Crônicas de Bolso: Sangue de Dragão - Dragonite


  
   Olá, galerinha!


   Como hoje é quarta-feira, temos mais uma sessão de Crônicas de Bolso! Preparem a pipoca, o guaraná e o chocolate porque hoje é dia de fortes emoções! Se até hoje vocês nunca leram uma das Crônicas, recomendo fortemente que façam dessa a sua primeira! =)

   Bom, eu dedico esta postagem de hoje, dia 8, a todos vocês! Neste dia de aniversário das Crônicas na PBN, estamos completando três meses! Vamos cantar parabéns, galera! Ah, sim, caso queiram ler as histórias das semanas anteriores, basta clicar AQUI para abrir o Índice! ^^

   Então, acho que já deu para vocês se recobrarem do susto de semana passada, mas hoje, como eu disse, é dia de fortes emoções! Teremos a estreia da tão pedida subsérie Sangue de Dragão! Sim, eu leio os comentários de vocês nas redes sociais! Acho que a hashtag #CrônicasDragão de alguém surtiu efeito, né? Hehe.

   Já que estamos falando em dragões, nada melhor do que trazer um que é dragão até no nome, certo? Com vocês, Dragonite! Estejam preparados, que lá vem história! ^^

Família unida permanece unida, certo?




   Quem é capaz de dizer o que se passa realmente no coração dos outros? A mente é como a água do mar, os pensamentos vêm e vão como as ondas e, quando mar e mente se agitam, nenhuma informação clara consegue ser vislumbrada, tudo trepida e fica confuso. É preciso ter clareza para observar as situações e compreendê-las.


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Sangue de Dragão: Dragonite


   Como é possível dizer que uma moeda é uma moeda se apenas olharmos uma de suas faces? Às vezes, determinados julgamentos são tomados antes mesmo de se conhecer as evidências. Por isso, só é capaz de compreender as verdadeiras intenções de alguém quem possui bondade no coração e está disposto a conhecer o outro.
   É preciso tolerância para que os conflitos sejam resolvidos e essa é uma das qualidades de quem possui a verdadeira e quase lendária nobreza. É fácil tornar a calmaria em uma tempestade, mas ser capaz de transformar a tempestade em calmaria é o que define a verdadeira força, seja a de um humano ou a de um dragão.
   No nordeste brasileiro, havia um belo arquipélago conhecido pelas suas riquezas em fauna e flora. Muitos o consideravam um verdadeiro paraíso, com paisagens belíssimas e um clima paradisíaco. A vida era mais viva, as plantas eram mais verdes e até a água do mar parecia brilhar e tal brilho dançava à medida que as ondas do oceano iam e vinham.
   Por suas maravilhas naturais, muitos biólogos e outros pesquisadores se mudavam para lá a fim de proteger as bênçãos locais e preservar a vida nas ilhas.



   Dentre as pessoas que decidiram viver na ilha, havia um casal de oceanógrafos, cujo filho havia praticamente nascido no próprio arquipélago, sendo criado desde seus primeiros anos ali.
   Em meio a tantas belezas naturais e a felicidade de seus pais em suas carreiras, não foi difícil para o garoto decidir seguir passos semelhantes aos deles ao se tornar adulto.
   No entanto, havia algo mais que lhe era profundamente significativo para a escolha de sua profissão. Durante um passeio de férias pelo mar há muitos anos, o menino estava pescando em alto-mar enquanto seus pais dormiam após o almoço.
   Foi naquele momento que o garoto testemunhou algo estranho na água. Tinha um aspecto brilhoso e translúcido, parecia se mexer em direção à isca. Aquilo tudo foi tão rápido que o menino não foi capaz de puxar a linha a tempo, perdendo a pescaria.
   O vulto brilhante foi se afastando até que revelou parte de si já no horizonte. Seu corpo era azulado e branco, pequeno, mas longilíneo. Era uma rara aparição do mítico Dratini, que parecia perdido e sem saber para onde ir. Dizia-se que estes dragões do mar há muito estavam extintos, portanto ninguém acreditou quando o menino contou o que havia acontecido.



   Com este sentimento de insatisfação, o jovem cresceu querendo provar ao mundo que não estava inventando coisas, queria que acreditassem no valor de sua palavra. Tornou-se biólogo marinho para salvar sua própria verdade e possivelmente as colônias de Dratini que ainda existissem no arquipélago.
   Os anos trataram de passar, mas a vontade do rapaz de encontrar novamente aquele Dratini continuava incólume. Até mesmo os grandes rochedos mudavam com as batidas das ondas do mar, mas nada o abalava em seu propósito. Muitas foram suas tentativas frustradas de viajar de lancha ou mergulhar em cada canto do arquipélago para cumprir sua missão autoimposta.
   Apesar de todas as suas tentativas, o jovem biólogo apenas encontrava frustração. Ele era capaz de catalogar as diferentes espécies de tartarugas, algumas até com ascendência pré-histórica, mas não era capaz de encontrar seu dragão marinho. As pessoas que viviam ao seu lado preocupavam-se com sua condição, estava sempre trabalhando e parecia acreditar piamente em um mito.
   Certa vez, um grupo de climatologistas do arquipélago identificou uma estranha formação ocorrendo no oceano. Tempestades sobre o mar eram raras naquelas condições, ainda mais durante aquela estação do ano.
   Sem pensar duas vezes, o biólogo percebeu que poderia se tratar de uma manifestação de Dratini e partiu de madrugada rumo ao mar. Para ele, qualquer coisa fora do comum era sinônimo de Dratini.


   Protegido apenas por uma capa de chuva, o aficionado vasculhou pelas águas bravias de um oceano revolto em busca de sua ambição desmedida, mesmo que isso lhe fosse arriscado.
   A chuva era forte e a tormenta se mostrava indomável. O rapaz teve medo de prosseguir, mas algo dentro de si o obrigava a acelerar com a lancha, que já mal respondia aos comandos de pilotagem. Olhando para todos os lados, o biólogo começou a gritar por Dratini, quando viu algo que lhe remeteu à infância.
   Ele testemunhou novamente um brilho nas águas, mas o vulto era mais escuro e maior. Os movimentos eram ágeis e vorazes, parecia uma grande serpente que nadava em alta velocidade e fazia ondas se chocarem com o barco.
   O sentimento não era o esperado. A alegria pura de um encontro com uma lenda não era o tom daquele momento. Não havia felicidade em seu coração, apenas uma obrigação moral e destruidora que o forçava a provar que ele sempre esteve certo.
   Do outro lado, também não havia tranquilidade na presença do suposto Dratini, havia fúria e descontrole de algo maior do que o pequeno dragão. A criatura gritava e agitava o mar com sua longa cauda. A única luz parecia vir de um brilho azulado próximo à sua cabeça.
   Em um raro momento de descuido, a potência dos mares revelou sua identidade enquanto emergia. Era um Dragonair. Se Dratini eram raros, não havia o que se dizer da possibilidade de um deles atingir certa idade e se transformar em Dragonair.


   O biólogo tentou registrar com seu celular os movimentos da criatura, mas ela era voraz e rápida demais para seus reflexos e foi justamente a vontade de ter uma prova cabal da existência do dragão que o irritou ainda mais. A luz da lanterna de seu telefone perturbou Dragonair, que já não estava feliz.
   O dragão gritava de raiva e raios rasgavam o céu, sua ira era evidente e todo aquele caos vitimou o jovem biólogo. Com sua cauda, Dragonair destruiu parte do leme e do teto da cabine da lancha. O biólogo se deu conta do perigo que corria e entrou em pânico, gritando e correndo até a parte de trás da embarcação.
   Dragonair girou seu corpo no fundo do mar e subiu à superfície formando um ciclone, tamanha a sua selvageria. Não restou nada da lancha e tudo estava destruído, quebrado, espalhado pelas águas bravias.
   O biólogo tentou se apoiar em qualquer coisa que estivesse boiando, mas acabou engolindo muita água, perdendo a consciência.
   Pressentindo a catástrofe, eis que um Dragonite surge dos céus. O simples bater de suas asas já era capaz de dissipar o ciclone de Dragonair. Seu rugido era pacífico, mas ainda assim era mais grave e potente do que toda a raiva amargada no coração de Dragonair.
   Dizem que quando uma pessoa está em perigo no mar, surge um auxílio divino que resgata estas pessoas e as leva até a praia. Dragonite possuía um coração bondoso e compassivo, dava a volta ao mundo apenas para resgatar uma vítima de tempestade marinha. Dragonite mergulhou e salvou o biólogo, que começou a tossir e colocar para fora a água que havia engolido.


   Dragonair, observando seu semelhante, começou a questioná-lo.

— Por anos fiquei perdido e sozinho! Jamais vieste me buscar, como te atreves a resgatar um humano ambicioso e impuro na minha frente? Desde os meus primeiros anos de vida, estou a vagar pelos mares sem saber para onde ir!

   Dragonite olhou para seu irmão e percebeu toda a amargura de Dragonair. Existe uma lenda muito antiga e que foi contada apenas uma única vez, ela dizia que havia uma ilha onde os Dragonite vivem e apenas eles sabem o segredo para chegar lá. Ninguém consegue encontrá-la e, uma vez fora dela, é impossível alguém saber como voltar.
   Sabendo disso, o biólogo conseguiu se lembrar do pequeno Dratini de olhar perdido que havia encontrado. Dragonair possuía os mesmos olhos, apenas mais amargurados. Vendo todo o peso no coração de Dragonair, Dragonite bateu suas asas e acalmou céus e mares, revelando ao fundo uma ilha, já a perder de vista.



— Eu sempre estive à tua procura, mas tu estavas escondido de tudo, até de mim. Eu quis alcançar-te, mas tua raiva impedia-me de te ver. Uma fogueira só mantém o fogo se todos os galhos estão juntos. Quando um deles sai, perde o fogo, perde a luz e não se permite mais encontrar. Ainda assim, peço perdão a ti, Dragonair.

   Naquela hora, Dragonair não soube como reagir e simplesmente fugiu de volta para a ilha. Dragonite acompanhou seu irmão de volta à ilha esquecida, a vigésima segunda ilha do arquipélago de Noronha. O biólogo foi a única pessoa de quem se tem notícia a ver a ilha dos Dragonite e registrou tudo em sua mente. Quando Dragonair voltou para a ilha, o biólogo foi levado de volta para casa com a ajuda de Dragonite, que desapareceu logo em seguida.
   Novamente, o biólogo com alma de aventureiro havia sido testemunha de uma aparição mítica, mas nada podia fazer, pois não foi capaz de obter provas de sua ida à ilha dos Dragonite. Assim, restava-lhe decidir se seria grato pela sorte que teve de poder ver o que humanos não podem ver, guardando tudo para si e seguindo em frente, ou se tentaria convencer as pessoas de que sempre esteve certo. Dessa vez, felizmente, o homem escolheu a primeira opção.
 

E assim termina a história de hoje...


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   E aí, gostaram? É a primeira vez que eu coloco o Brasil como cenário nas Crônicas, espero que tenha sido especial o suficiente! Aliás, partiu viajar para Fernando de Noronha e capturar Dragonite! xD

   Espero que vocês tenham gostado desta história, ainda mais com esse cenário lindo. Claro, também espero que vocês tenham gostado da escolha do Pokémon para representar o nosso Brasil!

   Então, é isso aí, pessoal! Eu vou ficar de olho nos comentários e espero poder conversar com vocês! Uma ótima semana para todos vocês e até a próxima quarta-feira! ^^



41 comentários:

  1. Isso foi demais, como sempre ótima crônica
    Aguardo uma do Tipo Lutador

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    1. Comentário a jato, resposta a jato! xD
      Fico feliz em te ver por aqui novamente, LoKu-kun. Muito obrigado por comentar! A subsérie do Tipo Lutador deve estrear logo, logo. E eu sei bem quem você quer ver nela, hehe. ^^

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  2. Meu pokémon preferido! Ótimo conto :D

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  3. Cara, não sei se é pedir demais, mas acho que uma crônica com Chesnaught seria massa, já que na descrição da Pokédex do Pokémon X, diz que ele protege seus aliados (amigos, whatever xD) do perigo com seu próprio corpo (provavelmente chorarei litros se for um final triste como o do Rhyperior, mas ainda assim seria uma crônica boa)

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    1. Ah, relaxa! Não é pedir demais. Muito obrigado pela sua sugestão! =)
      Chesnaught anotado no bloquinho de recomendações, hehe. Ele realmente é um Pokémon escudeiro, vide o golpe Spiky Shield!

      Sério que você se emocionou com o final do Rhyperior? Que maravilha saber disso! É tão bom saber que uma história tocou o coração de alguém. Muito obrigado! ^^

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  4. Amei essa crônica. Ela estava perfeita e foi uma ideia muito bonita com a primeira família de tipos dragões (Viva primeira generation!!!) e a busca de dragonite por dragonair foi bem interessante de se ver, o ponto de vista de cada um sobre o ocorrido foi bem interessante, de um lado a amargura e de outra a solidariedade. Como sempre mais uma história perfeita e obrigado por atender o pedido da crônica sobre dratini/dragonair/dragonite.

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    1. Edulipe, fico feliz de te ver por aqui mais vezes! Muito obrigado pelo seu comentário! ^^

      Eu também sou fã da primeira geração, só que do tipo que ama a primeira ao invés de odiar as outras, hehe. Fico feliz que tenha gostado da história e do lance sobre os diferentes pontos de vista sobre uma mesma coisa. Aliás, eu nem consigo achar que o Dragonair era realmente mau. xD

      De nada! Muita gente pediu pelo Dragonite. Também teve outro Pokémon com muitos votos, então eu também pensei nele, mas acabei optando pelo Dragonite. ^^

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  5. Matheus Almeida09/04/15 07:59

    Tenho andado tão sentimental ultimamente que uma crônica dessas não tenho nem o que falar, só sentir...

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    1. Matheus, fico muito feliz em saber que esta crônica te fez sentir, ainda mais em um momento sentimental e tão particular.

      Eu realmente espero que tenha te ajudado e trazido sentimentos bons! Muito obrigado! =)

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    2. Matheus Almeida09/04/15 16:06

      So por curiosidade, como anda a previsão pelos proximos tipos. Quais estão mais proximos, quais vao demorar mais. Vc poderia dizer?

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    3. Então, Matheus, eu não costumo pensar na ordem a longo prazo, penso mais na próxima semana. Por isso, tem até Tipos que eu gosto e que eu ainda não tive oportunidade de trazer.

      Imagino que Fada, Lutador e Elétrico possam vir antes, mas também não são muitas opções restantes. Além desses três, só falta Inseto mesmo. Plot twist: Inseto vem primeiro. Já pensou? xD

      A única coisa que eu posso garantir com alguma certeza é que eu não vou repetir nenhum Tipo antes desses quatro. ^^

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  6. Adoro as crônicas da PBN, não posso comentar sempre, mas sempre vejo e leio, as crônicas são incríveis, de tocar o coração. Feliz pelo 3 meses desde que esse fenômeno começou! E, hoje não se faz 3 meses e sim 3 dias!!!

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    1. Lari, que coisa boa te ver por aqui! Gostei de saber que você lê, mesmo sem poder comentar sempre. Acompanhar as Crônicas em silêncio também é uma forma de continuar com a gente! Muito obrigado pelas suas palavras carinhosas. =)

      É muito bom estar completando três meses de Crônicas. Mas me explica, eu fiquei confuso na parte dos três dias! Como assim? É que passou tão rápido que parece que foram só três dias? xD

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  7. Eu sempre passo aqui ja PBN para dar uma olhada, e sempre via as crônicas, mas nunca tinha me interessado a ler, até hj! Q caramba! Ela é muito boa! Me arrependendo amargamente por não ter lido antes, agora necessito ler todas as anteriores! (Esperando ansiosamente uma sobre o Charizard) XD

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    1. Poké Lover, que bom te conhecer! Então a crônica desta semana foi feita especialmente para você! ^^

      Eu estou muito feliz que você deu uma chance para as Crônicas e acabou gostando tanto! Muito obrigado! =)

      Não precisa se amargurar, deixa isso com o Dragonair, hehe. Fica à vontade para ler as histórias anteriores. Se quiser comentá-las, eu respondo por lá também. ^^

      Charizard? Foi um dos primeiros que foram pedidos, lá na época do Ninetales. Quem sabe ele não aparece quando a subsérie Almas em Fogo voltar? Espero te ver mais vezes. Até a próxima! =)

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  8. Puxa, o meu comentário da semana passada não chegou...(as vezes me atrapalho ao selecionar o perfil, pra não sair como anônimo). De qualquer forma, é sempre muito satisfatório ler suas crônicas... Elas trazem muitos elementos que caracterizam o autor, fazendo de você um escritor de personalidade própria; como por exemplo: 1- Seus textos sempre se iniciam com uma reflexão-mensagem perfeitamente aplicável a nossa vida;
    2- Suas crônicas não perdem as características necessárias de um texto literário onde, mesmo se falando de um anime, trazem toda uma estrutura linguística madura de um texto.
    3- Você, gabriel, sempre faz uma excelente relação das características do pokémon escolhido com o tema da mensagem da crônica;
    4- A cada crônica, você explora uma região do planeta terra;
    5- Encontramos sempre a relação do mundo pokémon com o mundo real, e por último:
    6- Em seus textos, quase sempre encontramos elementos surpresa que se escondem nas entrelinhas, levando o leitor ao mundo da imaginação e criatividade.
    Parabéns!

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    1. Jonathan, estou feliz em poder te encontrar por aqui novamente! Você sempre traz comentários tão inteligentes e pertinentes. Muito obrigado por compartilhar suas observações!

      Nossa, eu fiquei impressionado como você já identificou meu estilo! Se a gente parar para perceber, cada Pokémon pode nos ensinar uma lição diferente e nos trazer uma mensagem de vida. É justamente isso que as Crônicas tentam fazer por aqui. ^^

      Eu fiquei sinceramente emocionado ao ler o seu comentário. Sua capacidade de analisar e interpretar as Crônicas é algo muito significativo! Até algumas pequenas curiosidades (ou trivia?) você identificou, como o fato de cada história se passar em um lugar diferente, a reflexão inicial e a união do mundo Pokémon com o mundo real. Seu comentário me fez muito feliz! Muito obrigado mesmo! ^^

      Você não é o coelho da Páscoa, mas encontrou todos os easter eggs! xD

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  9. OMG vc pos o Dragonite no Brasil *----* Meu tipo dragão preferido xD

    Naquele começo tu me deixou cm vontade de comer chocolate, droga T.T

    Eu preferi esse jeito que vc colocou de pokemons falando entre si e fazendo habitos de pokemons, ao inves de habitos humanos.

    Pobre Dragonair cego pela raiva, um pokemon tão sereno. Mas bem, Dragonair está mudando de ambiente e de estado sentimental.

    Dscp só pude ver a crônica hj, to em semana de provas :c

    Curti mt essa cronica, Valeu Gabriel :3

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    1. Dragonite brasileiro! xD
      Ah, Fael, comer chocolate é bom, é só não comer muito! xD

      Eu acho que você está falando da história do Lord Bisharp, certo? Foi a primeira vez que eu "humanizei" um pouco mais os Pokémon, mas a história de hoje "voltou à programação normal", hehe.

      Pobre Dragonair, logo ele que é tão lindo e calmo! Eu aposto que ele vai se redimir agora que voltou para casa. ^^

      Fica tranquilo, estudo em primeiro lugar! Ainda mais provas, que são muito importantes. Eu postei ontem à noite. Então, tecnicamente você leu no mesmo dia, já que não passou de 24 horas. xD

      Fico feliz que tenha gostado. Muito obrigado por vir aqui comentar. Até a próxima, Fael! ^^

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  10. Adorei a cronica!!!!!!!!!!!!!
    parabenz!!!!
    e se não for de mais vc poderia fazer uma cronica do tipo eletrico com o tematipo lendas do trovão(ou algo assim) cuja a estrela é um helioisk

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    1. Muito obrigado pelo seu comentário! Fico feliz que tenha gostado da história do Dragonite! =D

      Relaxa, não é pedir muito! Já haviam me pedido pelo Heliolisk uma vez, sabia? Aliás, deram uma sugestão até muito interessante! Ele está no Top 5 de Pokémon do Tipo Elétrico que podem estrear a subsérie deste tipo. ^^

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  11. Little_tiger09/04/15 16:15

    Aeeeeeeeee!! Brasil aqui, que emoção!

    Eu jurava que, se fizestes um conto com cenário brasileiro, o pokémon seria algo como Chatot ou algo do tipo kkkk você me pegou de surpresa!

    Apesar de morar não tão longe dessa região do Nordeste (não, não toco viola e tenho uma enxada nas costas ou botas, muito menos tem seca e não tenho sotaque, só moro perto), nunca tive a oportunidade de ir para Fernando de Noronha, mas agora que sei que tem um dos pokémon mais fortes e lindos (e que fez parte de meu time em FireRed :'-D) eu COM CERTEZA tenho que visitar! Temos que pegar todos, né? Kkkkk

    Mas espera, tenho que comprar uma pokéball (de preferência ultra) e falir com isso T.T

    Mas pensando bem, acho que consigo entender o garoto. Puxa, ele vira uma aparição lendária na sua frente! E foi exatamente por isso que ninguém acreditou nele, mas acho que ele exagerou pondo sua vida em risco assim...

    Mais uma vez fiquei com a impressão de que o conto foi curto. Mesmo assim acho que suas crônicas têm uma singularidade, uma coisa que as fazem ser completamente diferentes, porém sem perder a essência.

    Até o próximo conto! O/

    Little_tiger ;-)

    P.S.: Parabéns para nós pelos três (não quatro XD) meses de crônicas!!

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    1. Little_tiger, que bom te ver, garota! =D
      Ah, fala sério, o Brasil merece um pseudolendário. xD

      Fernando de Noronha é um sonho de consumo para qualquer um, o Nordeste tem uns lugares muito, muito lindos! Se apareceram Slowpoke no Japão, podem aparecer Dragonite lá, não é? kkkkkk

      O biólogo tinha mesmo boas intenções no começo, mas ele acabou tomando um rumo que não foi tão legal. No final, ele nem mais se sentia feliz ou grato pelo ocorrido. =(

      Sério?! Isso é impossível! Que isso, essa foi a maior ou a segunda maior história que eu escrevi!!! Como isso é possível?! O.o

      Fico feliz que goste da essência das Crônicas, de verdade. Muito obrigado pelas suas palavras tão carinhosas, Little_tiger! Você é muito querida. =)

      E viva os qua-três meses das Crônicas na PBN! Até a próxima! xD

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  12. AHHH! HEEEELP >< Amei, Gabriel. Crônica ótima. Me senti obrigado a comentar nessa e ler o resto das crônicas e comentar também. Queria ter visto as crônicas antes ><

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    1. Water Gun! Que prazer te conhecer! Ainda mais com o nome de um dos meus golpes favoritos! Eu amo o Tipo Água, já até comentei isso aqui algumas vezes. xD

      Muito obrigado pelo seu comentário, fico feliz que tenha conhecido as Crônicas e gostado da história do Dragonite. Espero poder te ver por aqui novamente. Pode comentar à vontade, que eu costumo olhar as publicações antigas também. Até a próxima! =)

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  13. Ué... Kd o meu comentário?

    Enfim,
    ~Yay! Crônicas!

    Fernando de Noronha! Hue! Sempre quis ir a esse arquipélago paradisíaco q nem fica tao longe de onde moro. Principalmente agora, pra achar uma certa 22ª ilha...

    Adorei a crônica! Dragonite é um de meus pokemons favoritos (provavelmente um dos 721 primeiros) e agr, mais ainda!
    Uma coisa que essa historia me mostrou é que, ao contrario dos esteriótipos, dragões nem sempre trazem violência e trevas (Como, talvez, nosso revoltado Nair), mas frequentemente, luz e paz.
    Eu juro q, na hora daquela tempestade, o biólogo ia morrer e seria transformado em um pequeno dragão... (Sdds Milotic e Torterra), mas o final também foi incrível!

    Essa junção tupiniquim tb foi d+. Ao contrario dos esteriótipos (dnv), Brasil não é só Samba, Futebol e bunda '-'. Assim tb com a região nordeste, não é só pó, com pessoas pobres com enxada na mão. Tem que conhecer antes de julgar

    Mas, e aí? Não tem mais dicas? XD

    Continue escrevendo!
    Aguardo ansiosamente pela próxima!

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    1. Poxa, Rafael, eu não entendo porque alguns comentários somem, sinto muito. =(

      Fico feliz que tenha enviado um novo, assim eu tive a oportunidade de lê-lo. ^^

      Eu também sempre quis ir para lá! Acho que essa minha fixação por água está ficando um pouco repetitiva. xD

      Eu também gosto da família Dratini! Por mim, o Dragonite poderia megaevoluir. Já pensou? Ficar mais forte do que Dragonite e bonito como Dragonair, seria perfeito! ^^

      Daqui a pouco vai ter uma caravana de treinadores indo até Fernando de Noronha. kkkkkk

      Existem dragões e dragões. Eles podem ser bons ou maus, depende muito da cultura.

      Eu nem parei para pensar nessa possibilidade, mas Milotic e Torterra mandaram lembranças mesmo, haha.

      Eu acho o Brasil muito mais rico do que o óbvio. Claro que tudo tem sua importância e valor, mas é bom expandir os horizontes!

      Dicas? Eu esqueci de colocar, mas vou falar aqui! Eu ainda não sei qual vai ser, mas tenho algumas opções. Uma dica comum a todos é: o Pokémon da semana que vem já foi citado aqui e é dual-type! xD

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  14. Eu de novo!! Kaio é meu nome. Tá ok é anônimo é, mas perdi minha conta,fui eu quem pedi a cronica do flygon, mas deixa pra próxima e o próximo pokemon é dual type??? Heliolisk???

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    1. Espero q seja!
      Adoro heliolisk *-*

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    2. Opa! Isso aí já é complô do Team Heliolisk! xD

      Bom, eu pensei em trazer o Flygon aqui nessa semana, mas acabei optando pelo Dragonite. Quando eu falei que tinha outro Pokémon em mente, era ele. xD

      O Heliolisk está no meu Top 5 do Tipo Elétrico, então... all aboard the hype train! xD

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  15. Nossa que show! Tipo, a ambientação dessa crônica foi a melhor de até agora. A descrição da floresta de "Enigmas de Fantasma: Trevenant" foi bem detalhado e marcante, mas a ilha tropical paradisíaca ensolarada e calma de Fernando de Noronha me deixou ainda mais agradado; me identifiquei muito, afinal é tudo bem parecido com o meu RNzão. Outra coisa que adorei foi a presença dos elementos naturais da ilha bem preservados e de profissionais voltados para área de meio ambiente, como oceanógrafos e climatologistas.

    Confesso que não sou fã dos tipo Dragão (até hoje só treinei um Kingdra) talvez por achar que eles são aclamados demais. Mas ei! isso não quer dizer que eu os odeie, gosto da família do Dratini e a mistura do seu misticismo com a da vigésima segunda ilha de Norinha, a Ilha dos Dragonite foi o ponto alto da crônica na minha opinião. Aliás foi por isso que acho que nesse conto você retomou um pouco a pegada de como eram seus primeiros contos (do Ninetales, Milotic e Torterra) que envolviam situações mais fantasiosas, não sei se foi proposital mas ficou bem legal. Vale mencionar também a situação do protagonista da história, que de tanto querer encontrar de novo o Dratini acabou com esse desejo corrompido beirando ao compulsivo (meio que nem Candice de Phineas e Ferb xD). Será que ele só não encontrou o Dragonair antes por causa desse sentimento transformado de querer "caçar--lo" com um celular para tirar uma foto e mostrar pra todos que ele estava certo?

    Só para finalizar, é impressão minha ou a ultima crônica vai ser ou sobre o tipo Fada, por ser novidade, ou sobre o tipo Elétrico, encerrando as crônicas com o último elemento do grupo Grass-Fire-Water-Eletric semelhante ao Pokémon Yellow na primeira geração de jogos de Pokémon? Ou pode ser tudo coisa da minha cabeça criativa xD. Aliás pode ser um pouco clichê mas não seria legal fazer uma crônica sobre o Raichu, o mais ignorado da familia Pikachu, ou uma crônica especial (como a futura dos eeveelutions) envolvendo Pichu, Pikachu e Raichu?

    E por úúltimo, desde quando você mencionou sua bela e imortal Milotic eu fiquei bem curioso, me senti um pouco desafiado também kkkkk será que tem como rolar uma batalha?

    Daniel

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    1. Daniel, que bom te ver! Seu comentário foi o máximo! Muito obrigado por compartilhar tantas observações diferentes com a gente. ^^

      Fiquei muito feliz por você ter gostado mais da ambientação de Fernando de Noronha. Será que eu acabei puxando a sardinha para o lado do Brasil? xD

      Sabia que eu também não sou muito fã do Tipo Dragão? Não é um Tipo que me traz uma identificação tão grande, como o Tipo Água. O único dragão que eu gosto demais é o Kingdra, por que será, né? xD

      Com relação à fantasia, a semelhança com as primeiras Crônicas foi completamente não proposital! O engraçado é que mais gente também sentiu uma "presença" folclórica ou fantástica, como em Milotic ou Torterra. Simplesmente aconteceu, eu achei legal! xD

      Pois é, você viu? Acabou que o biólogo não queria reencontrá-lo pelo valor que isso tinha, mas para provar algo para os outros. O cara quis fazer um selfie com o Dragonair e não deu muito certo... Hahahaha.

      Olha, eu adorei as suas ideias sobre o Tipo Fada e o Tipo Elétrico, mas eu não sei se vou guardá-los por tanto tempo assim. Eu fico até meio chateado com isso, mas é possível que o Tipo Inseto seja o último. Eu gosto tanto desse tipo, acho um absurdo ele ficar para o final! Será que tem alguma teoria para justificar o Tipo Inseto como último Tipo? xD

      Como assim?! O Raichu é o meu preferido da linhagem Pikachu! Quando eu comentei sobre os cinco Pokémon do Tipo Elétrico com mais chances de estrear esta subsérie, o Raichu era um deles, assim como o Heliolisk. =)

      Partiu Showdown? Eu não tenho como competir no jogo ainda, então tenho que me contentar com os simuladores da vida, hehe. Como fazemos para batalhar? ^^

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  16. Bom, se eu estiver mandando o mesmo comentário duas vezes, me desculpe.

    Yay, teve meu nordestezão, finalmente <3 E uau, que quebra de esteriótipos imensa. Finalmente alguem retratou a verdadeira face do nordeste!

    E por algum motivo, essa crônica me lembrou o dia que eu fui pra Fernando de Noronha, ai eu queria levar uma tartaruga pra casa, e o guarda do IBAMA me deu um chute na costela ' -'. Fato verdadeiro.

    Céus, que conto lindo. Alem de mostrar que nem todo dragão é cruel e sanguinário (Cof Cof Smaug cof cof. Te adoro Smaug <3 Não é a toa que chamo todos meus Sceptiles de Forest Smaug.), conseguiu derreter meu coração de manteiga. Para de destruir meu coração véi ;-;

    Bom, agora só falta o pedido. Quando for fazer a Edição 2 de cada tipo, poderia fazer uma crônica do meu Pokemon favorito, Porygon-Z? Enfim, Já falei o que tinha que falar, até mais \o/

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    1. Luis, você voltou! Que coisa boa! =)
      Cara, eu não vi nenhum outro comentário seu, então é capaz de não ter sido enviado... Ainda bem que você mandou de novo! ^^

      Eu fico muito feliz de ter retratado o Nordeste de uma forma que agradou quem mora lá! Muito obrigado, de verdade! =)

      Você também, hein! Queria levar um Tirtouga para casa. Deixa ele lá, precisa fazer muito breeding para não entrar em extinção. O bicho já é pré-histórico, coitado! Haja fóssil para reviver. xD

      Eu nunca dei nome para um Sceptile, porque eu sempre pego via trade e nunca cheguei a fazer breeding de um. Eu sempre ponho nomes em todos os meus Pokémon. E agora, que nome eu daria? xD

      Sério, coitado do seu coração de manteiga. Desculpa, eu não faço por mal! É um sofrimento a cada semana. Quem sabe assim ele não fica mais forte, né? Tem que ter um lado bom! kkkkkkkkk

      Caramba, Porygon? Isso foi muito inusitado, acho que eu nunca recebi um pedido de Porygon. Justo o Pokémon mais negligenciado do anime! Pode ser que dê uma boa história! Até mais! =)

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  17. Demorei para comentar, mas estou aqui ^^
    Bom devo dizer que esta crônica foi simplesmente incrível! Eu adorei a ideia de se colocar os dragões Pokémon no Brasil! Ficou ótimo =D
    Quanto a historia, o biólogo teve muita sorte de ver o Dratini quando ele era pequeno!Depois querer descobrir se aquilo era verdade estava certo mas acho que ele devia ter apenas observado calmamente para evitar a fúria do Pokémon! É malhor guardar segredo mesmo, sem provas ninguém vai acreditar nele...
    Eu amei a história, são um dos meus dragões favoritos! Até mais ;)

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    1. Oi, Camila! Que bom te ver! Sabia que eu adorei seu avatar da May? =)

      Muito obrigado pelas coisas bonitas que você disse. Fico feliz que você tenha gostado dos dragões brasileiros. Ainda mais por você gostar da família Dratini! ^^

      O biólogo tem mesmo que ficar muito feliz por ter encontrado um Dratini e revê-lo, já como Dragonair. Pena que ele não encontrou o Dragonair em um dia que ele estivesse de bom humor, né? xD

      Talvez um dia ele descubra que o mais importante é ele acreditar em si e ser feliz pelas raridades que encontrou. Até mais! ^^

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  18. faz de lutador com o lucario <3

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    1. Muito obrigado pelo seu comentário, Wilson! ^^

      Sabia que os dois Pokémon da sua imagem de perfil correm um sério "risco" de ganhar crônicas? E chega de spoilers! xD

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  19. nunca li uma crônica sua... até q pensei... vamos ver se é boa mesmo! logo na primeira frase (como dizer se uma moeda...[...]) falei: caraca o cara é bão mesmo... muito bom, li tudo, vc tem futuro, invista nisso, parabéns!

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    1. Muito obrigado por ter me dado uma chance! Eu fico muito lisonjeado por você ter gostado das Crônicas! Muito obrigado pelas suas palavras gentis! ^^

      Espero te ver de novo por aqui! O que mais me faz feliz é saber que vocês gostaram. =)

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