Crônicas de Bolso: Fortaleza de Pedra - Rhyperior




   Olá, galerinha!


   Estamos de volta com as Crônicas de Bolso desta semana! E aí, como vocês estão? Todos prontos para mais uma história? Espero que sim, hehe. Ah, eu cumpri minha promessa, viram? Eu disse que hoje a publicação sairia mais cedo e aqui estamos! xD

   Muito bem, eu havia pedido a ajuda de vocês na semana passada, pois eu precisava de algumas sugestões para os Tipo Pedra e Tipo Terra. Aliás, eu vou chamá-los assim, tudo bem? Eu vi que muita gente reagiu positivamente a esses nomes, apesar de existirem os nomes Tipo Rocha e Tipo Solo. =)

   Talvez seja surpresa para alguns e nem tanto para outros, mas hoje é dia de Rhyperior! Os fósseis ficam para outra ocasião por enquanto, fiquem tranquilos. Agora, a subsérie de hoje se chama Fortaleza de Pedra! Bom, vocês já sabem o que eu vou dizer, não é? Senta que lá vem história! =)

Parece que esse esporte ficou bem famoso, não?




      A vida pode ser tão misteriosa e repleta de surpresas, talvez seja isto que a torne tão fascinante. É incrível a possibilidade de aprender e melhorar com todos os tipos de situação, adaptando-se aos ritmos e ciclos da vida. Sempre que uma etapa é concluída, uma nova se inicia, assim como as marés se movem em ciclos de idas e vindas.


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Fortaleza de Pedra: Rhyperior


  
   É comum dizer que não há nada mais forte que o amor, mas poucas frases possuem tanta verdade quanto esta. Às vezes, a vida toma rumos diferentes daqueles que são escolhidos previamente ou surpresas são concebidas. Muitas vezes, não se sabe a razão pela qual as coisas acontecem e as rotas alternativas acabam sendo melhores do que os caminhos estabelecidos.
   Como as ondas do mar vêm e vão, assim também é a vida, com um movimento constante de ciclos. Estar preso a um caminho é a rota para se perder do verdadeiro rumo.
   Em uma viagem de férias, um jovem triatleta acabou tendo sua rota desviada para uma pequena ilha no Havaí. Por questões meteorológicas, o esportista se viu obrigado a mudar seus planos de viagem e decidiu descansar no arquipélago, junto a seu companheiro fiel, Rhyperior.
   Com espírito forte e aventureiro, os dois competiam juntos no passado em campeonatos de corrida a Rhyhorn, hoje uma badalada modalidade olímpica. Ambos possuíam uma afinidade incrível nas corridas, fato que levou o triatleta a adotar seu companheiro quando este evoluiu para Rhydon
   Uma vez Rhydon, ele não mais poderia competir nas corridas, o que o deixou profundamente entristecido. Compadecido dos sentimentos de seu fiel amigo, o rapaz decidiu se aposentar também das corridas, mudando seu foco para o triatlo. Se Rhydon não podia mais participar das corridas a Rhyhorn, ele também não o faria.



   Quando finalmente desembarcaram em terras havaianas, o triatleta e seu Rhyperior foram calorosamente recebidos pelo comitê de recepção local, ganhando colares floridos de belas dançarinas. Tudo ao som melódico das violas havaianas.
   Querendo um contato mais próximo com a natureza, o esportista escolheu uma ilha mais reclusa e menos movimentada no arquipélago. Afinal, ambos precisavam descansar. 
   Ao cair da noite, Rhyperior e seu treinador foram convidados para uma festa de boas-vindas pelo chefe local. O espetáculo era visualmente atraente e contava com apresentações de acrobacias com tochas. Toda a iluminação do local vinha das lanternas penduradas e da fogueira ao centro do palco.
   Porém, não havia chamas apenas na fogueira. Em um rápido olhar, Rhyperior sentiu seu coração aquecer ao ver uma Rhydon perto das dançarinas locais. Ela estava coberta de colares e usava uma linda coroa de flores, amor à primeira vista.
   O aventureiro nem se deu conta do desaparecimento de seu amigo durante a festa, sentia-se bem por não precisar fazer nada e poder descansar. Quando foi cumprimentar o chefe local pelo convite, ele percebeu que o senhor parecia incomodado com alguma coisa, mas não ousou perguntar o motivo.



   Tudo transcorreu bem durante os três primeiros dias da viagem. A população estava feliz pelas celebrações locais, era uma época de agradecimentos e honrarias ao grande vulcão da ilha.
   Apesar do acréscimo incomum na quantidade de poeira no ar, as pessoas continuavam agindo naturalmente. Provavelmente, tudo era apenas um fenômeno climático, já que as nuvens andavam densas e escuras sobre a ilha.
   Rhyperior e a doce Rhydon estavam cada vez mais ligados. Até mesmo o atleta sentia-se à vontade com as pessoas da ilha e era visto em rodas de amigos, contando suas histórias e conquistas. A única pessoa que parecia ver algo além do visível era o chefe local, que demonstrava mais ansiedade a cada dia que passava.
   Alguns dias se passaram até que o mais aguardado momento do festival chegou. Havia encenações de lendas antigas sobre como o grande vulcão abençoou a ilha e outras histórias populares. Vendo a preocupação do líder da ilha, o jovem atreveu-se a perguntar o motivo de sua aflição. O senhor tentou desconversar, mas acabou revelando o que há dias o deixava pensativo.

Não há problema algum, meu rapaz. Estou apenas ansioso pelo festival. Nós precisamos agradar ao grande vulcão, é o que nos mantém em paz na ilha, afinal de contas.

   Preocupado com as palavras do chefe local, o rapaz procurou seu amigo para informá-lo da situação. Rhyperior estava cabisbaixo, um pouco temeroso ou confuso, mas tal condição logo cedeu lugar ao seu espírito aventureiro.


   No entanto, a conversa dos dois é subitamente interrompida por um grito alarmado, que alegava ter sentido a terra excessivamente quente nos arredores do vulcão. Os artistas interromperam suas performances e os turistas ficaram ainda mais confusos que os locais.
   Como nos velhos tempos, o corredor montou em Rhyperior e ambos foram em direção ao vulcão. Com sua couraça de pedra, era fácil para Rhyperior se deslocar sem problemas. Não tardou muito até ambos começarem a ver os sinais de uma catástrofe proeminente: as folhagens queimadas e a fuligem no ar.
   Quanto mais se aproximavam do vulcão, maior eram a temperatura e o cheiro de cinzas. Com sua fragilidade humana, o treinador acabou sendo obrigado a desistir da corrida quase aos pés do grande vulcão. O ar poluído lhe provocava tosses fortes e ele não possuía equipamentos necessários para tal empreitada assumida de supetão. Rhyperior deixou seu treinador em uma rocha firme, coberta com algumas folhas frescas para reter o calor, e seguiu em direção ao vulcão.
   Rhyperior não sabia o que o motivava tanto a seguir em frente, ao invés de fugir e se salvar. À medida que ele se aproximava da incólume montanha de fogo, mais seu coração era aquecido por uma coragem incomensurável. Rhyperior se tornaria uma fortaleza viva.
   Lutando para manter o vulcão adormecido, Rhyperior atirou pedregulhos com suas mãos para tampar os vãos por onde a lava escorria. Apesar de sua dura couraça de pedra, Rhyperior ainda era capaz de se queimar, então precisava ser cuidadoso.
   Mesmo com seus esforços, era difícil medir forças com uma potência da natureza. Rhyperior conseguiu tampar os buracos menores, mas suas tentativas eram frustradas ao cogitar bloquear a cratera principal. Todas as rochas quebradas e arremessadas logo eram absorvidas e derretidas pelo magma.
   O medo e a dúvida começaram a invadir o coração valoroso de Rhyperior, assim como a lava sempre encontrava uma forma de transpassar até mesmo o deslizamento de rochas que ele provocava. Temendo o pior para todos que o acolheram, Rhyperior não viu outra alternativa para interromper a erupção vulcânica, mesmo que o preço a pagar pudesse lhe ser caro demais.
   Rhyperior exauriu todas as suas forças para cobrir as bordas da abertura do vulcão, a fim de diminuí-la para aquela que seria sua cartada final. Vendo o magma subir cada vez mais rapidamente, Rhyperior já podia ouvir e ver seu treinador, sua amada Rhydon e todos na ilha sendo assolados pela força do vulcão.


   De seu generoso coração de pedra, uma lágrima lhe veio aos olhos. Não era justo que pessoas tão boas e hospitaleiras sofressem sem ter culpa. Se não era possível salvar todos, pelo menos que apenas um pagasse.
   Rhyperior bateu sua cauda rochosa no chão para tomar um impulso e se lançar ao ar, mergulhando em direção ao centro do vulcão enquanto diminuía o diâmetro da abertura com as pedras que lançava. Em queda livre, o impacto do choque do corpo de Rhyperior com a lava pressionou o magma para que escoasse pelo subterrâneo até ser redirecionado para o fundo do mar, neutralizando seus efeitos.
   Rhyperior sentiu o calor da lava incandescente perfurar sua sólida armadura rochosa, mas seu esforço parecia ter dado certo. Rhyperior ficou inconsciente e transformou-se em uma grande rocha de extrema rigidez.


   As horas foram passando e a população começou a tomar conhecimento dos acontecimentos, já que o vulcão não tinha entrado em erupção. Um choro copioso foi a única reação que o triatleta pôde exprimir face à perda de seu estimado companheiro de jornada. Não havia mais nada que ele pudesse fazer e a tristeza transbordava de seu coração.
   Não restaram muitas opções ao esportista senão dar as férias por encerradas. Havia perdido algo que era inestimável, sentia-se vazio e sem rumo. Ele apenas queria fugir daquela ilha.
   No dia seguinte, o jovem corredor já estava prestes a pegar um barco e voltar para sua terra natal quando foi surpreendido pelo chefe local, que carregava algo peculiar.

Espere, por favor. Nossa Rhydon quer entregá-lo uma coisa.

   Os olhos do triatleta ficaram novamente marejados de lágrimas, estava experimentando as mais profundas e distintas emoções em questão de horas. Rhyperior havia partido, mas também havia deixado uma continuação de sua própria existência.
   A doce Rhydon carregava um ovo de Rhyhorn e quis entregá-lo ao treinador, que tanto amava seu Rhyperior. O esportista tomou o ovo em seu colo e o cobriu cuidadosamente com a manta que o envolvia. Tudo sem nada falar, mas muito dizendo. Era o recomeço de uma história. O amor que transpassava a vida e se perpetuava. Rhyperior era incapaz de desapontar quem amava até mesmo depois da vida.



E assim termina a história de hoje...


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   Quem gostou da história de hoje? Alguém levantando a mão aí? Hehe. Bem, como sempre, vou ficar feliz em ler os comentários de vocês e respondê-los sempre que possível. =)

   Vou ser sincero, fazer a postagem hoje deu um trabalho e tanto, mas deu tudo certo no final. Ufa! Aliás, hoje eu gostaria de propor algo diferente a vocês. Se vocês gostaram mesmo da história de hoje, que tal enviá-la para um amigo ou amiga que vocês acham que também pode gostar? Não precisa ser três, nem dois, basta uma pessoa que vocês queiram que leia também! Pode ser divertido, não acham? Uma ótima semana para todos vocês! ^^




22 comentários:

  1. Nossa isso foi lindo!
    Foi muito triste o que aconteceu com o Rhyperior, mesmo sendo para salvar as pessoas, mas com certeza ele descansará em paz depois de fazer esta boa ação :)
    Mas pelo menos deixou um filho para continuar a sua doce história! Eu adorei a crônica foi uma das mais lindas na minha opinião ^^

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    1. Camila, que bom te ver! É uma honra saber que a história do Rhyperior está entre as suas preferidas, muito obrigado! ^^

      Com certeza, Rhyperior está descansando em paz e sua memória jamais será esquecida por aqueles que o amam. =)

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  2. <3 <3 Fantástico!

    Essa com certeza vai para a minha coletânea de crônicas favoritas ^^

    Rhyperior é um pokemon maravilhoso, fico feliz com essa escolha. E juntar esse poké com os esportes foi genial! Primeiro com as corridas de Rhyhorn, depois com o fato de que esses lindos sabem Surf ^^
    Eu acho que esse Rhy (Vou chamar assim, tá?) é meu próximo herói favorito. É muita coragem para largar o treinador q o amava, uma vida feliz e uma Rhydon apaixonada. Mais coragem ainda é largá-los para preservá-los. Por amor. Não sei se entendeu bem, acho que usei as palavras erradas, mas ele é d+!
    Serio. Rolou uma lágrima no final. A rhydon, entregando o ovo.... Foi lindo

    Continue assim kra!

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    1. Rafael, fico feliz em te ver por aqui de novo! Estou muito feliz por esta história estar tão bem posicionada em seu conceito. Muito obrigado por tudo! =)

      O Rhy é mesmo uma fortaleza viva, mudou o curso de uma erupção e ainda se manteve vivo para além da vida! E tudo por amor. Entendi perfeitamente o que você quis dizer, você tem toda a razão. ^^

      Eu bem que sorri aqui por saber que você conseguiu se emocionar com o final. Esses ninjas cortadores de cebola são fogo, né? Hehe.

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  3. Little_tiger18/03/15 18:53

    Whoa, obrigada por ser mais cedo, de verdade!

    Eu sinceramente não gosto do tipo Terra, nem do Rocha, nem sei bem o motivo.. talvez por eu confundir em tempos antigos esses dois tipos, talvez por eles serem fracos contra o tipo água (um dos meus favoritos) ou por a pedra representar algo sem sentimento, sem emoção. Não gosto de coisas que não têm capacidade de sentir as coisas, apesar de às vezes querer não saber o que é dor, tristeza ou a perda de alguém.

    Mas esse conto, muito pelo contrário, mostrou muitas emoções, boas e ruins. Rhyperior mostrara toda sua bravura e nobreza ao salvar a vida de seu treinador, de sua amada e de seu filhote. Essa crônica de bolso me lembrou Titanic: o heroi morreu querendo salvar sua amada e, sabendo que no bote salva vidas alguém podia ir em seu lugar, ele cedeu o seu lugar, mesmo abandonando quem amava.

    Mas o mundo dá voltas e a tristeza do treinador foi substituída pela surpresa e alegria de ter uma parte de seu pokémon nas mãos. Isso foi lindo e emocionante, apenas.

    Maravilhosa crônica, como sempre, mas essa me fez mudar meu ponto de vista de alguns tipos. Obrigada.

    Little_tiger

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    1. Little_tiger, que alegria poder te ver por aqui novamente!
      Fico sempre muito feliz quando você deixa seus comentários maravilhosos para prestigiar as Crônicas. Muito obrigado! ^^

      Sabia que eu também confundia os dois tipos? Tanto que foi uma surpresa para mim poder acertar um Aerodactyl com ataques elétricos. xD

      Eu que agradeço por poder fazer parte de um momento tão bacana e que foi tão significativo assim para você! É natural que a gente se identifique mais com alguns tipos, mas é sempre bom quando a gente descobre coisas novas ao olhar por um outro ângulo. =)

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  4. Matheus Almeida18/03/15 21:07

    AAAAAAHH. como pode?

    Você pegou rhyperior, um poke que eu nunca fui muito fã (não sou obrigado a gostar de todos os 721), ainda colocou uma história meio clichê (herói que se sacrifica e deixa um "filho" para trás) e fez um texto muito bom.

    Pelos motivos já citados acima, não foi minha história preferida, mas não se preocupe, sou incapaz de dizer que foi uma perca de tempo ou que o texto estava "inlível". só uma questão de opinião, e você como bom autor deve entender isso e saber aceitar uma crítica construtiva, certo?

    de qualquer maneira, caso você pretenda fazer o próximo do tipo terra, as sugestões Golurk e Claydoll permanecem as mesmas, afinal muita gente queria os fósseis no tipo pedra e, ao meu ver, dentre os tipos solo (ou terra, tanto faz) esses são os que mais se aproximam. acho flygon, excadrill, mamoswine e quagsire super válidos também, além de whiscash que eu já tinha falado antes.

    ps.: gostei de você ter respondido um comentário que eu tinha feito ontem a uma hora já razoável, artistas de qualquer tipo que prestam atenção em seus fãs (inclusive os chatos que nem eu), costumam ter meu respeito, mesmo que eu não seja necessariamente um fã.

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    1. Eu fiquei muito confuso com o seu comentário no começo, Matheus. kkkkkkk

      Tive dúvida se você realmente tinha gostado, mas aí eu vi que você gostou. Aí eu fiquei contente! xD

      Eu entendo perfeitamente a sua situação, nem chega a ser uma crítica. É natural que a gente se sinta um pouco distante de determinados Pokémon e isso pode influenciar na hora de se conectar com a história dele. =)

      Ah, eu já tinha anotado Claydol e Golurk nas sugestões. Acho que, dos Tipo Terra, todos esses podem ganhar uma crônica, assim como o Marowak. São todos opções muito boas. ^^

      Ah, eu fiquei feliz por saber que você curtiu o fato de eu ter respondido seu comentário anterior, hehe. =)

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    2. Matheus Almeida20/03/15 20:26

      Eu sou meio confuso com as palavras mesmo. talvez por isso não seja eu quem escreva as crônicas.

      Eu não gostei do texto. Não por ele estar mal escrito, e sim por afinidade. do mesmo modo que nem todos gostam de histórias de terror independentemente como está escrito.

      Mesmo assim foi uma boa história, só não me afetou do mesmo modo que as outras.

      Espero que não fique com raiva. ^^

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  5. Parabéns cara, a cada semana vai ficando melhor as crônicas.
    E a de hoje foi a que achei melhor. Mas ainda estou esperando a subsérie do tipo elétrico, que é meu tipo preferido, com a participação do Jolteon.

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    1. Muito obrigado pelo seu comentário tão gentil! É com muita alegria que eu recebi a notícia de que a história do Rhyperior foi a sua preferida. ^^

      Jolteon já está encaminhado, assim como as outras eeveelutions. Agora, eu não sei exatamente quando o Tipo Elétrico vai estrear, mas talvez não demore. Já passamos da metade dos tipos, afinal de contas. =)

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  6. Que história linda!! Como eu disse o Rhyhorn é meu xodó, mas também gosto muito do Rhydon e Rhyperior, foi bem legal ver a família toda nessa crônica. Foi uma pena o Rhyperior ter se sacrificado no final, mas esse vulcão entrando em erupção assim... tenho uma suspeita: um Heatran impiedoso! Pena que ele não levou um Terremoto do Rhyperior kkkkkk. Mas enfim, mas uma ótima crônica, está de parabéns, Gabriel

    Daniel

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    1. Daniel, que bom te ver por aqui! Você é sempre bem-vindo nessas bandas. Muito obrigado pelo seu comentário. ^^

      Pois é, seu xodó ganhou uma história, hehe. Se bobear, até a Serena do anime deve ter gostado das corridas a Rhyhorn. =)

      Será que tinha um Heatran no vulcão? Um terremoto bem que acabaria com a festa dele, mas e se ele estivesse segurando um Air Balloon? xD

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    2. Esse Heatran devia tá mesmo com um Air Balloon para executar esse plano tão maligno kkkkkkk

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  7. E a luta continua.

    Senhor Gabriel, deixa eu lhe avisar.Meu coração é mole feita uma amoeba no primeiro dia (No segundo é um pedregulho de sujeira e-e), FAZ ISSO COMIGO NÃO ;-;. Pois é, eu chorei lendo essa lindeza. Tudo é tão singelo, tão belo, em especial toda a filosofia da morte do Rypherior.

    Continue assim :3

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    1. E a luta continua! kkkkkkkkkkkkk
      Eu sempre me divirto com você, Luis. Seus comentários são demais! xD
      Muito obrigado por comentar! ^^

      Eu fiquei feliz por você ter se emocionado tanto, é prova de que a história tocou seu coração e isso é extremamente importante! Mas poxa, eu não sabia que seu coração era de manteiga, foi sem querer. xD

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  8. eu gostei do que você fez, conseguiu incluir toda linha evolutiva do Rhyhorn sem estragar a historia.

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    1. Fico muito feliz que tenha gostado! Muito obrigado pelo seu comentário. ^^
      A família Rhyperior tinha que estar unida, não é? Hehe. =)

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  9. Eu adoro ler, estou tentando iniciar um blog de fanfics, histórias e contos em geral e esse conto do Rhyperior foi perfeito! Eu já havia lido outros contos seus, mas esse é um dos meus favoritos, Rhyhorn e sua família evolutiva sempre foram um dos meus favoritos em Kanto e achei ótimo o jeito que você descreveu eles.

    Forte abraço!

    Obs: Acho que vou comentar em todos os contos, pra não perder o embalo!

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    1. Pedro, que alegria poder de te receber por aqui nas Crônicas! Seja muito bem-vindo, espero poder te ver mais vezes! É sempre uma alegria conhecer um novo amigo nos comentários. ^^

      Eu sempre gostei do Rhydon como um dos meus Tipo Pedra preferidos. Muito obrigado pelo seu comentário. Fico feliz que tenha gostado da forma como eles foram apresentados, de verdade! =)

      Pode comentar, que eu também estou no embalo de responder! xD

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  10. sou eu de novo!! sério, eu tô lendo essas histórias relativamente mais antigas pra ver se consigo alguma inspiração. como autor você deve saber muito bem oque é a famosa C.F.I: Crise de Falta de Inspiração. mas não leve a mal, esse texto está excepcional. uma coisa simples que foi transformada numa história de partir o coração. lindo!! como sempre né? mas enfim. boa sorte com as histórias, e sempre vai haver um lugar para rhyperior no meu coração de geleia.

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    1. Oi, Julia! Depois de milênios, eu finalmente achei seu comentário aqui no Rhyperior! xD

      Sei bem como é horrível você tentar fazer algo e não ter inspiração, parece que tudo fica empacado! =(

      Certa vez, eu li ou ouvi alguém falar que a maior inspiração para um escritor ou um artista se chama prazo, hahahaha. Tem que entregar e pronto. Super motivacional, né? kkkkkkk

      Fico feliz que tenha gostado da história dele, foi um exemplo de sacrifício e amor muito grande, né? Santo coração de geleia, Batman! xD

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