Crônicas de Bolso: Histórias Especiais - Eevee (Parte 6)


  
   Olá, galerinha!


   Como é bom poder encontrar vocês de novo! Como foi a semana de vocês? Espero que tenha sido ótima! Bom, vocês já sabem que quarta-feira é dia de Crônicas de Bolso aqui na PBN, então vamos à história de hoje! ^^

   Pois é, estamos chegando ao final da saga do Eevee e praticamente todas as Eeveelutions já passaram por aqui. Só falta uma evolução e meia. Espera, uma e meia?! É... bem, a penúltima meio que apareceu na semana passada e... xD

   Eu espero de coração que vocês gostem da história de hoje. Se for possível, tirem um tempinho para lê-la, mesmo que você não tenha lido os capítulos anteriores. Vai por mim! Eu espero que vocês sintam algo especial durante a leitura e, quando sentirem, vão saber exatamente do que eu estou falando. Boa leitura! =)

Diferentes mundos, uma só casa...

   Existe algo mais gratificante do que finalmente tornar seu sonho realidade e ver todas as dificuldades simplesmente desaparecerem? O medo e a dúvida parecem grandes quando são enfrentados, mas se tornam insignificantes depois que o tempo certo passa. Isto é, se por algum acaso você vier a se lembrar deles... O que fica é o que vale a pena, pois os sonhos são como potes de ouro ao final do arco-íris!


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Histórias Especiais: Eevee (Parte 6)


   Tudo o que se podia ver eram estilhaços coloridos jogados ao chão e escombros do que havia sido o templo de Espeon. A nuvem negra havia se retirado subitamente daquele local, indo para além do topo dos domínios psíquicos.
   Pouco a pouco, blocos de cristais negros foram surgindo e montando o que parecia ser uma escada caracol à frente de Eevee. Novamente, o filhote precisaria subir pelos degraus da torre e enfrentar o desconhecido. Havia ali um claro convite para que ele seguisse adiante e conhecesse os confins mais sombrios da torre. Contudo, o filhote diminui seu ego e sua curiosidade, deixando a escada negra de lado e curvando-se para Espeon.

   — Minha irmã, podes me ouvir? Preciso de teus conselhos, o que devo fazer para que te libertes deste cristal? Por favor, Espeon, me ajuda!

   Completamente enclausurada dentro do esquife de cristal, Espeon não podia sequer falar, mas ela estava acima da matéria e nada podia conter seu espírito. Novamente, ela se projetou para fora do corpo físico e veio em auxílio do filhote.



    — Eevee, não te preocupes. Isto é coisa de Umbreon, reconheço tais truques desde o berço. Não deixes que a sombra dele te consuma. Tu precisas lutar de coração leve e não sentir ódio, pois Umbreon não precisa de mais rancor. Leva-me contigo e eu te guiarei. Quando o poder dele se enfraquecer, eu poderei me libertar!

   A imagem translúcida e disforme do espírito se esvaeceu gradualmente, retornando ao corpo. Os olhos de Espeon começaram a brilhar intensamente, já que nada poderia conter sua paranormalidade. Concentrando seus poderes psíquicos, Espeon foi capaz de fazer a joia de sua testa desprender-se do corpo e, consequentemente, do esquife cristalino.
   Eevee sentiu um leve impacto que impulsionou sua cabeça para trás. Ao tocar em sua testa, o filhote percebeu que havia recebido o rubi de Espeon. Ela estava com ele em sua luta.
   O filhote sentiu uma súbita expansão de seus sentidos, sua percepção havia se intensificado e era como se ele houvesse atingido a compreensão de todas as coisas. Eevee rapidamente se pôs a subir pelos degraus da escada caracol até descobrir o que havia acima do templo de Espeon.



   Ao pisar no último degrau, o filhote foi tomado de surpresa pelo que jamais poderia imaginar. Não havia mais torre e nem domínios, apenas o vazio absoluto. O teto do templo era apenas uma ampla arena hexagonal. Ao seu redor, apenas a escuridão de quem está junto ao céu noturno, mesmo que sem estrelas e em noite de Lua Nova. Eevee tentou olhar para baixo, mas o chão já estava muito distante, não era nem possível ver a bela floresta ao redor da torre, onde ele sempre viveu.
   Subitamente, a nuvem sombria voltou a se formar ao centro da arena e os discos amarelos foram lançados de novo, na tentativa de prender o filhote. Percebendo a aproximação dos discos, Eevee se esquivou de todos eles. Os discos continuaram a persegui-lo em círculos pelo topo da torre até que o filhote teve uma ideia.
   Atraindo os discos para o centro da arena, Eevee calculou o tempo certo para pular, fazendo com que se chocassem com a nuvem negra de Umbreon. Os discos cintilantes sumiram no interior das sombras e não mais saíram de lá.

   — Nenhuma mãe gosta de ver seus filhos brigando entre si... Umbreon!

 


   O grito de Eevee soava como um raio, rasgando a nuvem e revelando a verdadeira forma da sombra da torre. Não havia mais ilusões, pois Eevee sabia a identidade de Umbreon, obrigando-o a assumir sua forma original.
   De pele totalmente negra, era praticamente impossível vê-lo naquela escuridão. Com olhos em tons de vermelho-sangue e corpo repleto de coroas amarelas espalhadas, Umbreon se apresentou. Vê-lo à noite era assustador, era como ver dois olhos vermelhos com anéis dourados voando pelo ar, sem corpo.

   — Tu fizeste Jolteon morrer por teu sonho de criança, filhote. Nossa mãe está a ponto de ruir e tu pensas ser digno de tomar o lugar do mensageiro? Ninguém é substituível, tu não irás apagar a falta de Jolteon!

   Com suas motivações ambíguas, Umbreon começou a fazer seus anéis brilharem para amedrontar Eevee e garantir uma oportunidade de ataque. O filhote recuou, mas não cedeu ao medo e resolveu atacar com sua investida. Porém, aquilo era o que Umbreon queria.



   Valendo-se de sua grande capacidade de suportar a dor, o ser noturno recebeu o golpe e contra-atacou com seu pagamento sombrio. A duras penas, Eevee sentiu o poder de Umbreon, que nem ao menos esperou que o filhote se recuperasse, insistindo em um segundo golpe, a garantia.
   Muito enfraquecido, Eevee provou do amargo sabor de dois golpes poderosos e em força máxima. Repetindo a estratégia que usou na batalha contra Flareon, o filhote tentou jogar poeira nos olhos de Umbreon, reduzindo sua precisão. Mesmo com a visão debilitada, Umbreon optou por um golpe que nunca erra. Escondendo-se nas sombras e diminuindo o brilho de seus anéis, desferiu um forte ataque furtivo pelas costas de Eevee.
   Eevee sabia do jogo sujo de Umbreon, sabia que ele aproveitaria a chance para usar o golpe de garantia novamente e... que possivelmente não resistiria a um quarto golpe. Dito e feito, Umbreon avançou sem piedade e Eevee fechou os olhos para não ver seu fim. No entanto, uma barreira de proteção recobriu Eevee e apartou o golpe de misericórdia. O rubi em sua testa brilhava intensamente.

   — Não penses que a joia mágica de Espeon irá te salvar por muito tempo. Minha irmã é uma tola, já deveria saber que o poder noturno é superior às magias dela.


   — Espeon é sábia, ela nunca irá me desamparar! Mas e tu, Umbreon? Por que me atacas? Não podemos conversar e salvar a torre juntos? Tu sabes que queres o mesmo que eu!

   Em repúdio às palavras de Eevee, Umbreon decidiu atacar, pois só via as diferenças e não as semelhanças. Repetindo a tática anterior, ele decidiu utilizar o ataque furtivo novamente, já que o filhote não poderia utilizar a proteção repetidas vezes.
   Escondido nas sombras, Umbreon correu em zigue-zague até atacar Eevee pelas costas. Como já estava esperando pelo golpe, Eevee improvisou uma cambalhota e agarrou a cauda do irmão. Umbreon balançou o corpo enquanto corria cada vez mais rápido, a fim de derrubar Eevee. No entanto, o filhote já estava acostumado a montarias mais velozes e firmou suas patas nas costas de seu irmão.
   Sem saber como, Eevee lançou uma rajada de energia colorida do topo de sua testa, como um feixe sinalizador, atingindo a nuca de Umbreon em cheio e arremessando-o para longe. As palavras de Espeon vieram à mente do filhote mais uma vez, ela estava ali.



    Eevee se concentrou para poder acessar os poderes de Espeon de forma consciente e tentou dominar a força mística do rubi que lhe foi dado. O filhote começou a testar suas novas técnicas, mas não sabia direcionar os raios com muita precisão. Eevee disparava feixes sinalizadores e raios psíquicos a esmo, mas Umbreon conseguia desviar de todos.
   Quando finalmente o pequeno o atingiu pela segunda vez, nada aconteceu. O corpo de Umbreon absorvia completamente a energia psíquica, que não surtia efeito algum. Com sua aproximação, Eevee começou a fugir enquanto tentava lançar golpes para trás. As falhas sucessivas serviam para que a precisão de seus raios aumentasse, mas ainda assim era difícil acertar seu irmão.
   Quando Umbreon finalmente alcançou Eevee, ele o derrubou e o segurou com suas patas, preparando uma poderosa pulsação sombria a sair de sua boca. Eevee disparou filetes de energia de sua testa, mas eles pouco incomodavam Umbreon, apenas o atingindo superficialmente.
   Estando prestes a finalizar o golpe, Umbreon é interrompido por um risco luminoso que o atingiu como um chicote, fazendo-o rolar pelo topo da torre, que recomeçava a tremer. Eevee e Umbreon se viraram para observar o que havia acontecido e foram surpreendidos pela presença Espeon, que retornava de sua prisão de cristal, mas sem sua joia preciosa.




   — Tu puseste tanto esforço na batalha que te esqueceste de me manter presa, Umbreon. Tu sempre ages assim, dás tudo de si quando deverias prestar atenção ao todo. Eu não hei de permitir que machuques Eevee ainda mais! Desde que nascemos, sempre fui tua amiga, te dei amor. Lembras-te? Éramos inseparáveis quando pequenos!

   — Tu nunca gostaste de mim. Todos sempre te elogiavam a beleza e a inteligência, sempre fui tua sombra. Como podemos ser irmãos gêmeos sendo tão distintos? Tu sempre brilhas e eu sempre fico em segundo plano. Fomos abandonados porque tu sempre querias ser melhor que eu! Não te cansas querer estar certa a todo momento?

   — Isso é mentira, Umbreon! Eu nem sequer existo sem ti! Da mesma forma que tu és minha sombra, eu também sou tua. Para de te culpar por nosso abandono! A culpa também é minha, éramos nós dois quem brigávamos. Nós dois causávamos problemas juntos. Eu não quero estar sempre certa, isso é impossível! O que parece é que tu queres ser sempre o errado, sempre a vítima. Não vês que tu também és importante? Sem tua escuridão, ninguém evolui...

   — Silêncio, Espeon! Não quero saber de tuas ilusões ou de tua fala macia.




   Umbreon se negava a ouvir a razão de Espeon. Os conflitos surgiam da incrível falta de diálogo. Ambos estavam próximos, mas se falavam aos gritos porque seus corações estavam distantes. Mesmo que Espeon tentasse fazer Umbreon perceber seu próprio valor, a mágoa o impedia. Assistindo a discussão de família, Eevee tentou se levantar e se juntar a Espeon para recuperar suas forças, apesar de que era Umbreon quem precisava de alguém por perto.

   — Umbreon, muito tempo já se passou desde que chegamos à torre. Raras foram as vezes em que nos vimos, mas muitos foram os dias em que chorei por estar longe de ti. Por que queres sofrer? Tu dominas o medo e a dúvida que assolam os irmãos que vêm morar em nossa mãe, mas deixas que os dois te controlem. Se todos os que passaram por aqui foram capazes de evoluir, é mérito teu! Minhas doces ilusões cicatrizam as feridas do passado deles, mas os deixam estagnados. Tu trazes os problemas e os obrigas a resolvê-los! Tu és o guardião dos sonhos, só quem supera as tuas sombras é que chega ao verdadeiro topo da torre!

   Mais uma vez, um dos segredos da torre era revelado ao filhote, mesmo que indiretamente. Umbreon fazia Eevee se lembrar muito de Leafeon, ambos possuíam muitas semelhanças e, no final das contas, toda a apatia de Leafeon era uma forma de se esquivar do medo que Umbreon causava para fazê-lo crescer.


   Sem Umbreon, todos viveriam em um estado neutro de falsa alegria, pois não conheceriam a glória e o mérito de vencer na vida e superar obstáculos. Mesmo que fosse difícil entender, o poder de Umbreon era necessário para o bem de todos. Sem Umbreon, não há evolução.
   Enquanto Espeon continuava a estabelecer um diálogo, Umbreon guardava para si toda a alegria que sentia ao ser reconhecido por sua irmã, a quem sempre julgou estar acima dele. Umbreon não gostava de ser daquele jeito, mas foi a forma que encontrou para lidar com seus problemas internos, ele apenas estava reagindo da forma que considerava a melhor para ele.
   Mesmo dominando o medo e a dúvida, isso não o impediria de ser assolado por ambos, visto que ele também precisava de evolução. Umbreon era duro na queda, segurava o choro e se valia da escuridão da noite para que ninguém visse seus olhos marejados de lágrimas.
   Presenciando tudo aquilo, Eevee simplesmente não conseguia se sentir de fora da situação. O filhote recuperou sua inocência e pureza ao vencer as trevas, retornou à sua essência, só que vários andares acima. Eevee correu em direção a Umbreon e se lançou em um abraço fraternal completamente altruísta.


   Da mesma forma que Flareon fez, Eevee envolveu Umbreon com sua cauda e o fez sentir aquilo que sentia por cada um dos irmãos que conhecera: amor. Relutante, Espeon se aproximou cautelosamente, pois ela também compartilhava das mesmas marcas que a vida deixou em Umbreon. Envolvendo a todos com sua cauda dupla, os três irmãos se uniram em um abraço que durou até o alvorecer de uma nova era.
   A noite passou e o Sol ressuscitou no horizonte, tingindo o céu de laranja e, posteriormente, azul-claro. Conforme amanhecia, uma estranha luz começava a emanar acima dos três. Era uma grande luz que se mexia e parecia descer do alto do céu. Quando Eevee viu aquilo mais de perto, percebeu que aquele brilho era a união de mil borboletas de luz, que voavam em direção aos três.
   Os irmãos olharam com encantamento aquela bela cena e o tempo parecia andar mais lentamente para permitir que todos apreciassem mais um pouco aquele momento. As borboletas desceram até os pés de Eevee e se uniram novamente, formando uma plataforma circular. O filhote olhou para seus irmãos, que balançaram a cabeça positivamente. Todos estavam em tamanha sintonia que as palavras não eram necessárias para que todos se entendessem perfeitamente.



   Eevee se pôs sobre a plataforma e olhou para o alvorecer novamente, fechando levemente os olhos ao encarar o Sol. Com a luz do dia, Eevee foi capaz de ver novamente a floresta, mas apenas como pequenos pontos de cor verde abaixo das primeiras nuvens. O filhote já estava a uma altura tão elevada que enxergava as montanhas à sua altura.
   Eevee estava literalmente viajando pelas nuvens, assim como as aves que cruzavam os céus. Não, o filhote estava além de onde os pássaros costumam voar! Olhando para o alto, o pequeno descobriu que a torre não havia acabado, pois era maior do que blocos de granito podem construir. Acima dele, havia uma cúpula feita de diamantes cor-de-rosa e puro esplendor.
   Em meio às nuvens, as mil borboletas de luz pararam e uma ponte do arco-íris se criou a partir da área externa da cúpula, conectando-se às borboletas. Deslumbrado, Eevee desceu da plataforma e deu o primeiro passo sobre a ponte do arco-íris.



E assim termina a história de hoje...


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    Bom, pessoal, hoje eu prefiro ficar em silêncio e deixar que as coisas sejam ditas sem usar as palavras, assim como os três irmãos fizeram. =)

   Se vocês puderem deixar suas impressões nos comentários, eu vou ficar muito feliz em poder lê-las. Uma excelente semana para todos vocês! Até semana que vem, com o último capítulo da saga do Eevee! ^^






9 comentários:

  1. Sylvain a um passo a diante

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    1. Foi mau o certo é sylveon

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  2. Cara biel, tu explorou um lado mt bom pro umbreon, o lado da realidade. O umbreon ajuda todos da torre à evoluir, dando um tapa de realidade na cara

    Achei mt fofa essa história ;w;

    Que venha Sylveon ^_^

    eu to sem criatividade hj msm xD Perdoa

    (firstei ^.^)
    semana q vem eu vou tar viajando ;-; mas eu vou continuar de olho aq <3

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    1. Oi, Fael! Poxa, não foi dessa vez que você pegou o first. xD

      O Umbreon é aquele famoso "mal necessário", sendo que ele nem é tão mau assim, né? xD

      Fico feliz que esteja gostando! E que venha a Sylveon! =)

      Boa viagem, Fael, divirta-se! Ah, que vontade de viajar também! Eu ainda preciso comprar aquele pacote turístico para ver os Dragonite em Fernando de Noronha. kkkkkkkkkkk

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  3. Também vou ficar em silêncio Gabs. Umbreon e Espeon Perfeitos e que venha Sylveon o/

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    1. Pois é, cara. Há momentos em que o silêncio é a melhor maneira de expressar o que se sente. Fico muito feliz que tenha gostado dos irmãos Espeon e Umbreon. =)

      Aliás, justamente o Umbreon que você tanto esperou, espero que tenha ficado contente! E que venha a Sylveon! ^^

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  4. DEMAIS!!!!!!!!!!!!

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  5. Que história magnífica, Gabriel! Ainda mais com esses dois protagonistas que são muito queridos por mim, Espeon e Umbreon <3. Queria dizer que sempre estou acompanhando suas crônicas, são bem legais e realmente nos fazem refletir... Espero ansiosamente pelo último capítulo, até mais vê!

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    1. Daniel, que coisa boa te ver por aqui! Fiquei muito feliz pela surpresa! Muito obrigado por comentar. =D

      Espeon e Umbreon também são muito especiais para mim, lembro até hoje como foi difícil escolher uma evolução para o meu Eevee no Pokémon Gold, hehe.

      É muito gratificante saber que você também acompanha as Crônicas! Isso é muito importante para mim e faz todo esse trabalho valer a pena, principalmente pelas reflexões. Refletir pode ser leve e divertido! É algo natural, não precisa ser uma coisa chata. Muito obrigado, Daniel! =)

      Até o último capítulo! ^^

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