Capítulo 03: A batalha contra Diantha e Cynthia


               Peter nem se quer olhou para os dois garotos, apenas se apoiou ao seu Pokémon de metal e esboçou um sorriso de triunfo no rosto — Cynthia e Diantha estão nos esperando. Use Teleport! Vamos dar o fora daqui, já não aguento mais respirar esse ar — o Pokémon de metal olhou por uma última vez para Red e Green; os olhos vivificados e ardentes, as asas negras de metal desgrenhando-se por cima das chamas. Concentrou seu poder na esfera de esmeralda cravada na sua testa. Depois, desapareceram.


               Peter teve a impressão de estar sendo fortemente puxado em todas as direções; não conseguia respirar, tiras de ferro envolviam seu peito, comprimindo-o; suas órbitas estavam sendo empurradas para o fundo da cabeça; seus tímpanos entravam crânio adentro; então...

               Ele aspirou grandes golfadas do ar frio da noite e abriu os olhos lacrimejantes. Teve a sensação de que o enfiavam por uma mangueira de borracha apertada. Passaram-se alguns segundos até ele entender que o deserto abandonado desaparecera. Viu que ele e o Pokémon de metal estavam, agora, parados na praça movimentada da cidade de Lumiose.

               — Yang, por favor, da próxima vez vá mais devagar. Nunca... — Peter suspirou, esgotado — mais... faça... isso! Na próxima vez vamos voando, está bem? Mas agora preciso que retorne para a sua pokébola. Não quero que Cynthia me veja com você... — Yang fez uma breve reverência, visivelmente agradecido, antes de ser sugado pela Pokébola GS. E então, com a sua arma secreta segura e escondida em suas vestes, Peter prosseguiu caminhando.

               Lumiose estava muito iluminada e cheia. As pessoas saiam e entravam de todas as lojas visíveis a Peter. Era um verdadeiro tumulto! O rapaz acelerou os passos e logo se deparou a um café isolado dos outros. Dentro dele, Cynthia e Diantha conversavam animadamente, gargalhando a medida que experimentavam do milk-shake em suas mãos.

               Peter esperou na porta do café. Terminou de ajeitar sua camisa polo, passou a mão pelo cabelo quase molhado e acariciou sua barba mal feita por alguns segundos. Estava pronto!

               Diantha foi a primeira que o viu, assim que abriu a porta do café. Não se impressionou nem um pouco, e teria continuado caminhando desta forma se Cynthia não tivesse o notado.

               — Ah, meu Deus, Peter! — Cynthia se atirou sobre ele em um abraço que quase o derrubou no chão, ao mesmo tempo em que Diantha se virou de vez, assustada — Por que você não me disse que vinha?

               — Bem, eu decidi de última hora. Estou atrapalhando alguma coisa?

               — Não, claro que não. Você nunca atrapalha.

               Peter, que já conhecia Diantha, logo se afastou de Cynthia e agora estendia a mão para a moça atordoada — Não nos conhecemos pessoalmente, senhorita. Sou Peter, um... bem, namorado da Cynthia.

               — Namorado? — perguntou Diantha de boca aberta. Ergueu uma sobrancelha e olhou para Cynthia — Por que você não me falou nada?

               — Porque eu estava esperando o momento oportuno — respondeu Cynthia, abraçando Peter por trás. Agarrou-o com força e escorou sua cabeça no ombro esquerdo do rapaz, com um sorriso estonteante — Peter, meu amor, Diantha e eu estávamos voltando para casa. Eu aluguei um...

               — Na verdade, eu queria conversar em particular com você! — respondeu o rapaz, interrompendo a garota sem o menor pudor. Isso fez com que Diantha se afastasse deles com alguns passos para trás.

               — Ah, tudo bem, Cynthia, eu precisava voltar para casa mesmo — adiantou Diantha, antes mesmo que Cynthia movesse os lábios.

               — Tem certeza? — perguntou a campeã, sem ao menos expressar interesse na presença da amiga. Estava com muitas saudades de Peter.

               — Sim, está! Uma boa noite para vocês — curta e grossa, Diantha abraçou Cynthia e apenas sorriu para Peter, que nem ao menos retribuiu. Ele estava focado demais no seu real propósito para se preocupar com alguém tão inútil e desnecessário.

               Quando ficaram a sós, Peter logo segurou pelo braço de Cynthia e a levou para longe daquele café. A garota não parava de falar. Comentou sobre sua vida, trabalho, objetivos, do quanto sentiu falta do garoto. Perguntou o que ele estava fazendo durante todo esse tempo que ficou fora. E Peter, calmo, apenas respondia brevemente: Resolvendo alguns problemas pessoais! Na realidade, o rapaz não via a hora de se livrar de Cynthia.

               — Você conseguiu falar com Blaine? — perguntou Peter, de repente, quando saíram do centro movimentado de Lumiose e chegaram a uma rua deserta e estreita.

               — Ah, meu amor, infelizmente não. Blaine sumiu e ninguém sabe dele. Acho que está terminando seus experimentos, Sycamore me falou que ele estava trabalhando em um novo projeto para Lumiose. Não entrou em detalhes e muito menos me falou o lugar onde ele estava. Nunca vi o Sycamore tão reservado. Coitado, sabia que...

               — E N, conseguiu falar com ele? — continuou Peter, interrompendo a garota e pouco se importando com suas paranoias.

               — Ele também sumiu... Entrei em contato, mas não consegui nenhuma informação sobre o seu paradeiro. Mas é normal isso, amor, os dois são pessoas importantes, tem muitas coisas para resolver. Por que você quer falar com eles, mesmo? Aconteceu alguma coisa? — Cynthia estava tão distraída em cada palavra dita que nem ao menos notou que Peter não a acompanhava mais. Ao invés disso, o rapaz havia parado no meio do caminho. Estava de cabeça baixa, olhando para os seus sapatos — Amor?

               — Então você não vai conseguir fazer o que eu pedi? — perguntou Peter, ainda calmo.

               — Infelizmente eles estão fora, amor. Eu tentei, juro.

               — Tudo bem... — o rapaz levantou a cabeça, desta vez estava sério. Deu alguns passos em direção a Cynthia e colocou a mão em cima da pokébola GS — Então não preciso mais de você... — Peter suspirou, descontraído, enquanto admirava o rosto assustado de Cynthia — É um alívio para mim, na realidade, você é insuportável. Não sei se essa é a sua versão verdadeira ou é porque eu hipnotizei você para gostar de mim. Que seja... Eeer, adeus, Cynthia. Yang, Hyper Beam!

               O Pokémon de metal se materializou em forma de fumaça acima do seu treinador. Logo, de imediato, sem pestanejar, concentrou poder o suficiente para devastar Cynthia. Só que, inesperadamente, quando o Pokémon de metal lançou toda a energia armazenada, alguém o impediu. Na realidade, o Hyper Beam se quer fez sombra sobre Cynthia.

               A Gardevoir de Diantha havia a protegido com um poderoso e maciço campo de força. Sua treinadora veio logo em seguida, atônita, visivelmente preocupada. Saiu de detrás de uma fonte e se ajoelhou perante sua amiga, Cynthia, que, caída, tentava recobrar a consciência.

               — Você está bem? — perguntou Diantha, apalpando as bochechas da sua amiga. Esperou alguns segundos pela resposta, mas ela não veio — Cynthia, fale comigo...

               — O que aconteceu? Você atacou meu namorado, sua louca?

               — Seu namorado prendeu Red e Green em um deserto no meio do nada, acredita? Brock acabou de me ligar informando.

               — Como é que é?

               — Você está hipnotizada, Cynthia. Mas posso ajudar quanto a isso — Diantha olhou para Gardevoir com um olhar de ternura — Gardevoir, pode, por favor, quebrar o poder da hipnose de Cynthia? Mas traga apenas a parte sã dela, deixe que ainda se lembre de toda essa ilusão que sofreu. Que vê-la se vingar...

               Gardevoir fez que sim com a cabeça, retribuindo o olhar de carinho que recebeu da sua treinadora. Depois, balançou as duas mãos em espirais e Cynthia sentiu uma tontura muito forte, retornando a si.

               — Onde estou, Diantha? — perguntou a campeã, passando a mão pelos cabelos assanhadas e embaraçados.

               — É uma longa história...

               Peter amistosamente admirava aquela cena. Ele poderia muito bem ter impedido que Gardevoir restaurasse a memória de Cynthia, mas preferiu deixá-la à vontade, nada o daria mais prazer do que ver a reação de Cynthia quando caísse na real e percebesse que fora enganada.

               — Ah, meu Deus, estou lembrando agora. Ele me enganou, ele me disse que... Nossa, não acredito que cai nessa — Cynthia colocou a mão na testa, desapontada consigo mesma.

               — Você estava hipnotizada. Não sabia o que estava fazendo. Mas levante-se, precisamos revidar. Gardevoir — Diantha se levantou rapidamente. Estendeu o braço em direção ao Pokémon de metal e gritou: — Use o poder psíquico e quebre aquela armadura.

               Gardevoir se virou para Yang e ergueu os dois braços simultaneamente. Do solo, um furacão de areia e cristal se formou, e logo se envolveu ao Pokémon de metal. Peter se afastou alguns centímetros para não ser atingido por aquele poder. As luzes de Lumiose começaram a piscar e as pessoas já começaram a se aglomerar. Algumas olhavam assustadas, outras gritavam de horror. Os cristais criados por Gardevoir começaram a atingir a armadura de Yang, mas não conseguiam se quer arranhá-la.


               — Temos que sair daqui, as pessoas vão se machucar... — disse Cynthia, já reestabelecida.

               — Nada disso, minha cara. Eu gosto de plateia... — disse Peter, sorridente. Olhava para as duas garotas lá embaixo, no asfalto bem feito da cidade de Lumiose, e se sentia um verdadeiro deus — Yang, se liberte!

               O Pokémon de metal bateu suas grandes asas de alumínio e o tornado de areia e cristal cessou com a mesma rapidez que foi feito. Gardevoir abaixou suas mãos e esperou pelos comandos da sua treinadora.

               — Sim, eu entendi. Cynthia, preciso que me ajude. Está pronta?

               — Eu preciso fazer com que ele pague por tudo que me fez. Estou mais do que pronta. Garchomp, saia!


              Cynthia jogou sua pokébola e Garchomp apareceu no campo de batalha, furioso. Arreganhou sua boca cheia de dentes afiados e rugiu para o Pokémon de metal, que apenas batia suas asas, despreocupado.

               — Gardevoir... — disse Diantha.

               — Garchomp... — gritou Cynthia.

               — Mega Shinka! — disseram as duas, juntas.

               A luz da mega evolução rugiu de dentro das duas pedras das campeãs e se uniram aos dois Pokémon. Garchomp inclinou seu corpo para baixo, fechando os olhos de dor. Das suas costas os espinhos aumentaram e se cravaram ao seu corpo, suas grandes garras se ampliaram e uma lâmina rasgou o couro de Garchomp. De longe as pessoas viram o grandioso poder daquele Pokémon. Algumas delas nunca viram tanta harmonia, parecia que as luzes da mega evolução eram palpáveis, reais, e não somente ilusórias. 


               Gardevoir, ao mesmo tempo, recebia o poder de Diantha. Não chegou a sentir a mesma dor que Garchomp, pois seus vestido apenas se ampliou e seu rosto se materializou. Estava linda... As pessoas, mesmo assustadas, se admiraram com tamanha beleza. Elas não podiam se aproximar, pois a própria Gardevoir havia colocado um campo de força ao redor delas, protegendo-as. 

 
               Os dois Pokémon, já prontos e mega evoluídos, olharam de relance para seus treinadores.

               — Não tenho tempo a perder, Diantha. Quero acabar logo com isso. Vamos atacar juntas! Preciso que me ajude.

               — Faça o que quiser!

               Cynthia fez que sim com a cabeça e ergueu seu braço direito — Garchomp, Dragon Rush!


               Garchomp abriu suas garras ao ângulo máximo. Do chão ao seu redor o solo começou a se abrir e emanar fumaça. As árvores começaram a ser arrancadas, e as folhas eram levadas pelo vento violento. Os olhos de Garchomp ficaram azuis escuro e seu corpo se condensava em calor. De dentro de si o núcleo de um dragão grandioso se formava. Era tanto poder, que até mesmo Gardevoir, que era imune aquele golpe, precisou se afastar para não ser afetada pelo calor emanado de Garchomp.

               Peter, que já não sorria mais, olhou para o seu Pokémon de metal e pronunciou o golpe, alto e claro — Use Dragon Rush também!

               O cristal na cabeça de Yang brilhou e ele seguiu o mesmo exemplo que Garchomp. Só que mais rápido, afinal, sua armadura já lhe proporcionava poder o suficiente para finalizar aquele golpe sem precisar reunir poderes interiores.

               Garchomp já estava pronto, apenas esperando pelo comando de Cynthia — Certo, vá com força total! — ordenou a treinadora.

               Garchomp impulsionou suas garras do solo e esperou que alguém o ajudasse. Gardevoir, já sabendo do que tinha que fazer, ergueu suas duas mãos e, com seus poderes psíquicos, fez com que Garchomp flutuasse. Depois, aproximou suas mãos do peito e depois apontou para o céu. Garchomp sentiu um impulso tão devastador, uma amplitude tão inimaginável no seu golpe, que precisou fechar os olhos. Ele agora estava a poucos centímetros de Yang, que também já ia em direção a Garchomp.

               O impacto dos dois Dragon Rush fora tanta que as pessoas foram arremessadas para longe do campo de batalha. Peter precisou se apoiar na árvore, e Chynthia e Diantha se escondiam debaixo de um prédio. Os dois Pokémon continuavam pressionando um ao outro. Garchomp, visivelmente, estava sofrendo mais que Yang, uma vez que aquele golpe era super efetivo. De longe, Cynthia viu que seu Pokémon não ia resistir por muito tempo, e saiu de debaixo do prédio para ajudá-lo.

               Yang, ao ver aquilo, se aproveitou. Seu Dragon Rush triplicou de tamanho e Garchomp sofreu aquele impacto. O pobre Pokémon ficou sem ar no momento do impacto e apenas esperou pelo chão...

               Ele fora arremessado a alguns metros de Gardevoir, que perdera o equilíbrio. Assim, ele perdeu a mega evolução e ficou exposto, inconsciente, no chão daquele lugar e diante de todas aquelas pessoas.

               — Continue Yang, destrua Garchomp. Use Blizzard!

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               O cristal brilhou e Yang logo reuniu uma grande nevasca do nada. Sendo que, ao invés do Blizzard atingir todos ali, Yang o reuniu em uma bola de neve gigantesca. Apontou para Garchomp e a arremessou sem piedade.

               Mas não conseguiu atingir Garchomp. Gardevoir se adiantou e usou Protect, protegendo, assim, ela e seu companheiro. Peter, que sorria, como se já soubesse que aquilo ia acontecer, apontou para Diantha — Isso mesmo, Gardevoir, você é tão previsível. Vamos ver se o que a pokédex diz é real, vamos ver se você é capaz de dar a vida pela sua treinadora. Yang, use Flash Cannon na Diantha, mas reúna todo o seu poder, faça com que esse golpe atravesse o coração dela. Depois, bem, traga-o para mim!

               Yang, sem esperar, logo formou um raio de metal maciço e arremessou em direção a Diantha. Gardevoir, rapidamente, saiu de Garchomp e se atirou em frente a Diantha, usando um segundo Protect. O impacto do Flash Cannon a fez fechar os olhos. 


               Diantha olhou para o seu Pokémon e viu o pior. Gardevoir estava esgotada, olhava para sua treinadora com lágrimas nos olhos, enquanto sofria todo o impacto do Flash Canoon nas costas. De fato, o que a Pokédex dizia era verídico...

               — Sua idiota, você já usou um Protect para proteger o Garchomp. Se usado no turno seguinte, felizmente o campo de força não tem a mesma eficácia, isso se funcionar. No seu caso, a sorte estava disposta a sorrir. Sendo que você não pode resistir a esse poder. É uma pena, porque eu não sou misericordioso. Yang, aumente o poder. Atravesse Gardevoir!

               Yang obedeceu as ordens do seu mestre. O Flash Cannon atravessou o corpo de Gardevoir... O sorriso do Pokémon não desaparecera do seu rosto, mas seus olhos se arregalaram de choque. Diantha se ajoelhou devagar, embora nem tivesse consciência do que fazia.

               Gardevoir pareceu levar uma eternidade para cair: seu corpo descreveu uma luz brilhante por alguns segundos e ela mergulhou na escuridão da sua própria consciência morta. Seus olhos, cansados, nem ao menos tiveram tempo de serem fechados. O que sobrara, depois de tudo, era uma Gardevoir oca, caída no chão, sem respirar.

               Diantha ouviu o grito triunfante de Peter, mas sabia que não significava nada – Gardevoir apenas caiu, se levantaria a qualquer segundo. Era forte, persistente, não a deixaria na mão.

               Mas Gardevoir permaneceu caída.

               — GARDEVOIR! — berrou Diantha — GARDEVOIR!

               Ela alcançara o Pokémon, sua respiração ofegante e dolorosa. Iria trazê-la de volta, precisava... Mas fora agarrada pelo peito por Cynthia.

               — Não há nada que você possa fazer, Diantha...

               — Salvá-la, ela só caiu, ela só caiu...

               — ... é tarde demais, Diantha.

               — Ainda podemos ajudá-la, vamos, me ajude a levantá-la — Diantha lutou com força e violência, mas Cynthia não a largou.

               — É tarde demais... Ela se foi... Ela se foi...

O campo de força acabou e as pessoas correram em direção a Diantha e Gardevoir. Cynthia, sem perder tempo, se levantou com bastante rapidez. Retirou uma flauta da bolsa e olhou diretamente para o céu. Colocou a flauta na boca e começou a tocar...

               A melodia era tão serena que Peter gostou de a ouvir.

               Porém, o que veio depois, não o agradou nem um pouco.

               — Obrigado por ter me ouvido, Rayquaza!


O capítulo acabou por aqui, meu povooo! Quero pedir uma coisa. Quem quiser mandar fanart dessa fanfic pra mim pode ficar à vontade, essa semana vou fazer um post só com os desenhos de vocês aqui no site. Então, se você gosta dessa fanfic, me envie sua fanart para o e-mail: contato.emanuelhallef@hotmail.com 

Até Sábado que vem, comentem o/ 

2 comentários:

  1. Ué... Yang é muito cheater... ele já usou mais de 4 golpes.

    PS: Hipnotizada ou não, Shirona continua sendo a Rainha Yuri de Pokémon.

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    1. Eu vou explicar esse bagulho pra vocês, mano, guenta ai ;) HUEHEUEH #Hal

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