Crônicas de Bolso: Vestígio Noturno - Absol




   Olá, galerinha!


   Hoje nós voltamos com as Crônicas de Bolso! Não teve como eu resistir, né? A estrela de hoje, evidentemente, é o Absol! Muita gente veio pedindo por ele e eu também sou muito fã dele.

   É quase uma homenagem aos idos tempos em que eu joguei Pokémon Sapphire Version e encontrei com minha Absol nos arredores de Fortree City. Ela fazia parte do meu time oficial e... ah, deixa para lá!

   Então, a gente havia conversado sobre a melhor tradução para Dark-type e eu acabei decidindo por Tipo Noturno, já que é a tradução mais regular e aparentemente oficial. Sendo assim, a subsérie de hoje se chama Vestígio Noturno!

Absol e Milotic, dois dos meus favoritos ficam perto de Fortree City...



      É comum associar coisas ruins ao que é desconhecido, ao que parece ser assustador. Por que razão as pessoas sempre associam a escuridão ao que não se conhece, ao invés de buscar a verdadeira luz que o habita?


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Vestígio Noturno: Absol


   Viver não é tarefa fácil, tampouco haveria de ser. Muitas são as dificuldades e as aparentes injustiças que ocorrem. Às vezes, o mundo parece completamente errado, perdido nas sombras de uma noite eterna.
   No entanto, tudo tem uma razão de ser e é durante a noite que se reconhece o valor do dia. Há luz nas sombras, uma luz que indica o caminho para os que estão perdidos na imensidão sombria. Há que se ter vestígios de luz na calada da noite.
   Havia uma abastada cidade nas cercanias dos Alpes suíços que prezava muito pelas suas tradições e riquezas materiais, fruto da exploração de uma montanha rica em minerais naquela região. Porém, o brilho dos minérios valiosos por vezes ofuscava o que era mais importante.
   As pessoas costumam olhar e enxergar aquilo que elas veem em si, como reflexo e negação do que elas mesmas são. Talvez seja por isso que a vida de uma determinada moça naquela cidade fosse tão difícil.
   Era tida como estranha, bizarra, destoante. Só sabia vestir-se de preto, tinha bijuterias esquisitas e usava um capuz para encobrir a face. Era pouco comunicativa, mas sempre atraía a atenção dos outros, principalmente dos dedos de acusação. Não é bom ser diferente em um oceano de mesmice. Mesmo que todos digam querer se destacar, querem, na verdade, ser iguais.
   E se a crueldade alheia era desferida aos irmãos humanos, certamente seria às criaturas tidas como inferiores. E este era o caso de Absol.


   Regiões montanhosas costumavam ser o lar dos famigerados anunciantes dos desastres. A população não questionava as razões por trás da má fama dos Absol, apesar de eles serem os verdadeiros donos da terra. Diz-se que que toda vez que um Absol é visto, uma terrível catástrofe cai sobre quem o vê, como que se a criatura proferisse uma espécie de mau agouro simplesmente por ver um humano.
   Muitos Absol eram caçados e afugentados com repelentes fortes, específicos para sua espécie. Infelizmente, algumas catástrofes realmente aconteciam quando um Absol era visto nos arredores da cidade, o que corroborou sua já não tão boa fama.
   Apesar de não tê-lo avistado, um desastre estava para acontecer com a moça deslocada. Era quase noite quando alunos do colégio dela armaram um bote para a jovem. O plano era simples e cruel, amarrá-la e jogá-la do primeiro nível de uma montanha, apenas para vê-la rolar pelas pedras.
   Infelizmente, o plano foi bem executado. Aos prantos, a garota foi amarrada e carregada por três garotos, enquanto os outros riam aos montes. O que não podiam esperar era que tanta algazarra atrapalhasse o descanso de um Absol que ali vivia.


   Vendo o desespero da jovem e sentindo a irritação de ter seu território invadido, Absol atacou todos os estudantes e os afugentou um a um. Quando se deu conta, estava rodeando a garota amarrada ao chão, decidindo o que fazer com ela.
   Apesar de ser alvo de críticas, Absol tinha um forte senso de justiça e usou seu chifre sombrio para rasgar as cordas que a amarravam, libertando-a.
   Curiosamente, a menina não fugiu com medo, sentia-se à vontade. Era uma excluída e incompreendida, assim como o ser noturno. Absol ignorou as ações da garota e voltou à caverna onde descansava.
   A menina esperou um pouco e decidiu se aventurar pela caverna, não queria correr o risco de encontrar seus algozes de outrora. A caverna, na verdade, era um túnel de mineração antigo e já desativado pelas condições sensíveis do terreno.
   Ela andou um pouco até avistar Absol, parado. A criatura virou-se para trás e rosnou para a menina, que se ajoelhou, oferecendo-se como vítima. Absol estava agitado, parecia pressentir algo, mas sua raiva não vinha dela.
   Absol quebrou algumas placas de madeira que lacravam um caminho do túnel abandonado e seguiu por ele. A garota instintivamente se levantou e foi atrás. Quanto mais longe e mais fundo na caverna estivesse, mais se sentiria protegida da vida lá fora.
   Um som de explosão foi ouvido e uma fina poeira começava a escorrer pelo teto do túnel. Os barulhos foram ficando cada vez mais frequentes e o chão começava a tremer. Pedaços de rocha se desprendiam das paredes do túnel e as lanternas, que estavam presas ao teto e apagadas há anos, chacoalhavam.


   Absol gritou e sua voz ecoou por todos os caminhos dentro daquela montanha. A garota tampou os ouvidos pelo barulho e apenas sentiu seu corpo ser jogado violentamente no sentido de retorno à entrada do túnel. Com seu chifre, Absol suspendeu a menina pelo capuz e a jogou sobre seu próprio corpo em alta velocidade, buscando se salvar do soterramento.
   Um barulho ensurdecedor foi ouvido outra vez e o teto começou a ceder consideravelmente à frente de Absol, que se viu obrigado a desobstruir as rochas à frente com uma rajada de energia sombria que liberou pela boca. Novos estrondos foram ouvidos em sequência e uma pedra solta atingiu a pata traseira dele.
   Mesmo ferido, Absol encontrou a luz brilhante da Lua Cheia ao fim do túnel e conseguiu escapar por pouco, antes que a caverna inteira cedesse e as pedras rolassem pelo lado de fora.
   Embora muito sujos e cansados, os dois estavam aparentemente bem, até que algo os surpreendeu...
   Os algozes da menina haviam retornado e a população parecia ter se reunido para averiguar a origem do barulho. Não podia ser uma situação pior para eles, era uma visão coletiva de um mensageiro dos desastres, ainda com uma vítima humana sobre ele. Para o povo, Absol faria com que a montanha inteira os soterrasse e comeria a estranha menina viva.

— Esperem, por favor! Não foi culpa dele. Absol salvou-me. Ele não criou esta tragédia, ele a previu para poder ter tempo de evitá-la e...

   Dizem que a maldade está nos olhos de quem a vê e não poderia ser diferente. Ensurdecidos para qualquer voz da razão que a menina tentasse impor, alguns caçadores avançaram em direção aos dois para punir Absol, o melhor bode expiatório existente.


   Pressentindo o perigo, Absol começou a sofrer uma mutação em seu corpo e um resplendor violeta o encobriu. À medida que usava sua técnica de proteção, sentia seu corpo tornar-se mais ágil e poderoso. Seu grito tornava-se mais grave e intimidador, bem como seu chifre, que aumentava de tamanho. De seu corpo, surgiram asas brancas que envolviam criatura e menina.
   Absol megaevoluía por dentro e por fora. De suas sombras, fez luz. Seu poder era necessário para alertar os inocentes das intempéries da vida, mesmo que o culpassem por seguir sua própria natureza de auxílio aos que não possuem a percepção aguçada.
   Não haveria outra saída para ambos senão a fuga. Absol sabia o que era certo e não deixava que as atitudes alheias o desviassem de seu caminho. Naquele momento, o mais certo a fazer era fugir. Fugir até que um dia os humanos fossem capazes de compreender o seu poder.
   Não havia rancor em seu coração e, por isso, tornou-se um anjo. A garota agarrou o corpo de Absol e ambos voaram pelo céu negro, sendo guiados pelas estrelas até pousarem em uma densa floresta onde estariam seguros.
   Absol ainda tinha fé na humanidade, pois a garota era estranha. Esquisita por não ver maldade, bizarra por não se deixar levar pela raiva. Seu capuz era um escudo, porque precisava esconder sua luz interior, o brilho que os outros também não estavam preparados para compreender.
   Dizem que quando alguém para de se identificar com as coisas do mundo é porque está transcendendo, evoluindo, megaevoluindo. Assim, Absol e a moça se aventuraram pela floresta, talvez viajando para outra cidade, onde poderiam se sentir melhor, mas o caminho certo só as estrelas saberiam dizer.



E assim termina a história de hoje...


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   E aí, pessoal, o que acharam da história? Espero que vocês tenham gostado, foi muito bom trazer o Absol aqui. =)


   Aliás, quero desejar feliz aniversário, mesmo que adiantado, para nossa querida amiga e leitora, que está sempre conosco nos comentários, Little_tiger! De certa forma, a escolha do Pokémon de hoje é um presente para ela. Aliás, Absol é um presente para todo mundo, não é? Hehe. Tudo de bom, Little_tiger! Fiquem bem e uma ótima semana para todos vocês! ^^



Créditos de imagem:
Absol e Milotic
Prevendo o desastre
Mega Absol
Luz Absoluta




Eu vou ficar muito, muuuito feliz se você clicar aqui! Olha:

 Crônicas de Bolso    Cápsula do Tempo


40 comentários:

  1. Faça um sobre o Jolteon, por favor, amo esse cãozinho elétrico :)
    E mais, boa crônica Gabriel , espero que a próxima mantenha o bom nível que vc dá às suas crônicas :)

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    1. Muito obrigado por vir aqui comentar, fico feliz que tenha gostado! =)
      Estou guardando o Jolteon para uma ocasião especial, assim como as outras eeveelutions. Ainda não decidi como vai ser, mas ele vai aparecer junto da família Eevee toda. ^^

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    2. Matheus Almeida05/03/15 08:21

      eeveelutions *o*

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  2. muito triste essa historia, realmente vida de Absol é tensa, me fez lembrar do seu madruga que é um cara bom que sempre faz coisas boas e só se ferra, e tambem do Snape, muito boa historia parabéns

    #CrônicasDragão

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    1. É triste mesmo, mas também é feliz, não é? Pelo menos, agora o Absol tem uma amiga e ainda há esperanças para os dois! ^^

      Fico muito feliz em saber que você curtiu a crônica, muito obrigado! Partiu #CrônicasDragão? Será? Pode ser que sim, pode ser que não... xD

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  3. LINDO
    faça um do heracross
    esse é o primeiro que li, vou ler os outros depois

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    1. Seja bem-vindo às Crônicas! Estou muito feliz por você ter gostado da história de hoje. Muito obrigado! =)

      Por favor, fica à vontade para ler as outras histórias que já foram lançadas aqui. É só clicar no Índice, à direita da página da PBN. Boa leitura! ^^

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  4. O Rayxer Hablitz comentou pelo Facebook e eu vou responder por aqui, ok?

    Então, fico muito feliz por você ter gostado tanto das Crônicas, mas não seria uma boa ideia fazer isso, entende? É que algumas pessoas poderiam ler apenas por lá, ao invés de vir à própria PBN, o que não seria bom para o site, pois acabaria perdendo algumas visualizações, que são um incentivo para a PBN. Espero que entenda, de verdade. Muito obrigado por comentar! =)

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  5. Little_tiger05/03/15 05:57

    Eu fiz um texto enorme, mas o google pediu para afirmar a conta e eu o perdi todo T.T

    Basicamente disse que eu ADOREI essa história, foi com um dos meus favoritos. Comecei a gostar do Absol na época dos torneios em Hoenn no anime, com aquele "lobo" de Drew. Quando o vi, me apaixonei por seu jogo de "luz e sombra" e resolvi capturar um no primeiro jogo que joguei, o Emerald. Meu primeiro foi um macho de lvl. 49 :,-)

    E, ao contrário do que o povo ignorante pensa, eu simplesmente só consegui coisas boas com ele. Voltando pra crônica... achei injusta a reação do povo ignorante e cego. A garota tentou avisá-los, mas inutilmente, pois eles apenas não queriam ver a verdade sobre o pokémon.

    O Absol, se previsse alguma coisa ruim para o povo, tinha duas opções: Deixar o povo ali sofrendo ou simplesmente chamar sua atenção enquanto houvesse tempo para que eles sobrevivessem. Ele so queria o bem do povo.

    Eu sempre penso que há tantos que dizem ser diferentes em certas coisas que acabam sendo iguais por serem diferentes. No dia a dia, uso essa "filosofia" para coisas cotidianas, como as garotas que andam de skate e jogam video game. Elas dizem ser tão diferentes mas por dentro, em pensamento, acabam sendo iguais. Nada contra, claro!

    Mas no caso dessa crônica, perfeita crônica, a garota era tão especial no mundo e tão solitária, como o Absol, que eles se identificaram. Eles e todos somos especiais, só alguns não enxergam isso.

    O Absol mega evoluiu (provavelmente a mega pedra estava solta entre as rochas e quando a caverna começou a desmoronar, o Absol ficou próximo a ela) com o respeito e admiração que a menina teve por ele, juntamente com o sentimento de querer o bem das pessoas. Não sou uma estrela, mas aposto que eles foram para algum lugar onde eram aceitos como eram.

    Enfim, linda crônica (uma das melhores, apesar de todas serem incríveis) e... te espero quarta que vem!

    P.S.: Muito obrigada pelas felicitações, e pelo presente, eu adorei ;-D

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    1. sempre pensei q o absol fosse um carneirinho '-'
      o nick dele e carneirinho no ORAS *-*

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    2. o unico lucar q acha absol e perto de fortree e os pokes de la n estao lvl 49 ;-;

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    3. Oi, Little_tiger. Fico feliz que você tenha visto a homenagem e ainda mais por você ter vindo comentar! ^^

      Pois é, acontece isso de perder o comentário por precisar confirmar a conta antes... =(

      Você realmente captou a ideia da crônica! O Absol realmente tinha duas opções, mas sempre escolhia pelo certo, mesmo que as pessoas errassem. ^^

      O Absol é realmente um presente para todo mundo, estou realmente satisfeito por você ter gostado. Aliás, quem estiver fazendo aniversário na semana, pode avisar. Vocês todos são especiais para mim, alguns eu até já lembro pelo nome! =)

      P.S.: Eu não faço ideia de que animal o Absol é, eu me contento em classificá-lo como mamífero. xD

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  6. Caraca, que conto incrível!!!
    Absol subiu, e muito, no meu conceito!!! (embora eu sempre gostei muito dele) o/
    Só uma observação, as "asas" do Mega Absol são na verdade pelos que levantam, não lembro onde eu vi isso, mas também fiquei decepcionado. Queria que ele virasse Dark/Flying =/
    Bom tanto faz, a crônica ficou incrível de qualquer jeito, ainda espero uma do Cofagrigus no Egito (/*-*)/

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    1. LoKu-kun, que bom te ver por aqui! Muito obrigado por comentar! =)
      Se o Absol subisse ainda mais no meu conceito, ele quebraria o teto. Hahaha.

      Pois é, eu lembro que você mesmo comentou que o Mega Absol tinha "asas falsas". O engraçado é que eu realmente fiquei um pouquinho desconfortável em chamá-las de "asas" na história, mas deixei pelo sentido conotativo. xD

      É verdade, ainda preciso falar do Egito Antigo. Lembro que você disse que poderia ser do Lucario também. ^^

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    2. Exato!! Pode ser tanto do Lucario quanto do Cofagrigus. Ou até, quem sabe, dos dois juntos. Sei lá, o Lucario pra mim lembra muito os Chacais e o Anúbis

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    3. Pausa para risadas: os nomes dos meus dois Lucario são Anubis e Yackal. xD

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    4. kkkkkkkkkkkkkkkkk Tá legal, essa foi uma coincidência muito boa kkkkkkkkkkkkkkk

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  7. Matheus Almeida05/03/15 08:18

    Affe, acho que meu comentário de ontem não deu certo, mas enfim...

    Como sempre ótima crônica. obviamente não estou surpresa que a escolha foi o absol, mas não tem problema. meu coração não é limitado como as boxes do PC (embora aqueles projetos de giratina so faltem não completar).

    O texto fala de exclusão de uma certa forma, que é uma coisa que eu conheço (não porque eu seja otaco, raro, nerd, shipper, shiny, rosqueiro, com megastone, etc. sou diferente, não uma nova forma da raça humana como muitos se dizem ser), e de vez em quando tenho problemas com isso (mas tbm não corto meus pulsos por isso), mas enfim...

    c'est la vie...

    se eu puder fazer meus requerimentos de hoje:
    1 - o de sempre (é chato? sim. vou parar enquanto vc não fizer? não muahaahahaha)
    2 - Algum lutador (pode ser o obvio, mas ainda assim divo lucario ou o pangoro, de preferencia esse ultimo *---* )
    3 - slá, qualquer um pra mim tá bom, mas minha natureza pidona não me deixa em paz se eu não ficar pedindo as coisas que eu quero pros outros.

    até a próxima quarta
    vlw flw

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    1. Olha, realmente, eu não li nenhum comentário seu ontem, talvez não tenha ido mesmo. Mas estou feliz que você passou por aqui hoje para comentar. Muito obrigado! =)

      Ah, nem tinha como ser surpresa, né? O Absol é um grande favorito e calhou de ser do Tipo Noturno, que ainda não havia estreado, hehe. É legal saber que seu coração é do tamanho do PokéBank! xD

      O de sempre? Deixa eu pensar... é Charizard? Hm, não... É Garbodor? Também não... Ah, lembrei! É Sableye, não é? Poxa, quase tinha esquecido. xD

      Vejamos, Tipo Lutador é um caso a se pensar. Lucario e Pangoro são boas sugestões, vou anotar. Até mais! ^^

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    2. Matheus Almeida05/03/15 16:52

      Agra me lembrei de algo, se esse conto foi um "presente" pra little_tiger, vc faz o do sableye pro meu, pfvr? 24/05 so pra constar. Se quiser me comprar um 3ds tbm aceito rsrsrsrs

      e o comentario de ontem foi pelo celular, talvez por isso tenha dado errado mas era basicamente o q eu falei hj.

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    3. Claro! Ainda temos tempo até maio, então são altas as chances de eu conseguir encaixar o Sableye até lá. ^^

      Um 3DS? Claro, me dá o dinheiro que eu compro para você, hehe. Brincadeira! xD

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  8. Cara parabens, cronica ficou incrivel, continue assim

    #CronicasDragao

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    1. Muito obrigado pelo comentário, fico feliz que tenha gostado. ^^
      Já estou vendo a hashtag subindo, hehe. Um dia chega a vez das #CrônicasDragão. xD

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  9. O seu texto é excelente, como os demais... A relação que você fez da luz e da sombra na introdução da crônica com os sentimentos de bondade e solidão, juntamente com o pokémon escolhido, tal como a personagem apresentada, fez todo o sentido com a história. Seus textos sempre nos levam a uma reflexão moral e construtiva. Como sempre... Parabéns Gabriel!

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    1. Ah, Jonathan... é sempre bom te ver por aqui! Muito obrigado pelas suas palavras sempre tão generosas. Você é um daqueles que realmente capta a mensagem da história.

      É muito gratificante saber que você consegue encontrar uma forma de refletir construtivamente com as Crônicas. Muito obrigado!

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  10. "Pedaços de rocha se desprendiam das paredes do túnel e as lanternas, que estavam presas ao teto e apagadas há anos, chacoalhavam."[...]"pedra solta atingiu a pata traseira dele."
    Dessa vez você deixou muito clara a megastone,hehehe
    JVMestre

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    1. Cara, essa sua percepção foi mítica! Hahaha.
      Só falta achar a Keystone. Adoro uns easter eggs. =P

      Muito obrigado por comentar, JVMestre! ^^

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  11. Eu estou aqui kkkk
    Bem eu adorei sua crônica de hoje (ontem) sem nenhuma dúvida ela é incrível! Só não comentei antes porque estava no celular, mas voltando ao foco principal: Eu adorei como sempre! Dá para tirar muitos ensinamentos dela

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    1. Camila, que bom te ver por aqui! Sempre feliz em ler seus comentários. =)
      Realmente, a história do Absol inspira muitos ensinamentos e reflexões.

      O mais bonito é como ele e a menina lidaram com a situação. Muito obrigado por passar aqui, te vejo na próxima! ^^

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  12. Pera... KD meu comentário? 😭😭😭😭
    Odeio qdo isso acontece _-_

    Kra, grande crônica. Gostei muito
    Parabéns Little_tiger!
    Absol sempre foi um pokémon mítico para mim. Levei um susto qdo vi ele na rota 120.
    Eu acho q essa crônica mostrou que, em pleno séc XXI (Apesar da história não ser dessa época XD) ainda há preconceito com as pessoas diferentes. Isso me entristece muito...
    Outra coisa é q acho equivocada a ação dos moradores. Para mim, Absol é um pokemon q representa a sorte e a proteção, afinal ele vem bos avisar se algo ruim vai acontecer :-)

    (Caso tenha outro comentario meu, desconsidere/considere esse)

    Boa sorte com as próximas!

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    1. Pois é, Rafael. Eu também achei estranho, parece que o Matheus também teve problema na hora de postar o comentário. Pelo menos, agora foi, não é? =)

      Eu sou muito fã do Absol. Ele tem uma história bem controversa e os moradores agiram de forma equivocada. Felizmente, o Absol tem bom senso e não abandonou sua característica de proteção e justiça. Fico feliz em saber que você gostou da história. ^^

      Já que você comentou, não seria esse o motivo pelo qual uma das habilidades do Absol é Super Luck? Até a próxima! xD

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  13. Gente, coitada da menina! :'( É muito ruim não ser compreendido e julgado, e às vezes até castigado.
    Ótimo texto, como sempre! Também acho o absol demais! Pensei que o sableye fosse ganhar, tinha muita gente pedindo ele.
    Nenhuma dica pro próximo tema? O que você pretende fazer quando os tipos acabarem? Que tal histórias sobres os lendários? ^^

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    1. Oi, André! Feliz em vê-lo por aqui de novo. ^^
      Pois é, a vida da garota não foi moleza, mas as coisas podem melhorar para ela e para o Absol. Quem sabe eles não vão para um lugar melhor? =)

      O Sableye é muito pedido mesmo, mas achei que o Absol teve uma frequência maior. No final das contas, o que muda é só a ordem de aparição dos dois nas Crônicas. ^^

      Para o próximo tema, eu ainda não decidi. Bem, quando os tipos acabarem, eles vão recomeçar, hehe. Por exemplo, o Absol não vai ser o único Pokémon a aparecer em Vestígio Noturno, outros do Tipo Noturno também vão aparecer.

      Com relação aos lendários, eu realmente não faço a mínima ideia, hahaha. Talvez eles sejam tratados como os outros Pokémon, talvez tenham um tratamento diferenciado ou talvez eu opte por uma terceira opção. Enfim, sei lá! xD

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  14. poderia fazer sobre o tipo inseto com o shedinja

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    1. se ele fizesse com o shedinja ia ficar MARAVILHOSO!!! *u*

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    2. Hum... Eu acho que não é a primeira vez que me pedem Shedinja, mas vou anotar a sugestão! Ele é um dos Pokémon mais misteriosos e únicos. =)

      Muito obrigado por comentarem! ^^

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  15. por acaso esses estrondos foram produzidos por um exploud(já que ele é um pokemon que costuma abitar as profundezas das cavernas)?

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    1. Bem, eu não pensei em um Exploud, mas pode ser. Eu gosto de deixar alguns detalhes em aberto na história, aí fica por conta de cada um imaginar o que poderia ser. Aí a mesma história se torna única para cada pessoa que lê. Muito obrigado por passar aqui e comentar! =)

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  16. Ótima história. Realmente, o povo é sempre ignorante e estúpido, deixando-se levar pela raiva e medo. Ainda vem que Absol teve um final feliz. Aliás, sua descrição me lembra da superstição do gato preto, e a Mega Evolução é muito semelhante a uma esfinge(rosto humano, asas, corpo de felino)

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    1. Oi, Victor! Seja bem-vindo às Crônicas. ^^

      Ainda bem que eu sempre dou uma olhada nas postagens antigas, assim posso ver comentários novos e é sempre uma alegria enorme! =D

      Fico feliz que tenha gostado e concordo contigo, medo e raiva nunca são bons conselheiros na hora de escolher como agir. Sabe que eu nunca parei para pensar nisso? As pessoas enxotam os Absol como se fossem gatos pretos, é verdade! =O

      Aliás, agora que você também comentou, eu também vi algumas características das esfinges no Mega Absol, demais! Ah, se você gosta de esfinges, talvez valha a pena ler a crônica do Lucario, hehe. Muito obrigado por comentar! ^^

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