e eu já sinto saudades de vocês, amigos! Uma ótima semana para todos vocês, pessoal! =)






Créditos de imagem:
Serperior e Milotic
Vida nova, pele nova




Eu vou ficar muito, muuuito feliz se você clicar aqui! Olha:

 Crônicas de Bolso    Cápsula do Tempo


14 comentários:

  1. Essa crônica me fez invejar a Jade e a sua mestra, pois queria ter essa personalidade, atitude e auto-estima que ambas possuem. Me lembrou o protagonista do filme Whiplash (recomendo pra quem curte histórias de superação).
    Mas acima de tudo, boa crônica. Por um minuto achei que a Jade iria quebra alguma parte óssea do corpo, assim ela iria poderia ter aprendido a conhecer seus limites e, por consequência, ter dado mais pressão no momento da apresentação.
    Para a próxima crônica, caso esteja interessado, candidataria um Pokémon favorito meu: Mienshao

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Realmente, a Jade e a coreógrafa possuem características admiráveis, mas nem tudo são flores para elas, não é? Você pode tentar se espelhar na atitude delas, mas sem cometer os mesmos erros. =)

      Eu não conhecia o filme, valeu pela indicação! Vou dar uma olhada. ^^

      Pois é, a Jade não teve problemas sérios por pouco, ainda bem que ela foi interrompida a tempo. Talvez as duas tenham aprendido a lição depois do incêndio no teatro. Sucesso sim, mas não a qualquer custo, né? =)

      Oba, Mienshao! Ele é um dos meus Pokémon favoritos do Tipo Lutador. Eu gosto muito do estilo de luta dele. Muito obrigado pelo comentário e pela sugestão! ^^

      Excluir
  2. muito bom essa cronica, tambem adoro a serperior sempre que jogo pokemon b/w e b2/w2 eu escolho ela como meu inicial eu fiquei bravo com o anime da região de unova pois eles não aproveitaram muito os pokemons de la nem a snivy, o proximo pokemon podia ser o salamence

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Serperior é muito amor! Eu consigo até dizer que ela é a minha Starter Pokémon preferida de todos os Tipo Grama. xD

      Eu não assisti a saga Best Wishes, mas já ouvi dizer que boa parte dos Pokémon do Ash foi mal trabalhada no anime... É uma pena que, dos três iniciais, só o Tepig tenha evoluído e nem mesmo chegou ao estágio final.

      Salamence? Boa ideia. Ele se encaixa bem nas duas subséries! Eu gosto muito da história do Bagon na PokéDex. Muito obrigado pela ideia e pelo comentário! ^^

      Excluir
  3. O que dizer sobre a Jade, Gabs??? Ela foi do paraíso ao inferno em apenas alguns minutos, senti dó dela =(
    Já a mestra dela, não pude evitar de sentir raiva dela...
    Agora uma trivia minha: Adoro Serperiors!!!!! \o/
    O Time mais memorável que viajou comigo por Unova foi Serperior, Unfezant, Conkeldurr, Chandelure, Jellicent e Vanniluxe. Por isso tenho um carinho especial por todos eles. Aliás, pq não usar chandelure na próxima crônica??? Dá pra fazer uma ótima cronica de terror com ele ;)
    Abraço Gabs, té semana que vem o/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. LoKu-kun, como vai? Tudo bem? =)

      Acho que você definiu perfeitamente toda a tragédia do espetáculo da Jade. Eu também senti um pouco de raiva da mestra, mas ela também foi responsável por apresentar toda a vida de riqueza e fama da Jade. No final, as duas são vítimas de si mesmas.

      Fãs de Serperior, unam-se! =D

      Nossos times de Unova têm alguns Pokémon em comum, que maneiro! xD
      Também gosto muito de Unfezant e Chandelure. Jellicent já fez parte dos meus times Monotype-Water da vida. xD

      Inclusive, eu já andei pensando muito no Chandelure. Também acho que ele se encaixa melhor em Enigmas de Fantasma. Com certeza, ele é uma possibilidade! Muito obrigado. ^^

      Até semana que vem! =D

      Excluir
  4. Omg,finalmente,desde que comecei a acompanhar as cronicas estava esperando isso,lindo,serperior é meu favorito dentre todos os pokémon,inclusive,Jade é o nome do meu serperior no showdown.Simplesmente amei,meu poke favorito na cronicas,é praticamente um sonho realizado.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Karen, que coisa boa poder ler isso! =D

      Eu fico realmente muito feliz que a sua hora especial aqui nas Crônicas tenha chegado. É muito bom quando o nosso Pokémon favorito é a estrela do dia! ^^

      Sério?! A minha Serperior também se chama Jade! Que coincidência incrível!. Eu me lembro de ficar dando soft reset até ter uma fêmea, eu nem me importava com a nature dela. =)

      Essa crônica foi feita especialmente para você mesmo sem eu saber! Essas coincidências são mesmo mágicas, como um sonho realmente! Muito obrigado por ter gostado tanto dela. Fico feliz que tenha feito jus à sua Jade. ^^

      Excluir
  5. Adorei essa crônica!
    Na próxima, quero muito um Zebstrika!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sabia que sua sugestão me deu uma ótima ideia para um futura crônica com a Zebstrika? Adorei a ideia! Muito obrigado por comentar e pela dica! ^^

      Excluir
  6. Só encontrei uma palavra para descrever essa crônica:Fantástica!Serperior também é um dos meus Pokémons Iniciais favoritos inclusive uma Snivy foi o primeiro Pokémon que eu tive.
    Concordo que uma crônica sobre o Mienshao seria bem legal,mas também poderia ter uma crônica da série Simplesmnte Normal estrelando Cinccino

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Jayasatya, que maravilha te ver por aqui de novo! Muito obrigado por aparecer aqui! ^^

      Muito obrigado pelo carinho, fantástico é saber que você gostou da história! Snivy foi a minha primeira Pokémon em Unova também. =D

      Mais um voto para o Mienshao e outro para a Cinccino! Aliás, mais um voto para Simplesmente Normal, que também recebeu um voto nos comentários do Facebook. =)

      Até a próxima! ^^

      Excluir
  7. Biel, aqui tem umas trilhas sonoras de Steven Universe, seria legal colocá-las de fundo ^^

    Eu gostei pakas da historia, eu estou jogando pokemon White e claro escolhi a Snivy, bem, vou gostar muito de jogar cm a Serperior dps

    Jade, sendo esculpida, hmm saquei

    A apresentação da Jade foi majestosa e desastroza ao mesmo tempo, as vezes para atingirmos a perfeição temos q sacrificar algumas coisas, mas temos que saber se vale a pena

    Adeus ^^

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Fael! Acabei de ver seus comentários, respondendo todos! ^^

      Fico feliz que você tenha conseguido um tempo para ler a história da Jade. Pode mandar sugestões, sim! =D

      É raro eu escolher o inicial do Tipo Grama, mas eu sempre escolho a Snivy em Unova. Ela tem um ar majestoso. xD

      Jade, esculpir... a gente trabalha com trocadilhos aqui. kkkkkkkkkkk

      Realmente, é uma questão de equilibrar e encontrar um ponto ótimo entre o quanto você está disposto a ganhar e o quanto está disposto a sacrificar. A vida é feita de escolhas, né? =P

      Até quarta-feira, Fael! Teremos novidades! ^^

      Excluir

Seu comentário será publicado após a aprovação.
Comentários pejorativos e desviados do assunto abordado no post serão automaticamente excluídos.

A PBN agradece a sua participação!