Crônicas de Bolso: Espírito de Lutador - Lucario


  
   Olá, galerinha!


   Todos na paz? E aí, como foi o feriado de vocês? Só sei que para os nossos amigos cariocas, o feriado ainda não acabou! Pois é, a vida é boa! xD

   Aliás, nada melhor que ler as Crônicas de Bolso numa quarta-feira ainda em ritmo de feriado, certo? Pelo menos, aqui está fazendo um frio ótimo. Não sei de quem é o Politoed, mas obrigado pela chuva também! =)

   Estamos em ritmo de final de campeonato, não é? Contando com a subsérie Espírito de Lutador, que estreia hoje, são apenas três os Tipos restantes! Falando nisso, eu acabei deixando uma dica muito certeira sobre o Pokémon de hoje e todo mundo acertou! Por incrível que pareça, não foi dessa vez que o meu Confuse Ray funcionou, ninguém se confundiu com as dicas. xD

   Como todos já sabem, a estrela de hoje é o Lucario! Se vocês gostam de aventura e muita ação, então a crônica de hoje foi feita especialmente para vocês! Agora, senta que lá vem história! =)
Seja bem-vindo ao mês de abril, Lucario!

    Muito se fala sobre ser um guerreiro, mas pouco se entende sobre as suas virtudes. Não digo quem está mais próximo delas, mas afirmo que aqueles que usam da força bruta e se colocam acima dos outros, estes sim, estão totalmente distantes de compreender a aura do verdadeiro poder. Qual vitória é mais valorosa senão aquela em que se vence a si mesmo e a seus defeitos?


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Espírito de Lutador: Lucario


   Todos carregam dentro de si a força que precisam para superar as atribulações da vida. Dizem que o cobertor é dado conforme o frio e isto é verdade, por mais que não pareça em alguns momentos. Manter um espírito forte e inabalável é essencial.
   Muitos tentam usar do poder para oprimir os outros, mas se esquecem de que o poder de alguém foi feito para oprimir apenas os seus próprios defeitos e limitações. A verdadeira batalha não é com o que há ao lado, mas com o que está dentro. A vitória na guerra contra si mesmo faz brilhar a aura da paz.
   Há muito tempo atrás, durante a era dos faraós no Antigo Egito, havia um rei que, com seu poder pessoal e capacidade de liderança, unificou seu povo e o tornou forte. Seus súditos trabalhavam e confiavam em seu direcionamento divino.
   No entanto, suas habilidades e glórias também despertavam a cobiça de líderes de outros povos vizinhos, que ansiavam pelos tesouros e conhecimentos do faraó. Muitas foram as tentativas fracassadas de seus inimigos, sempre cheios de si e vazios de saber, mas o faraó sempre conseguia se safar e apenas preparava seu exército para a guerra quando fosse estritamente necessário.


   Ao lado do faraó, havia um poderoso guerreiro de aura elevada, general e sacerdote, Lucario. O misterioso chacal com corpo metálico e de cor azul cerúleo era tenaz e versado nas artes da batalha. Lucario lutava ao lado dos guerreiros humanos nas batalhas e era a arma secreta de todo um reinado.
   O chacal havia sido encontrado pelo faraó durante sua infância. Ainda era um Riolu, estava abandonado e vivia rodeando um determinado templo com o qual se identificava, buscando a comida que alguns devotos caridosamente lhe ofertavam.
   Certo dia, um jovem decidiu adotar aquela estranha criatura, pois sentia um vínculo especial que o unia a ela. Talvez esta tenha sido a mais sensata decisão que ele poderia tomar, antes mesmo de se tornar faraó. Riolu crescia e, à medida que encontrava a felicidade ao lado de seu amigo, evoluía para Lucario.
   De seu amadurecimento,  veio o poder de controlar sua energia interna e canalizá-la através de esferas de energia pura, passando a lidar diretamente com sua aura e a dos seres humanos.


   Depois que o rapaz adquiriu o status de divindade como faraó e rei de seu povo, Lucario ganhou destaque no campo de batalha em nome dele e também utilizava sua aura para acalmar e equilibrar o espírito das pessoas que o procuravam. Lucario lia a aura dos humanos e conversava com seus espíritos para ajudá-los, assim como utilizava sua própria aura para energizar as pessoas ou dizimar exércitos.
   No entanto, houve um dia em que Lucario não foi capaz de perceber a tempo as intenções de um velho inimigo de seu povo. Lucario e o faraó foram convidados para um suntuoso banquete que servia de pretexto para um acordo de paz entre seus povos.
   O faraó sempre era o primeiro a propor um acordo de paz e, sabendo disso, seu velho inimigo preparou o banquete e mandou envenenar a bebida do faraó e de Lucario. O resultado não podia ser diferente. O faraó agonizou ali mesmo e acabou morrendo, deixando sua taça cair e despejar o veneno mortal pelo chão. Lucario não havia sido afetado pelo veneno, pois seu corpo era imune a intoxicações.
   Vendo seu rei e fiel amigo partir, Lucario entrou em um estado de fúria, culpando-se pelo ocorrido, e descarregou todo o peso de sua ira sobre os que ali estavam. Lucario destruiu o palácio do rei indigno e acabou com todos os soldados que ali estavam. As colunas começavam a ruir, as paredes eram rasgadas como papiro. Lucario não deixou nada de pé, exceto pelo líder inimigo, que conseguiu fugir enquanto Lucario pegava o corpo do faraó para mumificá-lo em suas terras.


   Com a perda de seu líder, o povo também havia perdido um pouco de seu brilho. Toda a responsabilidade foi passada para a rainha viúva. Felizmente, ela era uma mulher forte e capaz, gerenciava as crises melhor do que seu falecido esposo. A rainha era inteligente e exímia estrategista para administrar a economia do seu povo, mas lhe faltava o tino para a guerra que seu marido possuía. Justamente a guerra que o algoz do faraó planejou após fugir do desabamento daquele palácio.
   Os meses foram passando, mas o luto de Lucario permanecia o mesmo. Ele simplesmente não se perdoava por algo que nem sabia se poderia realmente mudar. Poucas foram as vezes em que tentou se conectar à sua aura novamente, o chacal havia se bloqueado inconscientemente.
   Sob pressão, a rainha não conseguia encontrar uma opção além de preparar seu exército para a guerra. Nenhum acordo era firmado, pois as motivações do outro lado eram mesquinhas, puro revanchismo com sede de sangue. A cada dia, o exército inimigo se aproximava mais das terras do faraó, já atacavam as cidades pequenas nos arredores, e o povo ficava mais preocupado em se proteger dos invasores.


   Sem saber o que fazer, a rainha procurou Lucario no templo e o implorou que lutasse mais uma vez ao lado do exército de seu povo para honrar a memória do faraó. Lucario sentia-se inapto para se conectar à aura, tampouco para liderar um exército, ainda mais em desvantagem numérica. Então, a rainha foi obrigada a exigir que Lucario fosse até a Esfinge e voltasse com uma solução no dia seguinte.
   Sabendo que não poderia desacatar uma ordem da rainha, Lucario se preparou para visitar a Esfinge e descobrir se era capaz de decifrar sua própria existência. O chacal acessou uma área secreta em sua base e começou a sentir um transe sutil. Era como se sua aura o chamasse de longe.
   Em um breve momento de desatenção, Lucario acabou tropeçando em uma pedra calcária e só não caiu porque se apoiou na parede da Esfinge, justamente em um bloco que ativou a abertura de uma passagem secreta, escondida pelas areias do Tempo.
   A passagem era um túnel escuro e sinistro que parecia levar a uma câmara ligada ao subsolo da Grande Pirâmide de alguma forma. Lucario concentrou sua energia em suas mãos novamente e conseguiu fazer brilhar sua aura azul, usando-a para iluminar o caminho.
   A cada passo, o poder da aura do chacal ficava mais latente,  era como se Lucario estivesse partindo em uma jornada dentro de si mesmo. Sua aura manifestava-se com pulsações de ar ao redor de seu corpo e até sua pelagem ficava estática. Tal força interior lhe garantiu a capacidade de ler o ambiente à sua volta, identificando todas as armadilhas criadas para manter os intrusos do lado de fora.


   Lucario corria com leveza sobre os blocos falsos que levavam a um precipício com espinhos e desviava de foices que caíam de finas aberturas no teto, quase imperceptíveis. O chacal bloqueava as flechas que eram atiradas das paredes com sua aura. Nem quando as paredes ousaram esmagá-lo, ele desistiu. Lucario se manteve firme em seu caminho pelo corredor até alcançar a câmara proibida, que guardava as riquezas dos faraós daquela dinastia e os próprios.
   Lucario olhou ao redor e teve noção da dimensão daquele lugar, com inúmeros sarcófagos e joias. Quando se aproximou do altar central, o chacal sentiu uma presença forte e familiar ao seu lado, que lhe pôs a mão sobre o ombro.

— Se eu tivesse algo do que te perdoar, eu te perdoaria.
   Incrédulo, Lucario se virou e viu o espírito do faraó, seu amigo de toda uma vida, diante de si. O chacal não sabia o que fazer e deixou que suas lágrimas falassem por ele.



   O faraó se apressou e chamou Lucario até o altar, pedindo-o que abrisse o fundo falso que guardava duas raríssimas pedras preciosas. O espírito do rei pôs sua mão etérea sobre uma das joias e Lucario pegou a outra joia. Raios de luz começaram a dançar pela câmara sombria e feixes vindos das duas joias se entrelaçavam no ar, unindo ambas. Era um vínculo para além da vida. A relação entre Lucario e o faraó transpassava os limites do corpo físico.
   Lucario começou a sentir sua aura vibrar intensamente e novos espinhos lhe cresciam pelo corpo. Sua pelagem tornava-se mais sedosa e longilínea, assim como seu corpo se modificava. Parte de suas manchas e listras tornava-se vermelha, como uma pintura para o combate.
   A megaevolução de Lucario através da aura do faraó era a prova da resistência do forte elo que os unia. Lucario finalmente encontrava sua forma de superar o luto e reconquistar seus poderes em um nível acima. A adaptabilidade do chacal o fez triunfar sobre si mesmo.


   Pouco a pouco, a aura do faraó foi se esvaindo, deixando Lucario renovado e com uma clara missão: expulsar os invasores de suas terras. Agora, Lucario e o faraó eram um só. Lucario era rei, o chacal havia sido consagrado com a plenitude do poder da aura.
   Lucario saiu da câmara e logo chegou à parte externa da Esfinge, nunca esteve tão ágil. Como um raio, Lucario praticamente voava pelas areias do deserto, deixando apenas um rastro de poeira por onde passava. Lucario pressentiu o exército inimigo com sua aura e localizou sua base, já próxima de um grande centro urbano.
   O chacal utilizou a força de sua palma para provocar uma onda de aura que rebatia os soldados para trás como se fossem grãos de areia. Com sua esfera de aura, reduzia as pedras que eram lançadas de catapultas a pó. Lucario era inacreditavelmente forte, mesmo sem contar com o apoio de seus próprios soldados naquele ataque surpresa.


   Toda sua ira descontrolada havia cedido lugar a uma paz interior que era ainda mais ameaçadora, justamente pelo total controle que ele tinha da situação. O poder de Lucario era sobre-humano, era divino.
   Naquele campo de batalha, nem uma gota de sangue foi derramada. Lucario transformou todo o poder que o exército inimigo tinha em nada. O medo e o pânico se instauraram entre os soldados rivais, que começaram a largar suas armas e implorar por clemência.
   Lucario retornou ao seu palácio e encontrou a rainha, que cuidava de seu único bebê com o faraó, o mesmo filho que viria a suceder o pai ao se tornar adulto. No mesmo instante em que a viu, Lucario retornou à sua forma original, deixando sua megapedra cair e rolar pelo chão até parar justamente ao lado do recém-nascido, que começou a brincar com a mais preciosa joia de sua dinastia.


E assim termina a história de hoje...


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   E cá estamos nós! O que acharam da história do Lucario? Particularmente, eu fiquei satisfeito com o resultado. Espero que vocês tenham gostado também. Eu não sei exatamente o motivo, mas senti que ela foi um pouco diferente das demais. Então é isso, a gente se vê nos comentários, certo? =)

  Bom, hoje eu vou querer saber as opiniões de vocês! Além dos Pokémon, o que vocês acham de dar sugestões de nome para as subséries do Tipo Inseto e do Tipo Elétrico? Quem quiser dar sugestões de enredo também pode! Aceito sugestões, principalmente para o Tipo Inseto! Uma ótima semana para todos vocês! ^^



33 comentários:

  1. Gabriel a cronica de hoje foi nota 10 mesmo com eu pensando que hoje fosse ser registeel continuação da cronica da mawile e a proxima cronica bem que podia ser a galvantula ai não faltava ninguem

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    1. Oi, Paulo! Muito obrigado pelo seu comentário. Fico feliz que tenha gostado da crônica do Lucario. ^^

      As histórias com continuações pendentes vão ficar entrelaçadas com outras histórias. Lembra que o Dragonite veio depois do Bisharp e antes da Mawile? É bem por aí! =)

      Pois é, bem que eu podia escolher a Galvantula, mas aí ela contaria para o Tipo Elétrico ou para o Tipo Inseto. Quando um Pokémon tem dois tipos, eu acabo "escolhendo" só um dos dois para encaixá-lo. ^^

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  2. Cara q crônica incrível, parabéns
    faz a próxima com Vivilon pf
    e tbm a continuação da crônica do Mawile

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    1. Muito obrigado por passar aqui e comentar! Fiquei feliz em saber que você gostou da história do Lucario. ^^

      Vivillon? Vou anotar! Ela é uma das minhas "borboletas regionais" preferidas. O esquema de cores variadas por regiões do mundo foi uma ótima ideia que tiveram. Sem contar que ela é bem forte, né? ^^

      Continuação da história da Mawile? Não sei, não sei... Quem sabe? xD

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  3. Ôpa, peraí que eu tô indo atrás de um trem que já partiu da estação! Não tive como ler a crônica "Encanto de Fada: Mawile" semana passada, mas o lado bom é que hoje eu pude ler duas crônicas de uma vez só ^^ então vou falar sobre as duas nesse mesmo post.

    Começando com a crônica do Lucario, vale ressaltar a ambientação (de novo!). Com certeza se fosse para fazer um Top 5 de suas qualidades como escritor, a ambientação estaria lá em cima. Muito interessante ver o Lucario envolvido numa história dos tempos do Egito Antigo, muito agradável afinal, nada mais natural para um Pokémon baseado em um chacal xD O pobre Lucario além de perder seu amigo, teve que sofrer a pressão de lutar em uma guerra contra aquele que causou toda essa tragédia. Ainda bem que a ida dele à esfinge resolveu tudo. Foi muito legal a parte que ele encontra o espírito do Faraó la na esfinge! Isso deixou a mensagem que o elo para faze um Pokémon megaevoluir é tão grande que transcende as barreiras da morte. Os detalhes do confronto foram ótimos, adoro quando você coloca nos seus textos termos dos jogos como os nomes dos ataques, habilidade dos Pokémons, coisas referentes a desvantagens ou vantagens dos tipos, e tudo isso de forma sutil. E pelo visto o filho do faraó irá batalhar ao lado do Mega Lucario várias vezes no futuro.

    Aliás, engraçado você trazer o Lucario para esta crônica. Minhas opiniões a respeito do Lucario sempre foram confusas. No começo achava ele aclamado demais... mesmo depois de ver o filme Lucario e o Mistério de Mew, que eu achei um dos melhores, eu não tinha vontade de ter um. Mas, eis que quando eu estava jogando o Diamond, faltava um Pokémon para completar o meu time e, analisando qual seria o melhor para cobrir as fraquezas do meu time, percebi que o Lucario seria o Pokémon ideal. Decidi dar uma chance e assim recebi o ovo de Riley, e finalmente nasceu meu Riolo, uma fêmea. Desde então o Lucario (ou Lucaria, o apelido que dei a ela mais tarde) foi de grande ajuda no meu time. E também passei a ser fã do Lucario, aliás já tava na hora, sempre gostei dos Canídeos. Cães, lobos, coiotes, raposas, chacais são demais (não é a toa que Cães > Gatos na minha opinião hehehe).

    Agora falando da crôncia da Mawile, não sei nem por onde começar! Mais uma vez a ambientação é excelente, o reino das fadas parecia ser ótimo, mas incrível como até as fadas podem fazer essas atitudes horríveis como deixar a Mawile excluída e presa daquele jeito. O medo as vezes faz as pessoas tomarem atitudes horríveis, foi o que aconteceu, o medo do reino desaparecer foi o suficiente para a Mawile sofrer tanto. Como já falaram nos comentários, percebi a inspiração em Rapunzel e Cinderella, ficou bem colocado na história. E numa medida desesperada Mawile decide fugir do Reino das Fadas. A parte que ela vai se afastando do reino (que apesar dos pesares, era o seu lar) me lembrou muito o filme A Vila, foi proposital? A parte do envenenamento que não surtiu efeito nela foi bem colocada, bem como o fato do tipo Metal de Mawile também ser o responsável pelas fadas a temerem. Com uma bocona daquelas e o tipo Metal, Mawile realmente tinha toda a receita para causa pânico nas fadas. E agora a reviravolta! Eu devia ter percebido pelo GALOPE que ela estava ouvindo que quem iria dar as caras era o Lord Bisharp! ou Pancho?! Enfim, vamos esperar para ver.

    Aliás, gostei muito do crossover xD e se não estou enganando, eu comentei sobre continuações e crossovers exatamente na crônica do Bisharp. Agora lendo essas duas crônicas eu percebi uma coisa: Bisharp, Mawile e Lucario, o que eles tem em comum? ... hmmm xD Tudo bem, o Lucario deste conto se encontra em uma ambientação diferente da do Bisharp e Mawile mas não pude deixar de notar isso xD

    Daniel

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    1. Ainda bem que o trem parou na estação! Anda, embarca logo antes que ele parta! xD

      É bom te ver por aqui novamente, Daniel. Muito obrigado por todas as coisas que você disse, de verdade! Eu nem imaginava que a ambientação das histórias era tão querida assim. ^^

      Você entendeu perfeitamente todo o dilema do Lucario, isso é muito gratificante! Cara, eu não fazia ideia que alguém prestava atenção nos golpes e habilidades, hahaha. Sensacional! Eu jurava que ninguém nem dava bola para isso. xD

      Eu também não entendia a fama do Lucario, mas não posso negar o carinho que senti quando treinei os meus, Yackal e Anubis, hehe. Eu não cheguei a ver esse filme, mas bem que eu queria!

      Eu também prefiro cães do que gatos, não que eu não goste destes, só prefiro os outros. Aliás, raposa é canídeo? Nunca parei para reparar nisso! Mais um motivo para eu amar a minha Fennekin. xD

      Falando da história da Mawile, o medo de mudança realmente é algo horrível. As mudanças são parte natural da vida, é como ter medo da natureza da vida.

      Eu já vi A Vila, mas nunca que eu iria lembrar e associar! Foi um dos poucos filmes do gênero que eu vi, não sou muito fã de suspense/terror. Eu diria que a parte da floresta é bem Branca de Neve. =)

      Quem não teria medo da boca da Mawile? xD

      Pois é, o galope denunciou direitinho o Lord Bisharp. Fico feliz que tenha gostado do crossover também! A coincidência do Tipo Aço foi completamente impensada! Quem sabe um portal dimensional não leva o Lucario até o Reino de Metal? xD

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  4. O que destaca a crônica de hoje é um sentido de completude (não que as demais não tenham sido também), cada uma das crônicas tem um objetivo diferente, nos passa um sentimento diferente e mais uma vez podemos dizer que você nos levou a essa ideia de satisfação. Gostei muito da relação LUCÁRIO/ AURA/ FARAÓ/ PERDÃO/.
    Não tenho sugestão para a próxima mas tenho certeza de que você irá nos surpreender...
    Ah, quanto ao meu comentário de semana passada, não me refiro a um perfil de facebook mas sim, a informações suas (seu rosto, idade e etc..., coisas que você pode nos revelar aqui mesmo nos comentários - se quiser, é claro).
    Até mais Gabriel, nosso cronista favorito! rsrrsrs

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    1. Oi. Jonathan! Muito obrigado por comentar! Fico feliz que tenha gostado da história do Lucario! =)

      Bem, foto eu não tenho para postar. Eu tenho 22 anos, eu lembro de ter falado sobre a graduação uma vez... ah, e eu só estudo mesmo. Acho que já é o suficiente. xD

      Estou longe de poder ser o cronista favorito de alguém, tenho que comer muito arroz com feijão ainda. xD

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  5. Matheus Almeida23/04/15 08:37

    Oi eu de novo!

    Meio obvio que ia ser lucario ne? Mas, se eu lembro bem eu tinha pedido por ele em uma cronica anterio então não poderia reclamar nem que quissese.

    Gostei que vc pegou o egito como referência, afinal o lucario e inspirado en anubis e, ñ sei se sou so eu, me esqueço disso as vezes.

    E eu tive um insight enquanto lia. Por se passar no antigo egito, devo supor que essa foi uma das primeiras megas do mundo certo? Korrina (lider do gym de shalour) afirma que a primeira mega foi de um lucario que pertencia a seu ancestral... OMFG! Korrina é descendente de um faraó??

    Quanto aos tipos eletricos acho que rotom, stunfisk e outro que não lembro agora seriam boas alternativas.

    Ja para os insetos:
    A tematica de metarmofose (ou evolução nesse caso) é uma ideia bem obvia, mas se bem trabalhada pode render um bom conto.
    Outro ponto seria o trabalho em equipe.
    Mas eu sinceramente adoraria que vc fizesse uma cronica dos insetos relacionada a moda.

    Moda??? Sim, moda.
    Afinal não são os insetos quem tecem belos e poderosos fios que ps abrigam e os alimentam? Não, são os aracnideos mas isso não vem ao caso. Os insetos têm uma capacidade de disfarce mto grande tbm. Não é a toa que o burgh fez sucesso se inspirando nessas coisinhas lindas.
    Acho que não preciso sugerir afinal cada um dos topicos é auto explicativo e vc facilmente descobre que está se referindo a quem.

    Por enquanto é só, se eu tiver mais alguma idéia farei questão de lhe avisar.

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    1. Nossa caraa hueahuehau curti a ligação q tu fez com a Corni (Korrina) e vc me surpreende! é a primeira pessoa que eu vejo que tem tanto amor aos tipo inseto xD os insetos sao realmente muito bonitos

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    2. Oi, Matheus! Que bom te ver por aqui. Muito obrigado pelo seu comentário, suas sugestões foram valiosas! ^^

      Pois é, a dica foi bem óbvia, mas ele é um Pokémon muito legal, então foi bom mesmo assim. Eu gosto muito do background mítico do Lucario. =)

      Bom, além do Lucario, só a Angeline e o Absol megaevoluíram nas Crônicas. Dos três, o Lucario foi mesmo o mais antigo. Cara, a Korrina tem sangue de faraó! O que foi isso! kkkkkkkkkkk

      Eu gostei muito das sugestões para o Tipo Inseto. Por mais óbvio que pareça, eu nem tinha lembrado da temática da metamorfose. Trabalho em equipe e disfarces também são uma boa, mas moda é sensacional! Inseto, aracnídeo, tanto faz! É tudo artrópode. Até! xD

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    3. Matheus Almeida24/04/15 20:33

      Faelxd eu as vezes tenho essas ideias meia locas então é facil pra mim ligar os pontos.

      Na vdd eu sou fã mesmo é dos tipos lutadores, entretanto tenho uma relação profunda com os tipos insetos e venenosos (q curiosamente sao resistentes aos meus lutadores) desde sempre. Maa foi com o advento de unova que eu realmente me aproximei desses dois tipos graças ao burgh e roxie. Pq a meu ver, apesar da falha que foi o anime com a serie best wishes, unova ainda tem incriveis pokemons e gym leaders. Seja pela imponencia glamurosa de elesa, seja pela personalidade relativamente humilde de clay e etc...

      E até porquê alguem fabuloso como eu (bitch pls) não podia deixar essa oportunidade de pedir um desfile de moda pokemon insectoide, né sr. Gabriel?

      Bjs do seu aspirante a divo absoluto do universo! Cynthia que me aguarde!

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    4. Matheus Almeida24/04/15 20:33

      Sqn
      kkkkkkkkkkk

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  6. Little_tiger23/04/15 13:06

    Eu me lembrei daquele menino que gritava "BLASTOOOISE" quando eu "pirei" com o Lucario. Mas gente, essa crônica foi linda demais <3
    Você foi na mosca, Lucario e Egito são os elementos para uma combinação perfeita :3
    E também me lembrei do filme Lucario e o Mistério de Mew, sendo que o amigo do Pokémon morrera para tentar ajudar seu povo, deixou uma rainha (no caso do filme, princesa) e no fim os amigos se encontraram. Chorei litros no filme e quase não foi diferente nesse conto.
    As mitologias que mais me fascinam são a grega (semideusa aqui :3), egípcia e indiana. Eu não sei dizer, elas têm uma magia incrível.

    Acho que é isso. Crônica linda e impressionante. Alguma dica para a próxima?

    Até mais!

    Little_tiger

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    1. Oi, Little_tiger! Bem-vinda de volta, menina! ^^

      Eu consegui imaginar perfeitamente você gritando pelo Lucario. Até lembrei do garoto gritando "Blastoise". kkkkkkkk

      Fico feliz que tenha gostado da combinação do Lucario egípcio. Poxa, eu preciso ver esse filme um dia, deve ser muito bom! Muito obrigado por ter gostado tanto e se emocionado com a história do Lucario. ^^

      Eu também gosto de mitologia, principalmente helênica, egípcia e nórdica. Sou fã de Age of Mythology, hehe. Eu conheço pouca coisa da mitologia hindu. Semideusa? Uma fã de Percy Jackson detectada? xD

      Dicas? Se eu seguisse meu coração, poderia dar asas a dois irmãos. Isso foi uma dica ou eu estava só pensando alto? Até mais! =P

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    2. essa dica foi tao foda que eu esqueci de por meu nome :V

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  7. CARA TU FEZ UNS NEGOCIO FODA NESSA HISTORIA
    Você conseguiu mostrar a ideia da aura do Lucario e conseguiu mostrar como ele evolui!!
    Curti dms, o povo tava reclamando q ele ja era um pokemon famoso e tals, mas todos tem espaço por aqui, Absol teve e foi uma das melhores crônicas q eu li

    Para o tipo Inseto eu nao sei, alguns insetos que eu gosto sao o Venipede e cia, o Scyther (não gosto do Scizor mas ja q tem q por a evolução tb ... ;^;) e eu tb gosto do Vivillon e anti evoluções, podia fazer a história de um Scatterbug ou Spewpa que era julgado (mais o Spewpa msm) por ser gordinho (ou o Scatterbug msm) por acharem os tipo bug nojentos, daí ele evolui para Vivillon e se torna belo, e então tem duas opções: sentir dó de qm o julgou ou querer se vingar por o terem julgado, e claro pode ter um humano para acalmar a situação no segundo caso. (Eu vou citar um negocio assim la embaixo tb, eu sei q é mt cliche se fizer os dois, entao ne, masok, vc verá)

    Pro tipo Elétrico e uto gostando mt de dois pokes, um deles é o Luxray msm, n elaborei uma historia q pegasse cm ele, e o segundo é o Helioptile/Heliolisk: Ele era um Heliolisk medroso e fraco quando pequeno (sim, pensei em Aventuras em Unova e Alem qnd tava escrevendo) mas quando evolui vira um forte Helioptile, os detalhes, desfecho, motivos, etc, vc decide hehe, só to dando uma ideia

    E depois quando for recomeçar (e vc VAI) vc podia fazeruma historia da Gourgeist, como uma pequena pumpkaboo incompreendida e tambem julgada, pela sua forma (gordinha e pa) só q daí ela vira um Gourgeist (gostosa ,pera, isso ta mt pokéfilo, mas é, bem, Gourgeist é um poke bonito) entao ela fica bonita e fica com um espirito de vingança, mas seu coração é acalmado por uma forte humana que já havia se encontrado com ela quando ela ainda era uma Pumpkaboo e lembra a raivosa Gourgeist de como ela era meiga [é uma ideia..do tipo fantasma, moral da história: os tipo fantasmas podem nao ser sempre assustadores] (ou entao nao precisa ter a humana, assim fazendo a Gourgeist sentir dó dos que a julgaram, assim como eu falei ali em cima) {mais um ps: o pumpkaboo evolui por troca, entao nada melhor doq escolher a opção 'ficar com dó' qnd evoluir e assim tb ter a ajuda de uma humana pra evoluir, por causa da troca e tals}

    E é Gabriel, tua historia ficou mt boa, veremos a próxima xD

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    1. Fael, você não sabe como eu fiquei feliz lendo seu comentário! Muito obrigado! ^^

      Pois é, todos os Pokémon têm espaço nas Crônicas. Eu não sabia que você tinha gostado tanto da história do Absol. =)

      Eu adorei as suas sugestões de Pokémon gordinhos! Também gostei do Heliolisk frouxo e medroso. =)

      Adorei a ênfase na continuidade das Crônicas. Tem nem talvez, né? Posso nem pensar em parar depois da primeira temporada. Ah, acho que vou parar com as Crônicas depois de termi-- NOPE. kkkkkkkkkkk

      "A vingança da gordinha! Pumpkaboo fica magra!". Parece até título de episódio no anime. Não sei o porquê, mas eu me amarrei nessa ideia! Até a próxima! xD

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    2. HAEHUAHEU vlw Gabriel :3
      "A Vingança da Gordinha" esse tem q ser o titulo pra quando o Pumpkaboo da Jessie evoluir kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  8. Cronica incrivel!!!!!
    Lucario é um de meus pokemons favoritos!
    sobre o lance das series a do tipo eletrico poderia se chamar de Lendas do Trovão com Heliosk como pokemon principal.

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    1. Fico muito feliz que tenha gostado da história do Lucario, ainda mais por ele ser um dos seus preferidos! Muito obrigado. ^^

      E mais um voto para o Heliolisk! Eu também gosto muito dele. Acho que o Clemont curtiu essa sugestão. xD

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  9. Valeu em internet, é a quarta vez que eu escrevo esse comentário.

    -LUCARIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
    -Bom, vamos pela ambientação. Cara, primeiro foi uma floresta assombrada, depois um cemitério de pokemons, depois era medieval, depois contos de fadas, e agora egipícia? Cara, só falta Steam Punk (Boa pro Luxray e-e Indireta #1) e Haloween (Boa pro Ariados e-e Indireta #2). Resumo: Sua ambientações são geniais <3
    -Gostei bastante do roteiro. Mas ninguem supera a triste história do Lapras e seu clima singelo e emociante, prfvr.
    -Feminismo ai em e-e
    -Que Lucario badass e-e Mas as fanarts tão boas u_u.
    -Fique com esse comentário curto. Tô sem criatividade hoje e-e

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    1. Oi, Luis! Muito obrigado pelo comentário e também pela persistência e paciência. Eu não entendo qual é a razão de os comentários não aparecerem ou se perderem. =(

      Também, né? Com quatro tentativas, é natural que o comentário fique menor. É muito chato digitar um comentário enorme e perdê-lo depois, mas o bom é que você conseguiu publicar! ^^

      Eu juro que eu nunca poderia imaginar que você gostaria tanto assim da ambientação. Muito obrigado pelas suas lindas palavras! Eu simplesmente amei a sugestão do Steam Punk! Eu quero muito achar uma oportunidade de trazer este cenário aqui. Halloween idem! =)

      Eu não sabia que a história do Lapras tinha te tocado tão profundamente, é tão gratificante saber disso! Eu acho incrível como cada um se conecta de um jeito a uma história e sente um vínculo especial com determinadas crônicas. Isso é mágico! =D

      Feminismo... foi pela rainha, não é? O engraçado é que eu pensei justamente o contrário! Eu tinha imaginado o faraó como um homem forte, poderoso, sábio etc. Aí eu senti a necessidade de criar uma esposa igualmente capaz para ele, para que o faraó não ofuscasse a rainha com todas as qualidades deles. Com isso, eu pensei em deixá-los no mesmo nível, sem que um subjugasse o outro. Foi assim que o faraó se tornou melhor na estratégia da guerra e a rainha na administração da economia. =)

      Eu também adorei esse Lucario, ele é demais! Ele vence um exército inteiro sozinho e sem matar ninguém. Eita! xD

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  10. Kra... O google me odeia. É o segundo comentário!
    Enfim

    Yay! Crônicas!

    Lucario é um pokémon lindo. E assim como arroz e feijão (desculpa, to com fome), ele e o Egito fizeram uma ótima dupla.
    Sua crônica me lembrou muito da própria mitologia egípcia, quando Osíris foi enganado e morto por seu irmão Seth (adivinha onde? Num banquete!)

    Essa mistura de ação e mistério foi épica! Teve de tudo! *cof* *cof* Cheiro de filme *cof**cof*

    Lucario, o Rei Chacal. O nome certo para a junção das almas do rei e do lucario.

    Sugestões:

    Rugido Elétrico : Heliolisk Lindão
    Fúria Insecta: Leavanny

    Bela crônica

    Espero ansiosamente pela próxima!

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    1. Oi, Rafael! Que bom te ver por aqui! Demorou, mas foi, né? ^^

      Sei que é chato perder um comentário na hora de publicar, tenta dar Ctrl+C antes de enviar. Talvez ajude! =)

      Fico feliz que tenha gostado da relação entre o Lucario e o cenário (ih, rimou!). Muito obrigado! ^^

      Na hora da fome, não dá para pensar em outra coisa. Sabia que eu gostei da analogia? xD

      Eu gosto muito da mitologia egípcia! Sabia que eu pensei até em repartir o corpo do faraó em vários pedaços? Só que eu acabei deixando a ideia de lado. xD

      Gostei das sugestões, tanto de nome quanto de Pokémon. Rugido Elétrico me fez lembrar de Getta Banban inclusive. =)

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  11. Scrapper_Link25/04/15 10:40

    Essa história foi mais surpreendente que a anterior. Novamente vemos aquela sacada do veneno não surtir efeito devido ao dual type do pokemon. Além disso, há uma certa relação entre o Lucario e os deuses da mitologia egípcia. Talvez ele se pareça mais com Anúbis, ou tenha alguns traços de Seth. Chegando perto do final fiquei com a dúvida: como Lucario poderia mega evoluir novamente se o rei já não estava mais alí? Conclui que além do vínculo entre os dois ser transcendental, temos também o ínicio da amizade entre o pokemon e o filho do faraó. Bela crônica, parabéns!

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    1. Oi, Scrapper_Link! Fico feliz em te ver por essas bandas! Muito obrigado pelo seu comentário! =)

      É muito bom saber que você gostou desta história e que você percebeu o lance do veneno!

      Eu gosto muito de mitologia, também vejo relação entre o Lucario e o deus Anúbis, por causa dos chacais. Aliás, qual será o templo que o Lucario ficava rondando quando era Riolu? =P

      Perfeita a sua conclusão! A megaevolução é alcançada através de um forte vínculo entre treinador e Pokémon, mas o Lucario pode ter um forte vínculo tanto com o faraó quanto com o filho dele. Transcendental e genético! xD

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  12. Crônica mais que perfeita:

    1- Foi bom uma história no Egito adoro essa época!
    2- Não sou muito fã do Lucario, mas a ideia em si salvou meu interesse.
    3- Mega evoluir, vencer o exército e não deixar uma gota de sangue? Não acredito, que paz interior! Isso que é aura em plenitude!
    4- Minha ideia para a próxima crônica do tipo inseto é com o shedinja, pois, pelo que diz na pokédex ele é imóvel então ele não podia brincar com os amigos nem nada, entrando assim, em uma enorme solidão, mas ele cresce e vira um grande herói imóvel! Nome: Fantasma trancado!

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    1. Oi, edulipe! Gosto muito de te encontrar por aqui. Muito obrigado pelo seu comentário! =)

      Eu também gosto muito deste cenário. Aliás, eu também nunca me senti muito próximo do Lucario, mas tem um lado místico nele que é bastante interessante! ^^

      Você foi certeiro! É uma paz interior tão grande que o Lucario transborda isso para o campo de batalha. O verdadeiro poder da aura plena! =)

      Olha, eu venho "namorando" a ideia da crônica do Shedinja há algumas semanas, mas eu ainda não tenho certeza se ela vai ser a primeira crônica do Tipo Inseto. xD

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  13. #TeamShedinja *u*

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  14. Aconteceu!!!!!!! Lucario e Egito Antigo, é muito bom ver algo que só opinei se tornar realidade, Obrigado mesmo Gabriel o/
    Para os Bug-Types poderia ser o Leavanny, acho que ele daria uma boa história.
    Para os Electric-Types, poderia ser Luxray, ele tem um jeito de Badass muito bom pra histórias.
    Nomes para as subséries em pensei em algo com Teia ou Casulo para os insetos e, Voltagem Extrema para os Elétricos. Não sou muito bom com nomes :P

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    1. LoKu-kun, eu estava esperando justamente o seu comentário! Eu fiquei preocupado se você iria comentar ou não, porque foi justamente o seu pedido. Eu queria saber se você gostou! xD

      Pois é, aconteceu! Fico feliz que tenha gostado de ver seu pedido se tornar realidade. Jirachi curtiu isso! xD

      Mais um voto para o Leavanny, eu gosto dele também. Luxray deve estar no topo do Top 5 de Tipo Elétrico para estrear. Aliás, eu gostei dos temas Teia e Casulo, fazem muito sentido e são bem sonoros. Muito obrigado pelo comentário e pelas sugestões! ^^

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